Pra Inspirar: Bandas Latinas Que São Buena Onda!

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Pra Inspirar: Bandas Latinas Que São Buena Onda!
As bandas indie latino-americanas até podem estar escondidas nas letras pequenininhas dos line ups de grandes festivais, mas não deveriam passar despercebidas pelos nossos fones de ouvido! A cena alternativa dos nossos países vizinhos nunca foi tão incrível e merece ser mais explorada e, claro, ouvida em terras tupiniquins. Pra dar um empurrãozinho, separamos uma seleção de bandas alternativas da América Latina que ganharam o <3 do besouro nos últimos tempos e que, quem sabe, vão até ganhar o seu também:   1 - Onda Vaga (ARG) A Onda Vaga nasceu no Cabo Polonio, balneário uruguaio, em 2007, mas seus integrantes são argentinos. Não sabemos se foi a vibe do lugar, mas da união surgiu uma mistura brilhante de rumba, cumbia, reggae, folk e rock. Pra entender a riqueza da sonoridade dos caras, dá play em qualquer um dos três discos da banda. O som é sem dúvida um dos mais interessantes da cena latino americana e já foi eleito como revelação pelo Clarín, MTV e Rolling Stone Latinoamérica. onda-vaga   2 - Bomba Estéreo (COL) Unir música folclórica com ritmos populares não é novidade. Dezenas de grupos já fizeram isso por terras latinas. A diferença é que o Bomba Estéreo foi um dos primeiros a misturar música eletrônica com cumbia na Colômbia. Hoje, 10 anos depois da formação da dupla, eles arrastam multidões pros shows onde apresentam as músicas energéticas que os consagraram e ainda arranjam espaço no repertório pra inserir referências a cultura africana. Vale muito a pena ouvir o último disco deles, “Amanecer”, que traduz bem essa mistura linda de culturas. bombaEstereo   3 - Astro (CHL) É comum nós ouvirmos bandas que tem o electro-rock americano como referência e acabam soando cópias do estilo. A Astro, do Chile, canta em espanhol e saber dosar muito bem os sintetizadores característicos do ritmo com o pop e o suingue caribenho. O último disco da banda, “Chicos de La Luz”, ganhou espaço em super festivais como o Lollapalooza Chicago e o Primavera Sound. E merece entrar pra suas playlist do Spotify também. 12742534_980464718697451_4441521230392339653_n   4 - Natalia Lafourcade (MEX) A Natalia Lafourcade é uma das grandes revelações da música mexicana e ficou conhecida depois de fazer uma participação especial no MTV Unplugged da Julieta Venegas, em 2008. Mas o que alavancou mesmo a carreira da mexicana foram os 5 prêmios que ela levou no Grammy do ano passado. Você deve estar se perguntando o que essa garota tem de tão especial, a gente te conta: uma voz doce incrível e músicas que soam nostálgicas, mas que tem uma roupagem bem moderna. É muito <3 natalia-lafourcade-06   5 - Ibeyi (CUB) Na língua iorubá, Ibeyi significa “irmãos gêmeos”. Já na música, a palavra dá nome a dupla formada pelas irmãs gêmeas Lisa-Kaindé e Naomi Díaz. As garotas são filhas do lendário percussionista Anga Díaz, do Buena Vista Social Club, e reúnem em sua música referências do jazz cubano, do soul e cantam em iorubá e em inglês. Incrível, não? Pois não foi só a gente que achou: no ano passado, as cubanas passaram de coadjuvantes nos shows do Damon Albarn pra protagonistas e ainda foram apadrinhadas pela diva Beyoncé. Ibeyi (1)   6 - Cineplexx (ARG) Entender o Cineplexx passa por entender o seu idealizador Sebastian Litmanovich. O argentino já morou em Barcelona, Nova York e Londres. Tem influências que vão de The Velvet Underground à ABBA e participou de várias bandas, além de fazer participações especiais em álbuns de amigos e ter lançado nove discos solo. O último álbum dele é de 2014, se chama “Florianopolis” e apresenta um indie pop eletrônico de primeira, legítimo de botar abaixo qualquer festa! Cineplexx   7 - Caloncho (MEX) Caloncho é o apelido de infância de Oscar Castro. E não teria nome melhor pro projeto, já que o seu idealizador descobriu a música quando ainda era pequenino. O primeiro instrumento que Oscar tocou foi a bateria e quando sentiu necessidade de compor migrou pro violão - que usa como instrumento principal até hoje pra cantar sobre amor, decepções e suas experiências. Folk mexicano, uma pitada de praia e outra de cidade: é isso que você vai encontrar nas músicas orgânicas de Caloncho, que adota instrumentos como a água, frutas, sementes e isqueiros pra encher as suas músicas de vida. dddd   8 - Fémina (ARG) A Fémina é formada por um trio de argentinas, que de local não tem nada. O som das garotas é universal. Tem como norte o folk e o rap, mas flerta com a cumbia, a chacarera, o samba, o bolero, a rumba e por vezes o funk e o reggae. O que chama a atenção no trabalho delas são as apresentações quase teatrais e a forma como conseguem aliar todas essas sonoridades globais a poesias intimistas que são entendidas em qualquer lugar do mundo. “Traspasa”, de 2014, e “Deshice De Mi”, de 2011, estão no Spotify, esperando o seu play! Femina   9 - Ximena Sariñana (MEX) Já ouviu a versão em espanhol de Lucky, do Jason Mraz? A voz que acompanha o cantor em “Suerte” é da mexicana Ximena Sariñana! Se você curte Feist, Regina Spektor e Fiona Apple, não pode deixar de conhecer o trabalho dela. A mexicana tem claramente essa cantoras como referência. Além de se inspirar em clássicos do jazz como Ella Fitzgerald e na Bjork. Bom, dessa mistura não teria como não dar coisa boa, né? Ximena-Sarinana   10 - LosPetitFellas (COL) Cinco garotos são a cara da banda de Bogotá do LosPetitFellas, banda que ganhou tantos prêmios quanto qualquer banda pop nos últimos tempos. A gente pode afirmar que uma coisa a LosPetitFellas não é: pop. Mas quem sabe um dia? Os caras são tão camaleônicos, que a gente não dúvida que um dia eles vão incorporar o estilo ao seu som que perambulam entre o hip-hop, rock, jazz e funk. O primeiro álbum deles, “Historias mínimas” é catastrófico! Levanta diversos questionamentos, faz declarações ao cotidiano e ainda encontra lugar pra músicas doces. 12140173_1011431725563203_7470137503937701015_o

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