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Um dia em Pinheiros, o bairro da Insecta em São Paulo

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Um dia em Pinheiros, o bairro da Insecta em São Paulo
Cinzenta e caótica? Sim, pero no mucho. São Paulo sempre teve – e sempre vai ter – a fama de selva de pedra, mas a gente sabe que generalizar nunca ajudou ninguém. A loja da Insecta fica no bairro mais delicinha da capital paulista: Pinheiros é cheio de verde, ciclovias, comidinhas geniais e umas casinhas que te fazem querer voltar no tempo. Tem tanta coisa legal fazer por aqui que a gente resolveu separar as nossas favoritas – daí, quando você for dar um oi pro besouro na nossa nova loja, já sabe pra onde ir depois. ;)   Pra começar o dia Pra comprar frutas e verduras frescas, o Mercado de Pinheiros é provavelmente um dos melhores lugares do bairro. Ele abre cedinho, às 8h da manhã, e é um baita ponto de partida pra bateção de perna pinheirense.  Além de ser fácil de chegar (é só descer na Estação Faria Lima), o Mercado fica do ladinho do Largo da Batata: dá pra comprar umas frutas e uma água de coco e já começar o dia de leve em um dos banquinhos do Largo.   Caminhando pelo bairro Na correria do dia a dia, muita gente cruza Pinheiros pela Avenida Rebouças ou pela Rua Teodoro Sampaio, as principais vias da região, e acaba não descobrindo as pérolas escondidas entre uma rua e outra. Na Rua dos Pinheiros dá pra encontrar dezenas de restaurantes de culinárias diferentes; na Artur de Azevedo, uma ciclovia passa por várias lojinhas interessantes; e, nas ruas transversais, você vê mais um punhado de endereços legais para descobrir. Aos sábados, dá pra dar uma olhada na feirinha de antiguidades da Praça Benedito Calixto, que também recebe uma feirinha natural às terças. A dica para andar no bairro é evitar as vias principais e se perder fazendo um zig-zag pelo trajeto. Não tem como dar errado.   Pra almoçar É fácil encontrar o que comer em Pinheiros, independente de que horas a fome bater. Pro almoço, alguns lugares sempre tem um prato garantido: no Goshala, uma mistura de culinária brasileira e indiana, todas as opções são vegetarianas ou veganas; um pouco mais em conta, o Barão Natural oferece buffet de salada e prato principal por R$15 – são duas unidades do bairro, 100% veganas. Um pouco mais acima, a Casa Jaya faz um buffet delícia de almoço, sempre vegano, e também oferece cursos e workshops de alimentação e qualidade de vida. Mais pertinho, aqui do lado da Insecta dá pra aproveitar as saladas maravilhosas do Feed Food em um pátio cheio de árvores e luz natural. Só cuidado pra não o perder de vista: o restaurante fica escondido nos fundos de uma galeria de arte.   Um café, uma sobremesa – e mais uma voltinha por aí Um dos cafés mais gostosos do bairro está no King of the Fork, uma cafeteria para ciclistas – mas não só. A onda dos bike cafés chegou com tudo por aqui, aliás, e é só andar mais um pouquinho pra esbarrar no igualmente gostoso Las Magrelas, com hamburguers de grão de bico e porções de coxinhas de abóbora com cogumelos. Se o dia estiver quente demais, vale deixar o café de lado e ir direto pro sorvete da Frida & Mina – as casquinhas são feitas lá mesmo e o cheirinho domina a rua. Todo dia eles servem pelo menos duas opções de sorbet, que não leva leite no preparo – os nossos favoritos são os de manga e cupuaçu, de longe.   Bons drinks pra encerrar o passeio Três coisas que nunca faltam em Pinheiros são: 1) jovens famílias passeando com seus cachorros, 2) lugares bonitinhos para matar a fome e 3) ótimos drinks. Se bater a vontade de matar a sede no início da noite, vale dar um alô pro pessoal do Boca de Ouro, que tem uma carta de drinks próprios, cervejas legais e uma porção de batata doce de chorar. O lugar é apertadinho e fica especialmente cheio depois das 20h. Pra fugir do auê, uma boa pedida sempre é o Pitico, onde dá pra aproveitar gin tônicas e mojitos geladíssimos relaxando em alguma das cadeiras de praia do bar a céu aberto. Pra quem quiser uma pedida mais arrumadinha (e mais carinha, também), o restaurante Le Jazz acabou de abrir um anexo só para coquetéis batizados com nomes de lendas do jazz. O primeiro drink sai às 17h e vale chegar cedo – são só nove lugares dentro da casa e mais alguns poucos na calçada. Na próxima visita à Insecta paulistana, não esquece de dar uma olhada no guia: já vai dar pra sair desfilando pelo bairro com seu besouro e conhecer vários lugares novos ;)  

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