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Chegou A Fashion Revolution Week: Conheça e Participe

Chegou A Fashion Revolution Week: Conheça e Participe
A iniciativa global Fashion Revolution chega ao seu terceiro ano e dessa vez arma uma semana inteira de eventos, do dia 17 ao dia 24/04, em diversas cidades do mundo. No Brasil, o evento acontece em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Caxias do Sul, Porto Alegre, Campinas , Salvador, Niterói, São José dos Campos... e a lista não para. Sempre em abril, Carry Sommers, a fundadora do projeto, explicou ao Huffington Post UK porque decidiu estender para uma semana completa: “Esse ano, o Fashion Revolution Day cairia em um domingo, então decidimos fazer uma semana inteira de eventos. Cada dia da semana terá um foco diferente, alguns exemplos: Vamos Ser Transparentes: Olhando para como as marcas estão se saindo quando o assunto é transparência na cadeia de produção; Como Ser Um Revolucionário da Moda, com o lançamento da campanha #haulternative e com o foco em melhores maneiras de comprar, vestir e descartar roupas; É Tempo Para Uma Revolução da Moda, com o foco em questões de política”. Para quem não conhece, o Fashion Revolution é uma iniciativa que começou em Londres, em 2014, depois de Carry Sommers ler em todos os jornais a notícia trágica do desabamento do Rana Plaza, prédio responsável por abrigar diversas oficinas de costura, em Dhaka, Bangladesh. Orsola de Castro, co-fundadora da Esthetica, e a jornalista Lucy Siegle engrossaram o coro e ajudaram a popularizar a campanha. whomademy-bg2 Segundo Sommers, no ano passado, o Fashion Revolution atingiu mais de 8 bilhões de pessoas nas redes sociais e esse ano a promessa é alcançar ainda mais pessoas. Mas, a grande questão acaba seno: além da Internet, é possível ver o impacto do Fashion Revolution na indústria da moda? Sommers acredita que, cada vez mais, as marcas estão sendo pressionadas pelo público, por meio de iniciativas como o Fashion Revolution, a serem transparentes. Ela também acredita na necessidade de marcas além do fast-fashion, como grandes conglomerados de luxo, começarem a entrar no jogo. “Muitas marcas não conseguem falar onde suas roupas foram feitas porque elas realmente não sabem onde as roupas foram feitas”, explica ela sobre o tamanho do problema. Entretanto, para além das ruas, diversos encontros contaram com a presença do Fashion Revolution: “Participamos em grandes eventos da União Europeia, G7, ONU e COP21. Nós co-organizamos eventos no Parlamento Europeu, House Of Commons, House of Lords”, conta durante a entrevista. O Fashion Revolution não está se limitando a atingir só os cidadãos consumidores, Sommers parece entender a complexidade do sistema quando diz “o escopo deste também deve ser estendido para cobrir toda a cadeia de vestuário, têxtil e moda: de fazendeiros a artesãos e trabalhadores até o consumidor final”. 9.-FRD_campaign_actions_horizontal1 Apesar do movimento ser comandado de Londres, as iniciativas acontecem de forma descentralizada. A organização do Fashion Revolution é independente em cada país e é simples ser um voluntário. Para quem quiser participar das diversas rodas de conversa, debates e oficinas que acontecem durante a Fashion Revolution Week acompanhe a página do Fashion Revolution Brasil (ou do seu país) pelo Facebook. Continue lendo
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