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Molho de Tomate com Borogodó!

Molho de Tomate com Borogodó!

Massa é aquela comida fácil, rápida e que aquece a alma. Mas fazer o seu próprio molho dá aquela preguiça porque tem que cozinhar por muito tempo e dá trabalho demais tirar a pele e as sementes...

Assar o tomate para fazer o molho faz toda a diferença e da um borogodó para um simples molho de tomate! Essa receita é bem fácil e você pode ajustar para o seu gosto.

- 12 tomates maduros

- 6 dentes de alho

- Manjericão fresco

- Azeite

Eu quis fazer um molho bem rústico e não tirei a pele nem a semente, mas se preferir um molho mais fino você pode tirar.

Pique os tomates em 4, esmaguei os alhos, espalhei os galhos de manjericão, temperei com sal e azeite. Levei o ao forno pré aquecido a 180 graus por 2 horas. Se gostar do molho bem pedaçudo é só tirar os galhos, as cascas do alho e dar uma amassada com o garfo. Eu usei o liquidificador ou mixer para fazer um purê. Acerte o tempero a gosto e pode incrementar com outros ingredientes. Dicas: Ele pode ser congelado por até 3 meses e usado para fazer outra receitas ;) Os 2 melhores tipos de tomate para fazer molho são o italiano e o carmem, mas pode usar o que tiver na sua geladeira mesmo. 3 dicas para fazer a Massa Perfeita:

  1. Litro de água para cada 100g de massa crua
  2. Água salgada igual ao mar!
  3. Siga o tempo de cozimento da embalagem da massa para ter o ponto perfeito

Siga o tempo de cozimento da embalagem da massa para ter o ponto perfeito

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Onde estão as proteínas na dieta vegetariana?

Onde estão as proteínas na dieta vegetariana?

Esse post foi originalmente ao ar no dia 1 de Novembro, o Dia Mundial Vegano, ou Dia Mundial do Veganismo. Mas as informações que a gente trouxe valem para o ano todo, o tempo todo. Segundo o portal Vista-se, a data foi criada em 1994 por Louise Wallis, presidente da Vegan Society da Inglaterra, comemorando o aniversário de 50 anos da instituição.

Sim, desde 1944 os veganos já se organizavam em prol do ativismo pelos animais, e provavelmente desde 1944 uma pergunta não quer calar: e-as-proteínas? Se você ainda não é e está pensando em veganizar, ou tem interesse em uma alimentação sem crueldade e quer saber mais a respeito, trazemos verdades: uma alimentação sem ingredientes de origem animal não é sinônimo de falta de nutrientes. Listamos os alimentos com maior teor proteico* pra você lembrar de ter sempre em casa (e pra responder a perguntinha mais ouvida por vegetarianos e veganos desse mundão).

 

Cereais 

Chia 16,5g

Quinoa crua 4,4g

Arroz Integral cozido 2,6g

 

Verduras  

Espinafre 2,9g

Brócolis cozido 2,1g

Couve-Flor 1,9g

 

Leguminosas  

Grão de Bico 8,8g

Ervilha em Vagem 7,5g

Tofu 6,6g

 

Oleaginosas  

Amendoim grão cru 27,2g

Amendoim torrado salgado 22,4g

Amêndoas torradas 18,6g

 

*Valores para cada 100g de alimento.

Lembramos que não somos nutricionistas, assim como 99% das pessoas que perguntam sobre as proteínas da sua dieta. Pra que você tenha a melhor alimentação para as suas necessidades específicas, independente de ser ou não vegana, não deixe de consultar um profissional qualificado. E aproveita pra descobrir receitas maravilhosas aqui no blog!

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Pavê vegano de maracujá com chocolate

Pavê vegano de maracujá com chocolate

Como não amar pavê? Sucesso garantido entre crianças e adultos, vai bem em qualquer ocasião, especialmente em reuniões de família e amigos. Já que é uma sobremesa simples de fazer, não requer muitas habilidades na cozinha, e agrada todo mundo. Hoje é possível encontrar várias receitas de pavê vegano na internet.

Mas garanto que essa é uma das poucas que levam apenas cinco ingredientes. Sim, só isso mesmo! E detalhe, todos são bem acessíveis, fáceis de encontrar para comprar. Variando os ingredientes do creme é possível fazer pavê de chocolate, amendoim, morango, coco, limão, enfim, as possibilidades são infinitas. Decidi fazer de maracujá com chocolate porque pra mim é uma das melhores combinações. O azedinho do maracujá contrasta com a doçura do chocolate, além disso ambos são bem perfumados, deixando o pavê irresistível.

Você vai precisar de:

Leite de aveia (não pode ser outro leite vegetal) – 525 ml (receita aqui)

Açúcar demerara – 1/4 xícara + 2 colheres de sopa (85 g)

Chocolate 70% cacau, picado e sem leite – 1/4 xícara (40 g)

Polpa de maracujá integral e sem sementes - 3 colheres de sopa (45 ml)

Biscoito doce vegano tipo Maizena (170 g)

Como fazer:

1- Forre uma fôrma de pão (23 cm x 10 cm) com papel manteiga. Reserve.

2- Coloque 125 ml do leite de aveia em um prato fundo e reserve.

3- Separe o restante do leite em duas partes iguais, 200 ml cada, e coloque cada um numa panela. Adicione o chocolate picado e 1/4 xícara de açúcar em uma, e na outra adicione a polpa de maracujá e 2 colheres de sopa de açúcar. Misture bem.

4- Leve ao fogo médio e mexa sem parar até engrossar. Faça isso com um primeiro e depois com o outro. Reserve.

5- Mergulhe os biscoitos rapidamente no leite de aveia reservado para umedecer.

6- Forre o fundo da fôrma com uma camada de biscoito e monte o pavê alternando camadas de biscoito, de creme de maracujá, de biscoito, e de creme de chocolate. Finalize com os dois cremes por cima.

7- Cubra a fôrma e leve à geladeira por cerca de 4 horas, ou até gelar e firmar. 

8- Desenforme e sirva gelado.

Dica: você pode polvilhar as sementes do maracujá na finalização do pavê para dar uma camada de crocância e sabor.

Rendimento: 10 porções

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Curry de lentilha

Curry de lentilha

Ensopados são perfeitos para aqueles dias frios e preguiçosos. Comfort food na certa, o curry imediatamente traz aquele clima caseiro gostoso. Capaz de agraciar o estômago com uma explosão de sabores e nutrientes. É perfeito para dar aquela turbinada no sistema imunológico, já que leva gengibre e alho. Além de inúmeras especiarias do bem que o curry em pó tem. O preparo é muito fácil, basta cozinhar tudo numa panela só e pronto. Pouca sujeira e muito sabor! Isso sem contar que fica pronto rapidinho, já que a lentilha cozinha super rápido. Se você deixar de molho 2 horas antes na água cozinha mais rápido ainda.

Você vai precisar de:

Lentilha crua - 1 xícara (200 g)

Leite de coco - 1 xícara (250 ml)

Água filtrada - 2 xícaras (500 ml)

Brócolis comum (também chamado de brócolis ramoso) - 4 ramos (80 g)

Molho de tomate - 1/2 xícara (125 ml)

Óleo de coco - 1 colher de sopa (15 ml)

Alho picado - 2 dentes (8 g)

Gengibre fresco picado - 2 colheres de chá (4 g)

Curry em pó - 1 colher de chá (3 g)

Sal - 1 colher de chá (5 g)

Como fazer:

1- Aqueça o óleo de coco em uma panela média e refogue o alho e o gengibre até dourar levemente.

2- Lave a lentilha e os ramos de brócolis em água corrente. Adicione ao refogado e mexa sem parar por cerca de 1 minuto.

3- Acrescente o leite de coco, a água, o molho de tomate, o curry e o sal. Misture bem e deixe cozinhar até a lentilha ficar bem macia mas ainda com caldo. Se necessário adicione mais água durante o cozimento.

4- Sirva ainda quente.

Rendimento: 3 porções

Curry de lentilha vegano

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Bobó de palmito

Bobó de palmito

Rico em sabores, aromas e cores, o bobó representa muito bem a união de culturas e etnias que compõem o Brasil. Em sua preparação temos o refogado, influência portuguesa, o azeite de dendê trazido pelos africanos, e a mandioca, ingrediente típico da culinária dos índios nativos.  

Dessa mistura de ingredientes e técnicas surge um cozido super cremoso e saboroso. Que pode ser servido quente ou frio, como acompanhamento ou prato principal, vai ao gosto do freguês. A receita tradicional leva camarão, mas nesta vegana palmito fresco, outro ingrediente típico das terras tupiniquins. Como resultado temos um bobó bem mais leve.   

Como nem todo mundo gosta do sabor forte e característico do azeite de dendê, é possível substituí-lo por azeite de oliva na mesma quantidade. Idem para o leite de coco, que pode ser trocado por água. Não vai ficar tão saboroso assim, mas com certeza que vai agradar aos paladares quem não são acostumados com esses ingredientes.    

// Você vai precisar de:

Palmito fresco cortado em rodelas - 5 xícaras (600 g)

Mandioca descascada e cortada em cubinhos - 2 ½ xícaras (400 g)

Cebola cortada em cubinhos - 1 média (100 g)

Tomate cortado em cubinhos - 2 médios (200 g)

Pimentão cortado em cubinhos - 1/2 médio (40 g)

Leite de coco - 2 xícaras (500 ml) - receita aqui

Suco de limão - 2 colheres de sopa (30 ml)

Azeite de dendê - 1 colher de sopa (15 ml)

Sal - 2 colher de chá (10 g) Coentro, salsinha ou cebolinha picada - a gosto  

// Como fazer:

1- Em uma panela coloque a mandioca e cubra com água. Leve ao fogo médio e cozinhe até ficar macia.

2- Escorra a água e espere esfriar um pouco. Transfira para o liquidificador e adicione o leite de coco, bata bem até obter um creme homogêneo. Reserve.

3- Em uma panela grande aqueça o azeite de dendê e refogue a cebola até murchar.

4- Acrescente o tomate, o pimentão e o sal. Misture bem e refogue mais um pouco.

5- Adicione as rodelas de palmito, o suco de limão e o creme de mandioca. Misture bem e cozinhe por cerca de 10 minutos assim que levantar fervura.

6- Desligue o fogo e finalize com coentro, salsinha ou cebolinha.

Bobó de palmito

Rendimento: 6 porções

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Patê de feijão branco

Patê de feijão branco
Essa receita é a prova de que ingredientes simples e banais, como feijão e azeite de oliva, podem ser transformados em algo saboroso e nutritivo. E o melhor de tudo, de forma fácil e sem perigo de dar errado.   Apesar de ser barato e fácil de encontrar, o feijão branco é pouco consumido no Brasil. Geralmente é servido gelado como salada, eu particularmente não gosto muito desse jeito, acho que ele fica muito seco e duro. Prefiro bater no processador com alguns temperos para fazer um patê cremoso e úmido.   Você pode servir com pães, torradas, tapiocas, biscoitos salgados e até com hambúrgueres veganos. O patê pode aparecer na mesa como canapé para aquele happy hour gostoso com os amigos, ou como recheio de um sanduíche no dia a dia.   // Você vai precisar de: Feijão branco cru - 1 xícara (110 g) - ver nota Azeite de oliva - 1/4 de xícara (60 ml) Sumo de limão - 1 colher de sopa (15 ml) Cominho em pó - 1/2 colher de chá (3 g) Sal - 1/2 colher de chá (3 g) Cebolinha - a gosto Pimenta do reino moída - a gosto (opcional)   // Antes de fazer é necessário um pré-preparo: Lave o feijão em água corrente e deixe de molho num recipiente com 3 xícaras de água por cerca de 8 a 12 horas. Troque a água uma vez no meio deste período. Se algum grão boiar, descarte.   // Como fazer: 1- Descarte a água da demolha e lave os grãos em água corrente. 2- Transfira para uma panela e cubra com água. Cozinhe os grãos até ficarem macios. 3- Escorra a água e transfira para o processador. Adicione os demais ingredientes e 1/4 de xícara (60 ml) de água. Bata bem até obter uma pasta homogênea. Se quiser um patê mais líquido, adicione um pouco mais de água enquanto processa os ingredientes. 4-Transfira para uma tigela e deixe amornar. Regue com um fio de azeite e tempere com mais pimenta ou cominho se desejar. Sirva a seguir. Patê de feijão   Rendimento: 1 1/2 xícara   Dica: você pode incrementar o sabor adicionando alecrim fresco a gosto e/ou dois dentes alho picados e refogados ligeiramente.   Nota: se você já tem feijão branco cozido, meça 2 xícaras para usar nesta receita. Continue lendo

Por que o veganismo vai muito além da alimentação?

Por que o veganismo vai muito além da alimentação?
O interesse geral sobre veganismo só cresce, olha que coisa linda. Como a gente contou nesse post aqui, só no Brasil foi um crescimento de 500% nas buscas no Google nos últimos 5 anos. E agora, desde o lançamento do filme Ojka no Netflix, mais e mais pessoas têm procurado saber o que é esse tal de veganismo, o que fazem e de que se alimentam afinal de contas esses veganos. Inclusive tem grandes chances de você estar nos lendo justamente pra aprender um pouco mais sobre o assunto, né? Bom, então vamos começar pelo básico. O que é veganismo? A melhor definição é a da Vegan Society, que diz assim: “Veganismo é uma maneira de viver que busca excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração e crueldade com animais para comida, roupas e qualquer outro propósito.” Ou seja, é muito mais um estilo de vida do que dieta ou culinária, como muita gente gosta de chamar. É no quesito alimentação, aliás, que acabam acontecendo várias confusões. Explicamos aqui as diferenças entre vegetarianismo, ovo-lacto-vegetarianismo e veganismo, e mostramos que não existe isso de “dieta vegana”. Só que acaba ficando tudo concentrado na alimentação mesmo. É só dar uma olhada nas principais pesquisas relacionadas ao termo “veganismo” lá no Google Trends: a maioria fala sobre receitas e restaurantes. E a gente também cai nessa rapidinho, quer ver? Dá uma navegada aqui no blog pra ver como o filtro "veganismo" tem muito mais receitinhas do que qualquer outra coisa. Não que seja ruim, porque afinal a revolução começa na mudança de alimentação, que é um passo super difícil para a maioria. Mas é importante entender que ser vegano engloba muito mais do que apenas optar por comer ou não algum ingrediente. Conforme a definição que falamos antes, o negócio é reduzir ao máximo a exploração animal em todos os sentidos. Provavelmente você conhece alguém que não come carne, mas compra sapatos de couro e roupas de lã. O que muita gente não sabe é que a maioria desses produtos depende de sofrimento e dor para chegar até as araras das lojas. A gente falou nesse post aqui sobre isso. E antes que te digam “mas a lã da marca x é retirada de forma humanizada, as ovelhinhas são felizes e ganham até massagem”, #ficaadica: não usar materiais de origem animal é mais fácil do que tentar descobrir quais fornecedores são “humanizados”. Especialmente depois de saber que até a Stella McCartney caiu nessa cilada. Não é melhor eliminar logo a possibilidade de compactuar com crueldade? Ser vegano também é apoiar políticas que acabem com testes farmacêuticos em animais, comprovadamente obsoletos, assim como os testes para a indústria dos cosméticos. Se você não come nada de origem animal, mas usa maquiagens e produtos de marcas que são testados neles, está financiando sim dor e sofrimento. Por conta disso, veganizar te ajuda a abrir os olhos e começar a pensar nos animais e no meio ambiente de forma muito mais ampla. Por exemplo, o caso do óleo de palma, que é o óleo vegetal mais consumido no mundo, mas carrega na sua produção uma trilha de desmatamento. Estima-se que só na Indonésia, cerca de 5.000 orangotangos são mortos anualmente por terem seu habitat devastado. Veganos são curiosos e desconfiados. Ler lista de ingredientes é um hábito que se torna automático. Você quer saber exatamente de onde veio e quem fez o que você está comprando. Seja na hora de comprar um molho pronto no supermercado, escolher uma roupa na loja ou até pesquisar um roteiro turístico. E isso só tem vantagens pra todo mundo. O que é ser “chato” pra muitos é ser analítico e cuidadoso, e vai te prevenir de comprar coisas como, por exemplo, couro de cachorro, ou dar moral pra uma atração como a Ilha dos Porcos. E pra você não cair naquela armadilha de “ah mas veganismo é impossível, até pneu de bicicleta tem ácido esteárico de origem animal” ou “quer dizer que você não vai tratar uma doença porque a medicação é da empresa y que testa em animais” a gente relembra: como a definição de veganismo pela Vegan Society deixa claro, viver de maneira livre de crueldade dentro do possível e do praticável. Colocar obstáculos é o primeiro passo para permanecer inerte, na zona de conforto e aceitar a situação como ela é. A mudança tem que começar por algum lugar, certo? A gente falou um pouco sobre essa questão, que é chamada de essencialismo, aqui nesse post e vale muito a leitura. E pra fechar ainda queremos indicar uma olhada nesses documentários para repensar o consumo em geral, e uma lida nesses livros que falam de veganismo muito além do que colocamos no prato.
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Empadinha vegana de alho-poró

Empadinha vegana de alho-poró
Não sei você, mas pra mim a simples pronúncia da palavra empadinha já me dá água na boca. Acompanhada dos adjetivos vegana e alho-poró então nem se fala, melhor ainda! Apesar de que dá um pouco de trabalho para fazer, o resultado faz tudo valer a pena, você até esquece da bagunça que fez na cozinha enquanto desfruta cada mordida. O recheio tem como base o tofu, rico em proteínas, fica bem suculento. Para dar sabor usei alho-poró, alho e cebolinha, uma delícia! Já a massa fica bem sequinha, lembra bastante a massa podre, que tradicionalmente não é vegana pois leva ovo e margarina. A massa é 100% integral, leva farinha de trigo e de aveia, ricas em fibras.   // Você vai precisar de: Para a massa: Farinha de trigo integral – 1 xícara (130 g) Farinha de aveia – 1/2 xícara (60 g) Azeite de oliva – 1/4 xícara (60 ml) Água – 1/3 xícara (80 ml) Sal – 1 colher de chá (5 g)   Para o recheio: Alho-poró - 2 pequenos (200 g) Tofu firme drenado - 250 g Cebolinha picada - 3 colheres de sopa Alho picado - 2 dentes (5 g) Azeite de oliva - 1 colher de sopa (15 ml) + um pouco para pincelar (opcional) Sal - 1 colher de chá (5 g) Pimenta do reino moída - a gosto   // Como fazer: 1- Comece preparando o recheio. Aqueça o azeite em uma panela e adicione o alho. Refogue até dourar levemente. 2- Acrescente o alho-poró picado e o sal. Refogue bem até murchar. 3- Esmigalhe o tofu e adicione ao refogado. Acrescente a cebolinha e a pimenta do reino. Cozinhe por cerca de 3 minutos, mexendo com frequência para não queimar. Desligue o fogo e reserve. 4- Em um recipiente coloque todos os ingredientes da massa. Misture bem até obter uma bola de massa homogênea. 5- Separe uma porção de massa e aperte contra o fundo e a lateral de uma forminha de empadinha ou de cupcake de silicone. Não deixe a massa muito grossa. Retire o excesso e repita com mais 5 forminhas. 6- Coloque o restante da massa sobre uma superfície lisa e enfarinhada. Abra com um rolo de macarrão e corte em 6 círculos um pouco maiores que o diâmetro das forminhas. 7- Recheie as empadinhas e tampe com os discos. Aperte a junção com a ponta dos dedos. Para facilitar a união umedeça com um pouco de água a área da massa que fará junção. 8- Pincele a superfície da massa com um pouco de azeite de oliva (opcional). 9- Preaqueça o forno a 180 ºC. 10- Leve ao forno por cerca de 20 a 25 minutos ou até ficarem douradas. Retire do forno e desenforme ainda quente com cuidado.   Empadinha vegana de alho-poró   Rendimento: 6 empadinhas
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De bexiga de peixe a gelatina: você sabe por onde passou a sua bebida?

De bexiga de peixe a gelatina: você sabe por onde passou a sua bebida?
Sem querer ser estraga prazeres, mas sabia que nem quando a gente quer tomar uns bons drinks dá pra baixar a guarda? É que muitas bebidas, especialmente cervejas e vinhos, usam ingredientes de origem animal na sua produção. Parece absurdo, mas infelizmente é real. O isinglass, ou “cola de peixe”, é uma substância tirada de bexigas de peixes de água doce, principalmente do esturjão (o mesmo que sofre com a produção do caviar). Essa substância é puro colágeno, tipo uma gelatina, e é usada pra clarificar cerveja e vinho. Aliás, falando em vinhos, em algumas vinícolas depois da fermentação podem entrar em cena hemoglobina (para clarificar, mas felizmente já em desuso), medula, quitina (de insectos e crustáceos), albumina de ovo, óleo de peixe, gelatina (feita da fervura de pele, tendões, ligamentos, ou ossos de animais), leite ou caseína. E nem os destilados ficam livres: alguns podem ter na sua produção o açúcar, muitas vezes refinado com ossos bovinos. Sai pra lá, né? Mas o problema pra evitar bebidas que passam por esses processos é a legislação. Só é obrigatório colocar a lista de ingredientes nos rótulos dos produtos. O isinglass e essas outras substâncias são o que se chama de “coadjuvante de tecnologia”, então é muito, mas muito raro que apareça no rótulo. Ainda mais porque os coadjuvantes são eliminados no final do processo, mas do ponto de vista vegano todo o processo importa. Assim, chegamos à questão: PLMDDS como saber o que a gente tá bebendo? Bom, pra começar tem o Barnivore, site bem completinho com a lista de 32,521 bebidas entre cervejas, vinhos e destilados. Aqui no Brasil tem as listas do Lokobeer das bebidas que são veganas e das bebidas que não são. Pra quem gosta mesmo é de um vinhozinho, o site Vista-se tem uma lista constantemente atualizada de marcas e vinícolas nacionais e importadas. Também tem aplicativos: Vegaholic e Is it vegan? que serve pra outros produtos além das bebidas. Quesito ingredientes ok, mas agora o negócio afunila. A maioria desses sites e listas não comenta questões bem importantes como o posicionamento das marcas. Porque ser vegano não é só deixar de consumir produtos de origem animal, mas também combater a exploração de animais em um modo geral, né? Até onde se sabe, a maioria das cervejas nacionais não usa isinglass nem outros produtos de origem animal, mas muitas (e muitas!) pertencem a empresas que patrocinam rodeios, vaquejadas e outros eventos desse tipo. Entre as maiores estão a SAB Miller, o Grupo Petropolis, Ambev (patrocinadora master do Rodeio de Barretos) e Heineken (que é dona da Bavaria, que realiza o Circuito Bavaria, um rodeio próprio da marca!). O site Vista-se tem isso tudo bem explicadinho, pra quem quer saber em detalhes: https://www.vista-se.com.br/conheca-marcas-que-patrocinam-a-exploracao-de-animais-para-o-maior-evento-de-rodeio-do-pais/ As melhores opções pra evitar essas marcas são as cervejarias menores e as produções artesanais. Que aliás, são ainda mais saborosas e com um leque de opções gigante. E além de tudo que a gente já falou, comprar dessas marcas tem tudo a ver com aquilo que apoiamos: consumir do pequeno, valorizar a produção local e dar força pra quem quer fazer diferente e nadar contra a maré. Então quando chega aqui é uma questão de escolha e de possibilidades mesmo. A gente sabe que nem sempre vai estar em um evento que só vai ter cervejas veganas, ou pode ter muita dificuldade de encontrar opções diferentes onde mora. A ideia é fazer o melhor dentro das possibilidades. Mas ó, sem perder as esperanças, tá? A Guinness, que é uma das mais famosas do mundo, anunciou em 2015 que se tornaria vegana. Em Abril desse ano, já mandaram avisar  que todas as Guinness vendidas em barris já são livres de isinglass. O plano é até o fim de 2017 veganizar total. Moral da história: a marca tradicionalíssima cedeu às pressões dos consumidores e se modernizou. Então chegou de papo e bora beber uma cerveja vegana geladinha? Afinal a gente bebe pra se divertir, e não pra se preocupar, né?    
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Biscoito vegano de maracujá

Biscoito vegano de maracujá
Esses biscoitos são perfeitos para o lanchinho da tarde ou para carregar na bolsa e comer em qualquer lugar quando a fome bater. Além de saborosos, são super práticos, você só vai precisar misturar todos os ingredientes, modelar e assar. Simples assim! Em poucos minutos sua casa estará perfumada com um aroma irresistível saindo do forno. Eles ficam bem leves e aerados por conta do bicarbonato de sódio. Além de sequinhos e crocantes, com sabor levemente amanteigado por causa do óleo de coco. Eles não são daqueles biscoitos super doces e enjoativos, bem pelo contrário, são azedinhos por conta do maracujá. Uma delícia!   // Você vai precisar de: Farinha de trigo integral - 1 xícara - (145 g) Farinha de aveia - 1 xícara - (120 g) Açúcar demerara - 1/2 xícara - (110 g) Suco integral de maracujá - 1/2 xícara (125 ml) Óleo de coco derretido - 1/4 xícara - (60 ml) Bicarbonato de sódio - 1 colher (chá) - (5 g)   // Como fazer: 1- Preaqueça o forno a 180 ºC. 2- Coloque todos os ingredientes em um recipiente e misture até obter uma massa homogênea. É normal ficar um pouco grudenta. 3- Modele os biscoitos com as mãos formando bolinhas, use uma colher de sopa para medir a quantidade de massa para cada um. Se necessário, unte as mãos com óleo para facilitar esta etapa. 4- Disponha sobre duas assadeiras grandes untadas com óleo. Deixe pelo menos 3 cm de espaço entre as bolinhas, elas irão crescer bastante quando assar. 5- Leve ao forno preaquecido por cerca de 30 minutos. Vire os biscoitos com cuidado na metade do tempo para assar do outro lado. 6- Retire do forno e espere esfriar. Não se preocupe se os biscoitos estiverem úmidos e macios ao saírem do forno. Ao esfriar ficarão crocantes. 7- Transfira para um frasco de vidro bem fechado e armazene em temperatura ambiente, dura cerca de 5 dias. Biscoito de maracujá Rendimento: 25 biscoitos
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