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14 Documentários No Netflix Que Vão Te Ajudar A Repensar Consumo

14 Documentários No Netflix Que Vão Te Ajudar A Repensar Consumo
Essa conversa aqui é um convite para você deixar um pouquinho de lado as séries do momento e mergulhar na sessão de documentários do Netflix conosco. Tem muita coisa boa por lá e muita coisa capaz de abrir nossos olhos e mentes, e nos fazer repensar consumo, seja ele qual for: alimentação, moda, ou entretenimento. Abaixo você confere nossas dicas e um pouquinho sobre cada um deles.   // ALIMENTAÇÃO Cowspiracy (2014) Nós já falamos desse documentário por aqui, mas insistimos: todo mundo precisa assisti-lo. Dirigido por Kip Andersen e Keegan Kuhn, com produção executiva de Leonardo Di Caprio, o principal foco do longa é mostrar como a criação de animais para abate e a pesca predatória está acabando com o nosso planeta – do desmatamento à poluição das águas e extinção das espécies. Outro ponto de Cowspiracy é desafiar as grandes organizações que lutam por questões ambientais, como Greenpeace e WWF, mas não abordam esse tema urgente e essencial se quisermos preservar o meio-ambiente, as outras espécies e nós mesmos. Cowspiracy4 Além de mostrar os problemas, o documentário mostra também as soluções, o futuro e o que já existe como alternativas viáveis para os produtos de origem animal. Ambientalista ou não, todo mundo que come tem que assistir.   Food Matters (2008) Dos diretores e produtores James Colquhoun and Laurentine ten Bosch, o documentário australiano coloca a alimentação moderna em perspectiva e mostra como ela está enfraquecendo nossas mentes e corpos. O principal foco do filme é nos fazer repensar o nosso modo de pensar saúde – pensamento esse liderado pela indústria farmacêutica e medicina ocidental. É realmente impressionando alguns dados e pesquisadas revelados no texto e como nossa alimentação, além de suplementação e desintoxicação podem não só melhorar nossa saúde como um todo, mas tratar doenças crônicas e até mesmo o câncer. De uma maneira bastante prática, o documentário é um convite para tomarmos nossa saúde e alimentação das mãos das grandes corporações e indústrias que estão nos deixando doentes e ficando milionárias enquanto isso. Não à toa é classificado pelo Netflix como “controverso, cerebral e provocativo”.   Forks Over Knives (2011) Com o objetivo de colocar nossa saúde em perspectiva e mostrar como a alimentação baseada em produtos de origem animal e alimentos processados está fazendo mal para todos nós, Forks Over Knives prova como doenças degenerativas podem ser controladas, e até revertidas, com uma alimentação equilibrada à base de plantas. Dirigido por Lee Furkson, o filme é uma enxurrada de informações sobre doenças consideradas “ocidentais” como diabetes, doenças do coração, câncer e outras – e como todas estão relacionadas com a nossa alimentação. Não é de se estranhar que os comentários sobre o documentário normalmente se resumem em “mudei completamente a minha alimentação”.   Food Chains (2014) Produzido por Eva Longoria, esse documentário mostra as condições análogas à escravidão em fazendas americanas e como isso está relacionado às grandes redes de alimentação e supermercados. Pois é, esse é um problema global em se tratando de produção de alimentos (no Brasil)  30% dos casos de trabalho escravo estão na indústria pecuária, principalmente em fazendas de gado, 25% no setor de cana de açúcar, 19% em outras lavouras) e nos Estados Unidos não é diferente. O longa mostra um grupo de colhedores de tomate em fazendas da Califórnia e como, por meio do Coalition of Immokalee Workers (CIW) eles estão lutando por seus direitos e melhores condições de trabalho. O objetivo do documentário é questionar e responsabilizar a indústria trilionária das grandes redes de supermercado e mostrar soluções bem possíveis para esse problema se todos começarem a se envolver.   Food Choices (2016) O mais recente documentário sobre o tema trata nossas escolhas de alimentação não só como fonte de doenças como também percursoras de devastação ambiental, desigualdade na distribuição de alimentos e mudanças climáticas. Médicos, especialistas, nutricionistas e pessoas que mudaram a alimentação e são entrevistadas. É bastante inspirador e não dá voltas: é hora de mudar nossa alimentação se quisermos parar de nos entupir de remédios, que mais pessoas tenham acesso a boa alimentação e tornar nossa vida na terra mais longa e menos nociva para o meio-ambiente e outras espécies.   Fed up (2014) Nomeado ao Grand Jury Prize no Sundance Film Festival, Katie Couric debate a obesidade infantil – um problema sério e crescente não só nos Estados Unidos como no mundo todo. Segundo os médicos e pesquisadores entrevistados, é a maior crise de saúde da história e a primeira vez que as crianças americanas têm expectativa de vida menor que de seus pais. Produzido por Laurie David, também produtora de An Inconvenient Truth, o documentário fala sobre a indústria do açúcar, como o governo está subsidiando esse epidemia e as empresas estão colocando (como sempre) lucros acima da saúde. Em uma entrevista, Bill Clinton atesta que 80% desse problema de saúde poderia ser solucionado se as escolas americanas preparassem os alimentos para as crianças. Na mira estão as grandes empresas que, segundo especialistas entrevistados, “estão agindo como as empresas de tabaco agiram na década de 30 e rejeitando todas as acusações”.  E se você quiser saber mais sobre o tamanho do problema envolvendo açúcar refinado na nossa dieta diária, você vai achar outros docs no YouTube.   // ENTRETENIMENTO E ESTILO DE VIDA Tricked (2013) Como a indústria do sexo está relacionada ao tráfico humano? Dirigido John-Keith Wasson e Jane Wells, Tricked coloca a prostituição na mira, junto com as pessoas que servem de combustível para essa indústria. O longa conta com entrevistas com acompanhantes, prostitutas, cafetões, clientes e policiais responsáveis por investigar e combater o problema.   Hot Girls Wanted (2015) Outro documentário sobre a indústria do sexo, mas dessa vez analisando o pornô amador e como meninas de 18 anos vão parar nesse meio e depois se veem presas numa situação que não imaginavam e sem forças para sair. E como o consumo de pornô digital é o grande pivô desse problema global. Dirigido por Jill Bauer e Ronna Gradus, o documentário, que estreou no Sundance Film Festival, mostra a vida dessas meninas, um pouco do seu dia a dia, suas crises, expectativas e anseios.   Blackfish (2013) Esse documentário é especialmente para quem ainda insiste em visitar circos com animais, aquários e, claro, a SeaWorld.  Gabriela Cowperthwaite mostra a vida de Tilikum, a orca cativa – também conhecida como ‘baleia assassina’ - e a tristeza e abuso por trás de uma vida em um tanque. Blackfish foi responsável por fazer a SeaWorld repensar totalmente seu modelo de negócios depois de ver os lucros de seus parques caírem em 80% após o lançamento e sucesso enorme do documentário. É um documentário triste, sem dúvidas, mas totalmente necessário para entender que animais selvagens devem viver e serem livres em seu habitat natural, sem treinamento, confinamento e exposição. Você pode ler mais sobre os problemas de consumir entretenimento com animais por aqui.   The Ivory Game (2016) O marfim é proibido no mundo todo, mas isso não quer dizer que ele não exista, que não há demanda e que todo um tráfico do material valioso acontece por baixo dos panos mundo afora – especialmente na China. Também produzido por Leandro Di Caprio, The Ivory Game é um documentário inquietante que mostra a caça ilegal de elefantes para suprir a demanda por marfim – e como isso está levando os animais à extinção. O documentário também ajuda a entender essas criaturas maravilhosas, que formam famílias e andam em manadas – nos fazendo lembrar, de quebra, da cruel indústria do turismo animal na Ásia e como nós, como turistas, estamos apoiando ainda mais o massacre dessa espécie.   // MODA The True Cost (2015) Um dos filmes mais importantes sobre a indústria da moda, The True Cost revela os bastidores da produção de moda massiva e globalizada, da mão de obra ao descarte, passando pela produção de matérias-primas. Dirigido por Andrew Morgan, contam com falas de Stella McCartney, Vandana Shiva, Safia Minney, Lucy Siegel e muitas outras personalidades da moda e do ambientalismo. O documentário coloca uma lente nos problemas da produção de moda em países como China, Vietnã, Índia e Bangladesh revelando como subcontratados são pressionados para manter preços baixos e alta produção por grandes marcas e empresas, passa por questões como sindicalização e o desastre do Rana Plaza. Já falamos dele por aqui, mas repetimos porque, assim como Cowspiracy, é um “deve ser visto” para quem é da moda, ou quem luta por questões sociais e ambientais como um todo.   Iris (2014)   Iris Apfel é um símbolo de estilo no universo da moda. Mas não é por isso que esse documentário biográfico está aqui. Iris tem um quê de acumuladora com apartamentos lotados de coisas compradas em suas várias viagens pelo mundo, principalmente durante seu trabalho como decoradora, inclusive da Casa Branca. É interessante ver sua personalidade ímpar e como, aos poucos, ela vai doando e se desfazendo de suas relíquias – que vão desde móveis a vestidos de alta costura. Um documentário sobre estilo, consumo, moda e sobre a história de uma mulher icônica aficionada por comprar itens raros em lugares inesperados.  
  • Não está no Netflix, mas vale ver também:
Traceable (2014) “Se um par de jeans custa 500 dólares ele é considerado luxo, mas se ele foi produzido em uma vila onde as pessoas não podem beber a água, isso é realmente luxo?” questiona Simon Collins, da Parsons School Of Fashion no trailer do canadense Traceable. É essa é realmente uma pergunta que não quer calar, ou pelo menos não deveria. Afinal, das fast-fashion às marcas de luxo, a moda está sendo massivamente produzida sob condições duvidosas e muitas vezes degradantes – destruindo o planeta e abusando de pessoas. Escrito e dirigido por Jennifer K. Sharpe, esse documentário foi lançado antes do The True Cost, mas traz à tona os mesmos questionamentos: quem fez nossas roupas, como, quando e onde? E ainda olha para a importância da rastreabilidade e como ela pode ser uma das soluções. Nós ainda não conseguimos achar uma maneira de assistir ao documentário, mas assim que soubermos, esse artigo será atualizado. E se você souber onde conseguimos assistir, nos conte! Cé   Unravel (2012) O curta – sem legendas para o português – mostra o universo do descarte de roupas e como toneladas de peças usadas e seminovas vão parar na Índia para serem transformadas em cobertores de baixa qualidade. Todo o trabalho é feito por mulheres e praticamente de maneira manual, e nos faz colocar em perspectiva o nosso ritmo de consumo de moda, além da quantidade de roupas que estão sendo produzidas e jogadas fora o tempo todo. Dirigido por Meghna Gupta, o documentária conta com falas pertinentes das mulheres indianas trabalhando nesses pontos de ‘reciclagem’ como: “a água no ocidente deve ser muito cara, então as pessoas não lavam as roupas, elas simplesmente jogam fora”. Mal sabe ela que não é a água que é muito cara, é a moda que é muito barata, de baixa qualidade e pela qual as pessoas perdem todo o apreço assim que a etiqueta da peça não está mais lá. Lembrando que a maioria dos documentários aqui listados têm sites, onde você pode pegar mais informações, dados de pesquisas e estudos, e também se envolver e partir para a ação. Afinal, não vale só assistir, tem que por a mão na massa. Continue lendo

Ecofeminismo: Saiba Mais Sobre O Movimento Que Une A Luta Das Mulheres e Da Natureza

Ecofeminismo: Saiba Mais Sobre O Movimento Que Une A Luta Das Mulheres e Da Natureza
Não é raro que mulheres, mesmo as mais familiarizadas com o feminismo, nunca tenham ouvido falar de ecofeminismo. Assim como o feminismo, o ecofeminismo conta com algumas linhas teóricas e filosóficas não totalmente iguais, porém todas têm como base a ligação das mulheres e ecologia. Assim como o feminismo, o ecofeminismo é um movimento essencialmente político. Foi em 1970, com o início do reconhecimento da crise ambiental pós revolução industrial, que o movimento se consolidou. Acredita-se que o termo foi primeiramente empregado em 1974 no livro Le Feminisme ou la Mort, da escritora Françoise D’Eubonne. Como explica a filósofa ecofeminista animalista brasileira e autora pioneira no Brasil com a publicação Sensível ao Cuidado: Uma Perspectiva Ética Ecofeminista, Daniela Rosendo: “Na literatura ecofeminista, podem ser identificadas diversas interconexões entre a dominação das mulheres, dos animais e da natureza: histórica, conceitual, empírica, socioeconômica, linguística, simbólica e literária, espiritual e religiosa, epistemológica, política e ética”. O ecofeminismo enxerga a importância de ampliar o círculo de moralidade para assim incluir animais não-humanos e natureza na discussão feminista. Como explica Daniela, há diversos motivos pelo qual a luta das mulheres deve incluir “os Outros”, mas, fundamentalmente, mulheres e natureza compartilham do mesmo sistema de opressão além de ser as mulheres que sofrem mais com danos ambientais. É importante ressaltar, porém, como já citado, que não são todos os pensamentos ecofeministas que incluem animais não-humanos em seu discurso. Por isso falamos de um ecofeminismo animalista – este  posiciona os animais não-humanos no centro da discussão feminista, junto com o meio-ambiente. Por essa pluralidade de pensamentos e teorias, podemos chamar de ecofeminismos e feminismos, no plural.   Conheça Algumas Ecofeministas Importantes A ecofeminista indiana Vandana Shiva é um dos nomes mais importantes do ecofeminismo. Com um currículo extenso, já escreveu diversos livros sobre o tema e é uma ativista bastante reconhecida. Uma de suas principais preocupações gira em torno da agricultura e como essas práticas afetam o meio ambiente e a vida dos trabalhadores. Quem assistiu The True Cost pode ver sua fala sobre os problemas que a plantação de algodão trouxe para a Índia. Charlene Spretnak é uma ecofeminista igualmente ativista e política. Fundou o Partido Verde americano, é autora de diversos livros e tem como principal foco de análise a modernidade e seus impactos.  Spretnak cultiva um pensamento bastante interseccional e é capaz de relacionar a arte moderna ao feminismo e à espiritualidade. Essa última, bastante presente em algumas correntes filosóficas do ecofeminismo. A americana Carol J. Adams é uma ecofeminista animalista e autora de diversos livros incluindo A Política Sexual da Carne. Carol coloca a opressão das mulheres e dos animais sob o mesmo guarda-chuva e o faz de maneira bastante didática, dando exemplos do nosso dia a dia que vão desde à linguagem até a publicidade. Outra americana, Karen Warren é autora de um livro referência do movimento chamado Ecofeminist Philosophy e responsável pela teoria da ética sensível ao cuidado. Warren analisa todos os principais pontos do ecofeminismo, incluindo a espiritualidade, o vegetarianismo e a relação das mulheres e natureza por meio do gênero. No Brasil, além de Daniela Rosendo, a professora Sônia T. Felipe é um nome bastante importante na área, principalmente por ser uma importante estudiosa e defensora dos direitos  dos animais. Sônia é responsável pela apresentação do livro de Rosendo e, juntas, elas representam o movimento ecofeminista animalista no Brasil. Para saber mais sobre ecofeminismos, acompanhe a série “Ecofeminismo: Mulheres e Natureza” que está rolando no Modefica e traz diversos esclarecimentos sobre o movimento. Continue lendo

“The True Cost” - consumir menos e melhor

“The True Cost” - consumir menos e melhor
Na semana passada, nós falamos um pouco sobre a importância de consumir moda feita no Brasil em tópicos claros e diretos. Um deles ressaltava as questões da mão de obra por trás dos produtos que compramos e como ela pode ser tão boa, empoderadora e geradora de renda, ou tão degradante e nociva. Nós falamos também que não é tão fácil entender todo esse sistema  complexo da moda e saber o que aconteceu com cada peça antes dela chegar no seu armário, principalmente no mundo globalizado. Mas daí estreou “The True Cost”, um documentário ótimo de uma hora e meia, que aborda toda essa questão de mão de obra (e meio ambiente e economia) por trás da produção dos produtos de moda de maneira bem clara, dinâmica e que mostra diversos pontos de vista, tornando essa missão de entender a indústria da moda um pouco mais fácil. Processed with VSCOcam with f2 preset Processed with VSCOcam with f2 preset “The True Cost” (em tradução literal “O Verdadeiro Custo”) é dirigido por Andrew Morgan, um cineasta que sempre se interessou por fazer documentários que mostrassem as possibilidades de um futuro melhor, mas nunca tinha dado muita atenção à moda. Até o dia que se deparou com as notícias do desabamento do Rana Plaza, prédio que abrigava diversas confecções de roupas em Bangladesh, que resultou em mais de mil mortes e dois mil feridos graves. Morgan se juntou ao produtor Michael Ross e lançou uma campanha no Kickstarter para arrecadar verba para o documentário. Com apoio das ativistas de moda consciente Livia Firth, Orsola de Castro, Stella McCartney, entre outros, a campanha foi bem sucedida e a equipe viajou para diversos países conhecidos por produzir moda barata para o ocidente, entre eles Bangladesh, Sri Lanka, Camboja e Índia, lá entrevistou donos de confecções, trabalhadores, líderes sindicais, e comunidades, voltando com um material de partir o coração que nos faz pensar ainda mais sobre os produtos que consumimos. Imagens de comunidades que estão literalmente morrendo por conta da indústria do couro local no Camboja, famílias agricultoras de algodão na Índia comentando os dados alarmantes sobre 1 agricultor de algodão cometendo suicídio a cada 30 minutos, mulheres que são líderes sindicais contando os abusos que sofreram por exigirem melhores condições de trabalho e até mesmo a responsável por uma grande marca de fast-fashion admitindo que não se importa com as condições que as roupas da empresa na qual trabalha foram feitas tornam “The True Cost” um filme indigesto, porém indispensável para entender a importância do nosso consumo. Processed with VSCOcam with f2 preset Processed with VSCOcam with f2 preset Outra questão interessante que o documentário aborda é a relação de preço x custo humano x capital. Tem muita gente que insiste em dizer que mesmo essas condições de trabalho precárias são melhores do que nenhuma condição de trabalho, e que, de uma maneira ou de outra, ajudam a fortalecer a economia do país, como se o ocidente estivesse fazendo um favor à Ásia ao produzir suas roupas baratas por lá. Será que é assim mesmo? Até que ponto peças de USD 20 dólares são democráticas e empoderadoras? Nós realmente estamos fazendo um favor a alguém quando compramos esses produtos? Economistas e ativistas respondem também a essas indagações pertinentes. Processed with VSCOcam with f2 preset Outro ponto positivo do documentário é que ele mostra soluções interessantes que já foram colocadas em prática como iniciativas de fair trade (troca justa na mão de obra), produção orgânica, marcas de upcycling  (que fazem esse trabalho de reutilizar materiais para produzir novas peças, igual faz a Insecta) e muitas outras alternativas bacanas que têm o lema “consumir menos, consumir melhor”, e, de preferência, consumir local. Vamos continuar essa conversa sobre moda e ativismo com “The True Cost”? O documentário já está disponível na Internet, na Itunes Store, em DVD e Blu-Ray, com legendas em português aqui. Continue lendo
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