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5 artistas brasileiros da nova geração que o mundo merece conhecer

5 artistas brasileiros da nova geração que o mundo merece conhecer
Sorte a nossa: vivemos em um país múltiplo ao extremo quando o assunto é arte. Ainda mais quando se trata de música. A infinidade de ritmos, estilos e raízes que desenha os quatro cantos do país vira referência e encanta qualquer um. O resultado é um som tão único que merece chegar aos ouvidos do mundo! A recente viagem da Insecta para o festival de SXSW 2015 em Austin era a inspiração que faltava: selecionamos os artistas da nova geração que fazem música boa, ímpar, a cara da Insecta Shoes e que os gringos (e você) precisam conhecer. Pra acompanhar, escuta só a playlist que criamos exclusivamente para o evento. Tem todos esses artistas e também toda a tropicalência dos clássicos da MPB: PLAY Curumin Curumim é uma palavra tupiniquim que significa criança. Já Curumin, com “n”, vira o codinome do músico, compositor e produtor de São Paulo que é descendente de japoneses e espanhóis. Luciano Nakata faz um som que, assim como a palavra tupi, tem a raiz brasileira, mas contextualiza e mistura ritmos e influências. Soul, funk e samba: tudo reunido de forma impecável e em faixas viciantes. Metá Metá Funk, soul e o batuque ímpar do afrobeat junto com o swing do autêntico samba brasileiro. Esse é o som do Metá Metá. Uma obra musical feita pela voz marcante de Juçara Marçal, pelo violão de Kiko Dinucci e o sax sútil de Thiago França. O trio também já fez parcerias incríveis, como a faixa “Alakorô” , composta ao lado do mestre nigeriano,Tony Allen. Metá-Metá1 Bixiga 70 É impossível ficar parado ouvindo Bixiga 70. O coletivo paulistano faz um som instrumental que atravessa a década 70, reúne arranjos de jazz, batidas africanas e melodias super dançantes. Com um pé bem firme no Brasil, a música do grupo traz Gilberto Gil e Chico Science entre suas referências sonoras, sem esquecer da herança africana de Fela Kuti. bixiga_701 Russo Passapusso Um nome pra não esquecer. O cantor e compositor baiano já fazia apresentações explosivas com os grupos do qual fez parte: Baiana System, Bemba Trio e Ministereo Público. Quando iniciou sua carreira solo, decolou: reuniu pitadas de Novos Baianos, rock dos anos 70, soul, samba, rap, dub e letras densas e autobiográficas. Tudo ao mesmo tempo e com uma harmonia inigualável. Anelis Assumpção Liberdade talvez seja uma boa palavra para definir a música de Anelis Assumpção. Ao mesclar diferentes estilos, como reggae, ska, rap, soul e afrobeat, cria uma atmosfera de pura calmaria. Sem esquecer da produção única por trás de suas faixas: a do seu pai. Filha de Itamar Assumpção, instrumentista e produtor que se destacou na cena independente de São Paulo, Anelis mergulha de corpo e alma no que faz. Anelis-3 Continue lendo

Criolo de besouro

Criolo de besouro

Criolo deu uma passadinha no Festival Au Fil des Voix, em Paris, exalando brasilidade e adivinha com o que nos pés? Um oxford Insecta :D

A fusão de batidas de hip-hop e sons pop-tropical convocaram o Budha pra francesada toda! Dá o play pra curtir essa sonzera:

Morrendo de amores e orgulho <3 Continue lendo

DANDO O PLAY: 5 ARTISTAS VEGANOS QUE FAZEM MÚSICA BOA

DANDO O PLAY: 5 ARTISTAS VEGANOS QUE FAZEM MÚSICA BOA

A música mantém uma relação estreita com ideologias e extremos no que se refere a estilos de vida. E faz tempo. O Veganismo é um exemplo: desde a década de 60 muitas personalidades desse campo artístico resolveram levantar a bandeira da causa e deixar de consumir qualquer alimento de origem animal. A melhor parte dessa história é que muitos desses artistas são responsáveis por faixas incríveis e que combinam direitinho com a trilha sonora dos besouros da Insecta! Resolvemos listar 5 pra você ouvir, se inspirar e conhecer:

Erykah-Badu1 Erykah Badu:

Dois “ismos” vem à cabeça quando se fala em Erykah Badu: “Buduizm” e veganismo. O primeiro se refere ao seu trabalho como cantora e é o porquê de ela ter se tornado uma das principais referências dentro do neo soul. Com a produção assinada por gigantes como The Roots, James Poyser e Madukwu Chinwah, o álbum foi um verdadeiro marco para o estilo, na época ainda emergente. Além disso, Erykah é vegana e dona de citações inspiradoras sobre a causa. “Comida vegana é a comida da alma em sua forma mais pura”, disse ela certa vez.

Soko: Como não amar Soko? Além de ser a cantora de lo-fi indie francesa-que-virou-californiana mais fofa de todas, ela é TÃO vegan que já teve até um blog para filosofar sobre o assunto. O “My So-Called Vegan Life”era feito em parceira com a sua amiga, Aska, que também é musicista e morava em Los Angeles, cidade que as duas apelidaram de “Vegan Heaven”. O blog é antigo, mas é incrível encontrar as receitas deliciosas que as duas compartilhavam, as dicas e as histórias do tipo “Janta em Nova York com Kate Nash e Nick Zinner”. Muito amor!    Fiona Apple: Faz muito sentido. Fiona é aquela cantora que já derreteu nossos corações em 2012 quando escreveu cartas à mão para se desculpar com seus fãs por cancelar a tour para ficar ao lado da sua cachorra Janet que estava doente.  Vegana declarada, ela também participou de um projeto incrível ao lado da rede de restaurantes “Chipotle” para o vídeo de lançamento do jogo “The Scarecrow”. A música que ambienta a história do espantalho que descobre o que acontece por trás da produção industrial de alimentos é um cover dela de uma música da trilha de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”. Tão inspirador que vale o play:   Jason Mraz 4 fatos incríveis: Jason Mraz tem uma voz linda. 2. Ele mora em uma fazenda que produz 14,000 kg de abacates por ano. 3. Ele cultiva “Microgreens”, aquelas mini hortinhas de legumes e ervas aromáticas, no ônibus da turnê toda vez que viaja para se apresentar por aí. E 4. Ele é vegano também. Demais, né?    Moby: Moby é o artista que comprovou que um computador também tem alma e pode fazer música MUITO boa. Foi um dos primeiros caras a ganhar notoriedade ao brincar com samples: armazenar pequenos trechos de faixas e resignificá-los, criando novos sons ao misturá-los. Resgatou vozes antigas do blues, uniu com grooves sensacionais e assim criou álbuns marcantes. E, pouca gente sabe disso, mas ele também é vegan. Antes de se tornar o músico que é hoje, Moby participou de uma banda de rock chamada “Vatican Commandos” que surgiu da mesma cena musical que produziu o clipe que virou ícone da causa vegetariana e vegana: o “No More” da banda de hardcore Youth of Today.     Continue lendo

Playlist para dias tropicais

Playlist para dias tropicais
10578066_10155121574895599_2051788103_n Hey você, que está procurando desesperadamente músicas para entrar no clima do nosso Happy Hour Insecta + Bananas, seus problemas terminam aqui. É um grande prazer poder compartilhar a nossa playlist, criada com todo carinho pela super curadoria do Bananas Music Branding. Brasilidades direto no seu Spotify que não deixarão você parar de dançar. Entre as delicinhas estão: Novos Baianos, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Marisa Monte, Tim Maia, Criolo, Caetano Veloso e muita coisa linda, todas as músicas estão carregadas de swing tropical. Então, dá o play ali embaixo pra curtir, e seja muito feliz. Com ritmo decorado, te esperamos para o happy hour mais tropical de Porto Alegre! Veeeeeem ;) Continue lendo

Goat = Rolling Stones e Fela Kuti andando de mãos dadas

Goat = Rolling Stones e Fela Kuti andando de mãos dadas
Da Suécia, o Goat é uma das bandas mais interessantes dos últimos dois anos. A música é uma mistura de guitarras abrasivas e muita percussão, feito pra dançar, mas dançar no sentido mais livre de todos. É "World Music", segundo os integrantes, que assim nomearam o álbum de estreia por acreditar que todo mundo toca world music. Conceitualmente a ideia é ser um Rolling Stones e Fela Kuti andando de mãos dadas. Mascarados, e com a identidade sendo um mistério, o show do Goat é ainda melhor que os dois álbuns, com as duas vocalistas incentivando cada presente a participar da festa - e todo mundo participa. E, diz a lenda, a banda já existe há mais de 40 anos em seu pequeno vilarejo, apenas trocando os integrantes de geração em geração. É como se eles reciclassem o som, e transformassem em algo novo, década após década.  Continue lendo
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