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Moda sustentável: saiba mais sobre o movimento

Moda sustentável: saiba mais sobre o movimento

Você já ouviu falar em moda sustentável? Cada vez mais, esse conceito tem ganhado espaço, pois busca questionar o processo de produção que gera impactos ambientais nocivos, repensando as formas tradicionais de desenvolvimento e trazendo um ponto de vista ecológico.


E foi exatamente dessa premissa que surgiu a Insecta. Por isso, hoje, vamos te ajudar a entender um pouco mais sobre o que é sustentabilidade na moda e qual é a importância disso nos dias atuais. Confira!

A indústria da moda e o impacto do meio ambiente

A indústria da moda e sustentabilidade nem sempre andaram juntas. Com a popularização das fast fashion a partir da década de 1990, a produção de roupas passou a ser feita de forma cada vez mais rápida e a preços baixos.  

Com isso, as coleções chegam às lojas a cada semana, levando a um consumo desenfreado às custas do meio ambiente e à desvalorização de trabalhadores da indústria têxtil, que são explorados e recebem, em média, de US$ 2 a US$ 3 por dia. 

As pegadas ambientais da indústria têxtil vão desde os agrotóxicos usados no plantio do algodão até o descarte da roupa em aterros sanitários. Para se ter uma ideia, a moda é responsável por 8% das emissões de carbono na atmosfera, ficando atrás apenas da indústria petrolífera. 

Segundo um relatório da Ellen MacArthur Foundation, devido ao alto descarte da indústria, cerca de R$ 500 bilhões são perdidos anualmente, e 25% de tudo o que é produzido vira lixo, poluindo e levando a uma rápida degradação da natureza. 

O que é moda sustentável?

Na contramão das fast fashion e do consumismo, a moda sustentável tem como premissa utilizar métodos de produção que não geram impactos ambientais. Aqui, o objetivo é que todas as etapas de produção, desde utilização das matérias-primas até a venda, sejam feitas de forma sustentável.

A sustentabilidade na moda prevê a utilização de recursos menos nocivos ao meio ambiente, como tecidos orgânicos e certificados, e a reutilização de materiais descartados, como roupas usadas, borracha e garrafas, assim como fazemos na Insecta.

Produzir peças duráveis é outro ponto-chave para a moda sustentável. Afinal, de nada adianta utilizar materiais ecologicamente corretos e não pensar na vida útil do produto. Por isso, é importante se preocupar com a fabricação de itens que possam ser utilizados por muito tempo, em contrapartida às peças de fast fashion, que são utilizadas, em média, apenas cinco vezes.

Conheça algumas formas de moda sustentável

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre a complexa relação entre moda e sustentabilidade, é hora de conhecer os diversos tipos de moda sustentável que existem por aí. Dá só uma olhada:

Zero-waste fashion

O zero-waste fashion, que significa “moda lixo zero”, é uma filosofia que tem como objetivo levar a zero a produção de lixo durante a indústria têxtil. Aqui, os designers pensam em como utilizar os materiais em toda a sua capacidade sem gerar desperdício de recursos.

Upcycling

Dentro da moda sustentável, o Upcycling é um dos movimentos que tem ganhado bastante popularidade nos últimos anos. Ele tem como objetivo dar um novo rumo a materiais que seriam descartados, como resíduos, plástico e roupas antigas, que são utilizadas para fazer novas peças de forma criativa.

Slow fashion

O slow fashion, que significa “moda devagar”, faz oposição direta ao fast fashion e defende uma produção têxtil lenta, com valorização de quem fez e dos processos e condições de trabalho de quem fabrica as peças.

Insecta: onde o eco e o sexy caminham juntos

Aqui, na Insecta, fazemos uma moda sustentável que vai desde a utilização de materiais ecologicamente corretos até o fechamento de ciclo, onde você pode devolver um Besouro usado e ajudar a transformá-lo em um novo calçado, contribuindo para a economia circular.

Por isso, estamos sempre falando sobre a importância da moda sustentável e o consumo consciente por aqui. Então, que tal ficar por dentro do assunto e saber mais sobre como você pode ajudar o meio-ambiente com passos simples? Continue lendo

Greenwashing: entenda mais sobre esse assunto

Greenwashing: entenda mais sobre esse assunto

Você sabe o que significa greenwashing? Ele faz referência à apropriação de causas ambientalistas por meio de técnicas de marketing, com o objetivo de criar uma imagem positiva da marca, principalmente para esconder ou desviar a atenção de impactos negativos causados por ela.

Em outras palavras, esse termo é usado para falar de empresas que querem mudar sua imagem perante o público, mas sem uma real preocupação em mudar seus processos nocivos ao meio ambiente e à sociedade como um todo.

Para te ajudar a ficar por dentro do assunto, a Insecta trouxe um conteúdo para explicar o que é greewashing e como você pode identificar marcas que utilizam esse tipo de apropriação no dia a dia. Continue a leitura e saiba mais.

De onde surgiu o termo “greenwashing”?

O termo "greenwashing'' pode ser traduzido para algo como “lavagem verde” e foi criado em 1986 pelo ativista ambiental Jay Westerveld, após uma visita em um hotel de Samoa, na Polinésia. 

No local havia um pedido para que os hóspedes utilizassem uma mesma toalha durante a estadia, com o objetivo de “salvar o planeta” ao evitarem o desperdício de água. A partir dessa ocasião, o ativista norte-americano apontou a distorção do discurso ambiental como forma de beneficiar apenas a própria empresa. 

Com a crescente relevância da sustentabilidade e o aumento da cobrança por práticas que beneficiam o meio ambiente, muitas empresas ainda utilizam o discurso ecológico apenas como estratégia de marketing e aumento de lucros, enquanto, na prática,  continuam prejudicando a natureza.

Como identificar empresas que praticam greenwashing?

Como vimos, o greenwashing é uma prática de empresas e marcas que se apropriam de causas ambientais para benefício próprio. Entender como os negócios utilizam esse discurso no dia a dia nem sempre é uma tarefa fácil, mas há formas de ficar por dentro. Confira alguns exemplos de greewashing.

Falta de políticas trabalhistas

Não é novidade que empresas utilizam o discurso sustentável nos produtos, mas, no trato com os colaboradores, a realidade é bem diferente. Por isso, o desrespeito às leis trabalhistas, como horas e benefícios combinados, também é considerado uma prática de greenwashing.

Usar ingredientes que agridem o meio ambiente

É muito comum que empresas que praticam o greenwashing coloquem informações sobre práticas sustentáveis nas embalagens. No entanto, essa é mais uma apropriação do discurso ambiental, já que, em muitos casos, não há explicação sobre o processo de produção ou composição do produto.

Utilizar informações falsas

Assim como a falta de informações sobre a produção e composição dos produtos que se vendem como sustentáveis, as informações falsas também são táticas utilizadas por empresas. Por isso, é comum que muitas embalagens contenham selos e certificações de práticas sustentáveis que, na verdade, a empresa nunca conquistou.

Não informar se as embalagens são recicláveis

A reciclagem é parte fundamental para a diminuição da produção de lixo e, consequentemente, para o cuidado com o meio-ambiente. Portanto, é importante que as embalagens e os produtos contenham o selo reciclável, já que esse detalhe facilita o trabalho da coleta seletiva.

Como combater o greenwashing?

Agora que você já sabe como identificar uma empresa ou propaganda greenwashing, é hora de conhecer algumas formas de contornar a situação. Saiba como fazer isso com passos simples.

Informação é poder

Para contornar o greenwashing, é importante que tenhamos informações sobre as práticas, certificações e fabricação dos produtos que consumimos. Aqui, vale a pena pesquisar sobre as empresas na internet e compartilhar as informações com grupos de amigos. Quanto mais pessoas souberem do problema, mais fácil será combatê-lo.

Familiarize-se com os rótulos

Como dissemos, muitas empresas utilizam rótulos e selos de certificações sustentáveis em embalagens, quando, na prática, a história não é bem assim. Por isso, é importante estar familiarizado com os rótulos ambientais presentes no Brasil e no mundo. Dessa forma, fica mais fácil identificar o problema.

Dê preferência a empresas transparentes e sustentáveis

Na hora de comprar, dê preferência a empresas que se preocupam com a transparência nos processos de produção e nos insumos e matérias-primas utilizadas na fabricação dos bens, como fazemos aqui na Insecta. Vale a pena ficar por dentro das redes sociais e sites da empresa para ter acesso a essas informações e, assim, comprar de forma consciente.

Insecta: por uma sustentabilidade transparente e acessível

A forma como você se posiciona em relação ao greenwashing é importante para que essas práticas sejam cada vez mais conhecidas e combatidas no dia a dia. Afinal, é a partir do acesso a essas informações que a mudança pode ocorrer. 

Por aqui,  trabalhamos de forma transparente para que você sempre saiba como é o nosso processo de produção e como os nossos produtos impactam o meio ambiente. Então, não deixe de ficar por dentro do nosso blog e conhecer mais sobre como fabricamos os Besouros que chegam até você. Continue lendo

Sustentabilidade para crianças: 8 dicas para ensinar

Sustentabilidade para crianças: 8 dicas para ensinar

Ensinar sustentabilidade para crianças é, a cada dia que passa, mais importante. Afinal, o planeta que nós e as gerações anteriores deixaremos para elas está passando por uma crise climática que pede ações imediatas. 

 

A educação ambiental nas escolas é prevista por lei, mas como adultos responsáveis que somos, não devemos deixar esse dever apenas para os professores, achando que está tudo ensinado e resolvido. 

Precisamos dar exemplos e mostrar como viver de um jeito mais verde no dia a dia. Para te ajudar, separamos oito dicas de conscientização infantil que você pode começar a fazer em casa hoje mesmo. Continue a leitura e saiba mais. 

 

Por que ensinar sustentabilidade para crianças?

Não é novidade que os hábitos que temos hoje são prejudiciais ao meio ambiente e terão um grande impacto na vida de todos. O consumo de carne, por exemplo, está atrelado à grande quantidade de gases nocivos para a atmosfera. Segundo dados da WordWatch, a pecuária é responsável pela emissão de 32 milhões de toneladas de gás carbônico.

No Brasil, a produção de lixo subiu 11% em apenas uma década, saindo de 66,7 milhões de toneladas, em 2010, para 79,1 milhões de toneladas, em 2019. Isso significa que, na prática, produzimos e utilizamos os bens em larga escala, mas não os reaproveitamos. 

Por isso, é importante que mudemos nossos hábitos de consumo. No entanto, só isso não é suficiente. É preciso levar a importância dos cuidados com o meio ambiente também para os pequenos, pois é na educação que plantamos uma sementinha e mudamos comportamentos.

 

Confira 8 dicas práticas para ensinar aos pequenos

Na hora de ensinar sustentabilidade para crianças, é importante saber como dialogar com elas e explicar os conceitos básicos de forma que consigam entender. Além disso, os exemplos também são boas apostas. Veja algumas dicas práticas de como educar as crianças de forma sustentável.

 

Separar o lixo

É importante explicar para os pequenos como a maioria das embalagens, sacolinhas e itens descartáveis serão usados por pouco tempo e depois irão para uma montanha de lixo. Por isso, explique como, muitas vezes, esse lixo pode ir parar no mar e machucar os animais. 

Além desses passos, ensine a separar o lixo seco do orgânico, explicando a diferença entre cada um e a importância da reciclagem. Você também pode transformar tudo num jogo para deixar a conscientização ambiental mais leve e divertida.

 

Compostagem

Com certeza, as crianças vão adorar participar da compostagem quando souberem do trabalho das minhocas nesse sistema! Vocês podem construir juntos a composteira e elas podem ajudar a separar o que vai para a compostagem. 

Quando o ciclo chegar ao fim e você mostrar que tudo aquilo ainda pode virar adubo e fertilizante para as plantinhas de casa, elas vão conseguir visualizar e entender o ciclo da reciclagem orgânica.  

 

Cuidado com a água

Com a água, você pode explicar a importância de preservar esse recurso. Na prática, é possível transformar o ensinamento em um jogo para ver quem gasta menos água. Cronometrar os banhos é uma maneira de tornar esse hábito de sustentabilidade para crianças mais claro.

Fechar a torneira ao escovar os dentes ou usar um copo meio cheio é uma boa prática de educação sustentável. Enquanto a água esquenta para o banho, colete com um balde e, depois, mostre que essa mesma água será usada para regar plantas, na descarga ou na limpeza da casa. 

 

Compartilhamento

Vale para brinquedos, eletrônicos e até na hora da televisão ou computador em casa. Nas roupas, nem se fala! Crianças crescem rápido, e passar adiante o que não serve mais, assim como pegar do irmão ou primo mais velho uma peça usada, comprar em brechós e organizar troca-troca de brinquedos e roupas é bacana para evitar o consumo exagerado.

Assim, fica fácil mostrar como uma coisa que não serve mais para um pode ser importante para outro. É nesse momento que você pode ensinar a cuidar bem das coisas para preservar e poder compartilhar. 

 

Faça você mesmo

Fazer coisas é uma baita lição de autonomia e sustentabilidade, mostrando que não há necessidade de consumir tanto. Criar brinquedos e jogos com materiais reutilizados estimula a imaginação e a criatividade, além de permitir que as crianças se envolvam em atividades lúdicas.

Aqui, você pode mostrar como elas podem recortar e montar brinquedos com papelão, como o besourinho na caixa do nosso oxford infantil,  ou ainda customizar as suas coisas, como a mochilinha que acompanha o sapato.

 

Plantando em casa

Faça uma horta em casa com a ajuda das crianças. Acompanhar algo que foi plantado a crescer e se desenvolver é uma baita experiência, ainda mais se no fim de tudo for um temperinho que vai para o prato! 

Mostre como regar com água reaproveitada e use o adubo e o chorume da composteira. Desse jeito, fica mais claro como tudo está interligado e fica melhor quando rola essa troca e cuidado. 

 

Atividades ao ar livre

Ensinar sustentabilidade para crianças também passa pelo contato real com a natureza para entender na prática a sua importância. Promova piqueniques em família e peça ajuda para embalar os lanches e, no fim do dia, se certificar de que nenhum lixo foi deixado para trás. 

Se você tem uma área aberta, faça uma “sessão de cinema” ao ar livre ou crie um acampamento divertido. Convide para uma caminhada na praia onde vocês vão recolher lixo  — peça para que elas mostrem e você recolhe, evitando contato com materiais perigosos —, vendo na prática como todos podem ajudar. 

 

Insecta: ensine uma causa com a gente

Na Insecta, acreditamos que ensinar o valor do meio ambiente e sustentabilidade para crianças é um assunto sério, mas que pode ser discutido de forma leve e divertida, já que elas precisam de um ambiente tranquilo para absorverem tudo naturalmente. E por aí, o que mais você faz para ensiná-las a viver uma vida mais verde?

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Quanto custa um sapato Insecta?

Quanto custa um sapato Insecta?

Nas últimas semanas teve muita gente nos perguntando se a Insecta faria algo na Black Friday. E de fato nós preparamos uma ação. Por aqui temos a Green Friday, nossa campanha pra você comprar só se tiver vontade, e não por um impulso que vai virar arrependimento ou fazer mal para o planeta. Queremos propor um novo olhar sobre o consumo. Pra pensar bem e entender como comprar deve ser um ato consciente e responsável, sempre. Esse ano, nesse mar de descontos e preços caindo loucamente, resolvemos falar sobre isso: o PREÇO. Quanto custa fazer um sapato da Insecta? Abrimos a nossa planilha de custos e vamos compartilhar ela com você (mas de um jeito bem fácil, que até quem é de humanas vai entender, calma). Olha só:   

Green Friday Insecta from Insecta Shoes on Vimeo.

 

 

Ficou dúvida? Vamos rever então. Nosso preço é composto desse jeito:

 

CUSTO DO PRODUTO 34%

DESPESAS ADMINISTRATIVAS 31%

DESPESAS COM VENDAS 7%

IMPOSTOS 10%

REINVESTIMENTO OU LUCRO 18%

 

E o que significa isso? É o seguinte: O custo do produto é tudo que envolve a sua produção. Metade vai para a mão de obra, e a gente só trabalha com fábricas que contratam pessoas de forma regular e remuneram de maneira justa. Se não for pra ser assim, nem fala com a gente. A outra metade é a matéria-prima: estamparia, cadarço, embalagem, caixa, saquinho, palmilha e tudo que compõe o seu besouro.

Se um sapato Insecta custa R$ 290 isso quer dizer que, em média, R$99 é gasto nessa etapa. Daí vem as despesas administrativas, que envolvem toda a estrutura da nossa empresa. São salários e benefícios de quem trabalha junto todos os dias pra criar, comunicar e administrar a Insecta.

Hoje temos 12 funcionários com carteira assinada, no regime CLT com todos os direitos em dia, a Celci, mais os nossos ~agregados (freelas e prestadores de serviço). E ainda tem toda aquela parte que inclui aluguel, luz, água e claro, os nossos mascotes Biga e Badok. Isso tudo dá R$90 no valor final do sapato.

Sabia que vender gera despesas? É, acontece. E corresponde a R$20 no valor do nosso produto. São as comissões das vendedoras, taxas de cartão de crédito, e toda a verba do marketing, incluindo fotos, vídeos, mídia, e até o frete pra compra chegar à sua casa (na Insecta o frete é sempre grátis pro Brasil todo, nas compras acima de R$185).

Os impostos, bom, acho que nem precisa explicar, né? O que sobra dessa conta é o valor de lucro ou reinvestimento, em média R$52. Esse valor é o que a gente prevê pra investir na empresa: novos projetos, novas lojas, pesquisa de novos materiais, desenvolvimento de novos produtos, novas contratações… tudo que envolve crescimento. E depende diretamente do nosso volume de vendas.

Se a gente não bater as metas mínimas mês a mês, a nossa conta não fecha e não sobra grana pra reinvestir. Tá, mas você já viu a Insecta dando desconto. Explicamos então. É desse valor que a gente acabou de falar que saem os descontos de primeira compra, aniversário e também os descontos nos pares em liquida, que em geral são peças que serão descontinuadas para dar espaço a novas apostas no nosso estoque. Então, toda vez que decidimos baixar os preços, deixamos de investir na empresa, porque é melhor tirar um pouco do lucro do que deixar de pagar os boletos, né não? E como o papo de hoje é sobre transparência, a gente aproveita pra contar que por enquanto ainda não rola por aqui distribuição de lucros porque a Insecta ainda está em crescimento. Ou seja, quando sobra essa grana, a gente reinveste em contratações e abertura de novas lojas, por exemplo.

O que a gente mais quer é ter um lucro estável (quem não?) pra no futuro poder ter uma fundação e virar um negócio social, onde parte desse valor será revertido para o planeta e a sociedade como forma de impacto social positivo. O resultado de todo esse cálculo é esse vídeo que a gente preparou pra nossa Green Friday. Clica pra assistir e começar a consumir de forma mais consciente com a gente. 

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7 livros sobre Moda e Sustentabilidade para ter na cabeceira

7 livros sobre Moda e Sustentabilidade para ter na cabeceira

Esses dias, nós lemos na timeline do Facebook uma alma inquieta lançando a pergunta: “você já teve aquele sentimento de entrar em uma livraria e ficar angustiado por que sabe que são muitos livros e pouquíssimo tempo para lê-los?”. Nós temos esse sentimento e com certa frequência. Afinal, nem o mais gênio e treinado em leitura dinâmica seria capaz de ler todos os bons livros diariamente lançados pelo mundo afora.

Mas é bem possível minimizar essa sensação de impossibilidade focando nosso precioso tempo em livros que abordam assuntos relacionados aos nossos interesses mais aflorados. Por aqui, não vai ser nenhuma surpresa dizermos que sustentabilidade na moda, consumo e capitalismo consciente, e veganismo são temas sempre presentes na nossa cabeceira.

Books

Existem muitos bons livros sobre todos esses temas, livros que são referência para qualquer pessoa que queira se aprofundar mais em algumas dessas questões que tanto nos interessam. Porém, como a mente do ser humano só pode absorver uma determinada quantidade de informação por vez, nossa lista de dica de leitura de hoje vai focar em sustentabilidade na moda com alguns livros destinados a designers e empreendedores de moda, e outros escritos para consumidores curiosos.

Como, infelizmente, nem todos os títulos ganharam sua versão brasileira, nós estamos sugerindo algumas edições em inglês também. Assim a biblioteca fica bem rica.

 

  • Em Português

 

Moda Ética Para Um Futuro Sustentável (2014) 

Autor: Elena Salcedo // Editora: GG Brasil

Você sabia que um adolescente médio espanhol usa a mesma peça de roupa apenas 4 vezes? Isso porque comprar uma peça nova é mais barato que tomar um café com salgado. Fatos como esse, a autora espanhola Elena Salcedo conta em seu livro recheado de informações que analisam desafios e soluções ao se pensar em uma moda mais sustentável. Leitura indicada não só para designers, como também para consumidores em geral que tenham interesse em saber mais sobre esse universo e como comprar de maneira mais consciente e ética.

 

Moda Sustentável (2015) 

Autor: Alison Gwilt // Editora: GG Brasil

Em um livro fácil de ler, Gwilt dedica todo seu pensamento às análises de possibilidades do design focado em estilo e sustentabilidade. Ao longo do livro, são esclarecidos termos como ‘upcycling’, e apresentadas diversas marcas e iniciativas que fazem diferente. O livro é um convite para estilistas repensarem sua relação com a criação de produto.

 

Moda E Sustentabilidade: Uma Reflexão Necessária (2012) 

Autor: Lilyan Berlim // Editora: Estação Das Letras

O primeiro livro brasileiro de moda e sustentabilidade conta com os resultados de uma vasta pesquisa de 4 anos dentro desse universo. Berlim contextualiza o tema e suas reflexões interligando-os com os hábitos de consumo e modelos de negócios da nossa sociedade atual. Não é um livro pensado para ser fácil de ler, por isso é indicado para aqueles que realmente estão preparados para uma profunda imersão no universo da moda e da sustentabilidade. 

 

Moda E Sustentabilidade: Design Para Mudança (2012)

Autor:  Lynda Grose e Kate Fletcher // Editora: Senac-SP

Nessa publicação, as pesquisadoras e ativistas, Lynda e Kate, examinam como a sustentabilidade tem o poder de transformar a indústria da moda e todas as pessoas que trabalham nela. O livro é dividido em três temas principais: transformando os produtos de moda, transformando os sistemas de moda e transformando a prática do design de moda. Como o nome sugere, a dupla apresenta novas soluções para os profissionais da área.

 

  • Em Inglês

Stitched Up – The Anti-Capitalist Book of Fashion (2014)

Autor: Tansy E. Hoskins // Editora: Pluto Press – Fernwood Publishing

Hoskins é uma outsider da moda, ou seja, ela nunca esteve dentro da indústria, mas a sua dissertação sobre o assunto, ligando de Karl Lagerfeld a Karl Marx, é extremamente precisa. <Spoiler Alert> Não existe um final feliz aqui e a saída apresentada pela autora sugere um mundo completamente diferente, não só a moda, baseado numa economia pós-capitalista. No caminho, dados horripilantes sobre uma das indústrias mais sedutoras do mundo comprovam as problemáticas por trás de qualquer roupa.

 

Wear No Evil (2014) 

Autor: Greta Eagan // Editora: Running Press

“Doing good and looking good” (algo como fazer o bem e se vestir bem) é o lema de Greta Eagan. Unindo dicas de estilo de uma consultora de imagem profissional com consumo de moda ética e consciente, o livro de Eagan é dedicado a todas as mulheres que queiram ter uma relação melhor com o guarda-roupa, com a moda e com o planeta. Fácil e rápido de ler, vale ter sempre um post-it do lado para marcas as melhores dicas. 

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To Die For – Is Fashion Wearing Out The World? (2011) 

Autor: Lucy Siegle // Editora: Harper Collins Publisher

A publicação mais importante nesse segmento, To Die For é uma análise do nosso fascínio ora por uma moda super barata (fast-fashion), ora por grandes nomes (luxury). A jornalista defende que é possível ter um guarda-roupa ético mesmo sendo um fashionista ligado a tendências. A autora traz o debate sobre a importância dos direitos básicos do consumidor, revela a verdade por trás dos preços baixos e a importância das nossas decisões de compras, defendendo uma nova era do design sustentável.

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Opssss

A gente tá trabalhando em algumas novidades e por isso a loja estará instável das 16h as 18h.

Logo, logo estaremos de volta, tá!