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Greenwashing: entenda mais sobre esse assunto

Greenwashing: entenda mais sobre esse assunto

Você sabe o que significa greenwashing? Ele faz referência à apropriação de causas ambientalistas por meio de técnicas de marketing, com o objetivo de criar uma imagem positiva da marca, principalmente para esconder ou desviar a atenção de impactos negativos causados por ela.

Em outras palavras, esse termo é usado para falar de empresas que querem mudar sua imagem perante o público, mas sem uma real preocupação em mudar seus processos nocivos ao meio ambiente e à sociedade como um todo.

Para te ajudar a ficar por dentro do assunto, a Insecta trouxe um conteúdo para explicar o que é greewashing e como você pode identificar marcas que utilizam esse tipo de apropriação no dia a dia. Continue a leitura e saiba mais.

De onde surgiu o termo “greenwashing”?

O termo "greenwashing'' pode ser traduzido para algo como “lavagem verde” e foi criado em 1986 pelo ativista ambiental Jay Westerveld, após uma visita em um hotel de Samoa, na Polinésia. 

No local havia um pedido para que os hóspedes utilizassem uma mesma toalha durante a estadia, com o objetivo de “salvar o planeta” ao evitarem o desperdício de água. A partir dessa ocasião, o ativista norte-americano apontou a distorção do discurso ambiental como forma de beneficiar apenas a própria empresa. 

Com a crescente relevância da sustentabilidade e o aumento da cobrança por práticas que beneficiam o meio ambiente, muitas empresas ainda utilizam o discurso ecológico apenas como estratégia de marketing e aumento de lucros, enquanto, na prática,  continuam prejudicando a natureza.

Como identificar empresas que praticam greenwashing?

Como vimos, o greenwashing é uma prática de empresas e marcas que se apropriam de causas ambientais para benefício próprio. Entender como os negócios utilizam esse discurso no dia a dia nem sempre é uma tarefa fácil, mas há formas de ficar por dentro. Confira alguns exemplos de greewashing.

Falta de políticas trabalhistas

Não é novidade que empresas utilizam o discurso sustentável nos produtos, mas, no trato com os colaboradores, a realidade é bem diferente. Por isso, o desrespeito às leis trabalhistas, como horas e benefícios combinados, também é considerado uma prática de greenwashing.

Usar ingredientes que agridem o meio ambiente

É muito comum que empresas que praticam o greenwashing coloquem informações sobre práticas sustentáveis nas embalagens. No entanto, essa é mais uma apropriação do discurso ambiental, já que, em muitos casos, não há explicação sobre o processo de produção ou composição do produto.

Utilizar informações falsas

Assim como a falta de informações sobre a produção e composição dos produtos que se vendem como sustentáveis, as informações falsas também são táticas utilizadas por empresas. Por isso, é comum que muitas embalagens contenham selos e certificações de práticas sustentáveis que, na verdade, a empresa nunca conquistou.

Não informar se as embalagens são recicláveis

A reciclagem é parte fundamental para a diminuição da produção de lixo e, consequentemente, para o cuidado com o meio-ambiente. Portanto, é importante que as embalagens e os produtos contenham o selo reciclável, já que esse detalhe facilita o trabalho da coleta seletiva.

Como combater o greenwashing?

Agora que você já sabe como identificar uma empresa ou propaganda greenwashing, é hora de conhecer algumas formas de contornar a situação. Saiba como fazer isso com passos simples.

Informação é poder

Para contornar o greenwashing, é importante que tenhamos informações sobre as práticas, certificações e fabricação dos produtos que consumimos. Aqui, vale a pena pesquisar sobre as empresas na internet e compartilhar as informações com grupos de amigos. Quanto mais pessoas souberem do problema, mais fácil será combatê-lo.

Familiarize-se com os rótulos

Como dissemos, muitas empresas utilizam rótulos e selos de certificações sustentáveis em embalagens, quando, na prática, a história não é bem assim. Por isso, é importante estar familiarizado com os rótulos ambientais presentes no Brasil e no mundo. Dessa forma, fica mais fácil identificar o problema.

Dê preferência a empresas transparentes e sustentáveis

Na hora de comprar, dê preferência a empresas que se preocupam com a transparência nos processos de produção e nos insumos e matérias-primas utilizadas na fabricação dos bens, como fazemos aqui na Insecta. Vale a pena ficar por dentro das redes sociais e sites da empresa para ter acesso a essas informações e, assim, comprar de forma consciente.

Insecta: por uma sustentabilidade transparente e acessível

A forma como você se posiciona em relação ao greenwashing é importante para que essas práticas sejam cada vez mais conhecidas e combatidas no dia a dia. Afinal, é a partir do acesso a essas informações que a mudança pode ocorrer. 

Por aqui,  trabalhamos de forma transparente para que você sempre saiba como é o nosso processo de produção e como os nossos produtos impactam o meio ambiente. Então, não deixe de ficar por dentro do nosso blog e conhecer mais sobre como fabricamos os Besouros que chegam até você. Continue lendo

Lixo zero: saiba como ter uma vida mais sustentável

Lixo zero: saiba como ter uma vida mais sustentável

 

Pequenas mudanças impactam o mundo todo. Neste sentido, trocas simples geram um ganho significativo. Da separação de itens para reciclagem, que ocasionam o lixo zero, à prioridade por produtos fabricados com responsabilidade socioambiental, mudar o mindset pode te surpreender com ainda mais conforto, saúde e qualidade de vida. 

Pensando em ajudar na transformação do mundo e nos cuidados com o meio ambiente, a Insecta trouxe algumas dicas para você reduzir a produção de lixo no dia a dia. Quer ver algumas ideias? Então, continue a leitura do conteúdo que preparamos.

 

Por que reduzir a produção de lixo?

O movimento lixo zero tem como premissa a redução da produção de descarte, reaproveitando os materiais orgânicos para adubo e reinserindo os materiais recicláveis na cadeia de produção.

Dessa forma, é possível alcançar uma sociedade com responsabilidade sustentável, em que os resíduos não são destinados a lixões e aterros sanitários, mas aproveitados novamente para a produção de outros bens, como fazemos aqui, na Insecta.

Hoje, o Brasil é o país que mais gera lixo em comparação a outros da América Latina. Segundo dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, a geração saiu de 66,7 milhões de toneladas em 2010 para 79,1 milhões em 2019. Isso significa que, na prática, os resíduos são produzidos, descartados e acumulados, prejudicando o meio ambiente.

Como realizar trocas para uma vida lixo zero?

Para conseguir ter uma vida lixo zero, são necessários alguns passos. O primeiro deles é reduzir o consumo, já que essa é uma das formas mais eficazes de produzir menos resíduos e cuidar da natureza. Também listamos outras práticas simples que você pode adotar no dia a dia. Confira.

Dê preferência ao shampoo sólido

Além de não usar plástico nas embalagens, shampoos e condicionadores sólidos consomem quase 80% menos água que as versões líquidas ou em gel. Eles ainda são feitos com ingredientes 100% vegetais, totalmente biodegradáveis e sem derivados químicos.

Troque a sacola plástica pela ecobag

Segundo a Agência de Proteção Ambiental (EPA), mais de três trilhões de sacolas plásticas são consumidas a cada ano em todo o mundo. Portanto, ter sua própria embalagem para compras ou transporte de utensílios te afasta dessa cadeia que atola a natureza de lixo, ameaçando espécies em terra e água. 

Utilize as fraldas de pano

A Agência Nacional de Segurança Sanitária da Alimentação, do Meio Ambiente e do Trabalho (Anses) da França encontrou 60 substâncias tóxicas em fraldas descartáveis infantis, incluindo glifosato. Também foram identificados disruptores endócrinos e substâncias cancerígenas derivadas do cloro. 

Se cada criança usa, pelo menos, quatro mil unidades até os três anos, imagine tudo o que ela está absorvendo em contato direto com elementos tóxicos que ainda contribuem para que cada fralda leve, em média, 450 anos para se decompor! Precisa mais argumento para testar as fraldas de pano?

Dê adeus ao copo plástico

Assim como os canudos já foram banidos, os copos descartáveis deveriam estar com os dias contados no planeta: segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos (ABRELPE), só no Brasil, quase 1.500 toneladas de resíduos diários originam deste produto. 

Por isso, a gente pode adotar os copos sustentáveis e reutilizáveis, levando-os do trabalho à festa — sim, a tendência ecofriendly é super cool. O modelo Insecta é retrátil, 100% feito no Brasil, livre de BPA, ftalatos e metais pesados. Além de ser lindo, ele vem com alça na tampa para você pendurar onde quiser.

Conte com a limpeza natural

Os detergentes industrializados seriam chamados de veneno se não rendessem tanto dinheiro aos fabricantes e aos comerciantes. A boa notícia é que, com insumos naturais e biodegradáveis, a gente pode manter a casa limpinha sem prejudicar a saúde e a natureza — além de gastar bem menos. 

Vinagre, bicarbonato de sódio, limão e água quente fazem milagres pela higienização e pela desodorização de ambientes, funcionando como poderosos desengordurantes.

Faça um cafezinho à moda antiga

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) concluiu que o café em cápsula pode ser até 14 vezes mais prejudicial ao meio ambiente que o passado em filtro de papel porque as embalagens são difíceis de reciclar. Para evitar esse amargo impacto, sugerimos a prensa francesa ou o coador.

Atenção aos Rs

Reduza o consumo e favoreça o reuso, transformando e otimizando itens que poderiam virar lixo. Garrafas dão vasos fofos, camisetas velhas funcionam bem como panos e perecíveis podem ser 100% aproveitados. Assim, fica mais fácil aderir ao lixo zero. 

Insecta: menos lixo para uma vida mais ecosexy

Na Insecta, prezamos pela reutilização e pela responsabilidade ambiental. Por isso, nossos produtos são feitos de forma sustentável, com materiais reciclados e recicláveis, como garrafas PET, tecidos de reuso e peças garimpadas. 

Além dessas sugestões para uma vida lixo zero, temos várias outras dicas no nosso e-book 30 dias sem Lixo, pelo qual você paga o quanto quiser para baixar. Acesse o conteúdo e ajude a reduzir a produção de lixo.

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Qual o impacto ambiental da produção de um sapato?

Qual o impacto ambiental da produção de um sapato?
Na Green Friday apresentamos o nosso primeiro Relatório De Impacto Socioambiental, onde explicamos direitinho a nossa produção e falamos do futuro que queremos construir. Mas achamos que pra você entender ainda melhor a diferença que estamos fazendo (e ainda pretendemos fazer) é importante contar mais algumas coisas sobre a produção tradicional de calçados: 
  • As indústrias de calçados e vestuário geraram entre 5% e 10% da poluição global em 2016.
  • Produtos de couro têm o maior impacto (por conta da cadeia de extração e beneficiamento), seguidos pelos sintéticos (por conta da produção de polietileno e poliéster) e por fim dos calçados de tecido (afetam a disponibilidade de água doce, devido ao cultivo de algodão). 

Como a gente dribla isso? Focando a nossa em materiais veganos e cada vez mais em material reaproveitado. ;) 


Por aqui o que a gente faz é reutilizar tudo que for possível como enchimento de palmilha, evitando mandar para aterros. 

  • A indústria calçadista também gera resíduos industriais, como lodos de estações de tratamento de efluentes, cromo (utilizado no curtimento do couro), enxofre, cloro e outros compostos  altamente solúveis quando jogados (ilegalmente) na água. 
  • Eles afetam os organismos aquáticos e também os humanos, causando problemas de fígado, dermatites, irritações do trato respiratório e podem agir como disruptores endócrinos. 

 

Como evitar isso? Rastreabilidade. Estamos em contato com grande parte dos nossos fornecedores para ter certeza de que tudo que é feito nas fábricas é feito de maneira correta, e nossa meta é ter uma cadeia 100% rastreável. 

  • Um estudo feito na China concluiu que a maior parte das emissões de CO² vem do momento da produção nas fábricas, porque lá a matriz energética dominante é a queima de carvão. 
  • No Brasil temos uma matriz energética muito mais limpa, e quando você consome marcas locais ajuda a evitar essas emissões lá no outro lado do planeta (além das geradas no transporte). 
  • Priorizar produtos feitos em menor escala também é uma maneira de ajudar a reduzir emissões, seja lá onde for a produção. 

A indústria calçadista ainda tem muitos problemas, mas sabemos que pode melhorar, é só querer. Estamos aqui, abrindo caminhos e mostrando que é possível uma produção mais limpa e responsável, mas precisamos que todo mundo embarque nessa com a gente. Vamos?  

Ah, você ainda não viu o nosso relatório? Clique aqui pra conferir! Continue lendo

Desertificação: o que podemos fazer para combater?

Desertificação: o que podemos fazer para combater?

Você sabe o que é desertificação? Esse assunto parece distante para quem vive nas grandes cidades, mas, na verdade, está bem ligado à forma como vivemos e consumimos. Em 2018, o Brasil registrou os maiores números de desmatamento na região amazônica de toda a história e atingiu 52 hectares da Amazônia por dia. 

Existem várias teorias sobre o futuro da Amazônia caso os desmatamentos não diminuam. Uma das principais teses aponta para a savanização, ou seja, a transformação da densa floresta em uma vegetação rala. Uma sucessão de eventos trágicos poderia piorar ainda mais as coisas, levando à formação de um deserto.

Por isso, no post de hoje, decidimos falar um pouco sobre o que é desertificação e qual é o nosso papel para combatê-la. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura do conteúdo que preparamos.

O que é desertificação?

O processo de desertificação é definido como uma degradação ambiental causada pelo manejo inadequado dos recursos naturais nos espaços áridos, semiáridos e subúmidos secos, que compromete os sistemas produtivos das áreas susceptíveis, os serviços ambientais e a conservação da biodiversidade. 


A desertificação do solo acontece quando ele perde a capacidade de se renovar e se torna um solo infértil, com recursos biológicos finitos. Isso pode acontecer por conta de desmatamento, queimada, falta de irrigação ou, claro, como consequência das mudanças climáticas.

A desertificação no Brasil também é um assunto alarmante. Boa parte da região semiárida está virando deserto. Essa área engloba oito estados da região Nordeste, o norte de Minas Gerais e parte do Espírito Santo, afetando  35 milhões de pessoas e causando problemas socioeconômicos e ambientais.

Quais são as causas da desertificação?

Entre as causas da desertificação, podemos destacar as atividades humanas e intensa ocupação do solo, assim como o desmatamento, a irrigação inadequada, o uso de fertilizantes químicos e a mineração.

Esse processo causa um desequilíbrio nos ecossistemas e coloca a fauna e a flora locais em risco, ameaçando a vida de milhares de espécies, inclusive a humana. Com todos esses problemas, a atividade migratória pode se intensificar, gerando desemprego e afetando a circulação de renda em diversos municípios.

Saiba quais são as formas de combate

Segundo o Secretariado da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCDD), até 2030, 135 milhões de pessoas no mundo todo serão obrigadas a migrar devido à deterioração da terra. Porém, existem formas de combater o problema com algumas ações no dia a dia. Saiba quais são.

Repense o consumo de itens

Você já parou para pensar no consumo de água por trás das coisas que consumimos? Muitos itens que utilizamos no dia a dia gastam uma grande quantidade de água para serem produzidos. A camiseta de algodão, por exemplo,  gasta 2.700 litros para ser feita.

Para plantar o algodão, que utilizamos para fazer tecidos e roupas, gastamos água e recursos que são desviados para irrigar as plantações do material. Isso gera impactos negativos e leva à desertificação. Por isso, precisamos entender e questionar a origem do que compramos, dando preferência a peças de segunda mão ou com algodão orgânico e agroecológico.

Dê preferência a alimentos locais

A produção de alimentos também é responsável por um alto consumo de água. De acordo com a ONG Mercy for Animals, a pecuária consome ⅓ de toda a água consumida no mundo. Aqui, no blog, nós já falamos sobre o impacto negativo e o alto consumo de água na produção de alimentos de origem animal. 

Por isso, é importante lembrar de consumir alimentos locais produzidos em condições que não degradam o solo e o ambiente onde são feitos. Evitar produtos de monocultura, como a soja, que empobrecem o solo e os que não são encontrados naturalmente nas regiões onde são cultivados também são bons caminhos para evitar esse processo.  

Repense o seu voto

As políticas públicas voltadas ao meio ambiente são extremamente importantes no combate à desertificação. Por isso, precisamos entender que o nosso voto tem poder. Na hora de escolher um candidato, fique de olho em quais são as propostas para a reversão desse cenário e não deixe de cobrar ações práticas caso ele seja eleito.

Insecta: cuide do meio ambiente e faça parte da mudança com a gente

Na Insecta, acreditamos que é imprescindível perguntar quem fez, onde foi feito, e de onde vem as coisas que consumimos. Se o assunto é Meio Ambiente, o problema é de todo mundo e cada um é responsável por fazer o melhor possível. 

Aqui, no blog, você encontra outros conteúdos que podem te ajudar a repensar os hábitos de consumo e a entender como fazer parte da mudança com ações do dia a dia. Há um longo caminho pela frente, mas com pequenos passos, podemos aprender a cuidar melhor do nosso planeta. Continue lendo

5 atitudes que podemos aprender (e levar pra vida) com a Semana do Meio Ambiente

5 atitudes que podemos aprender (e levar pra vida) com a Semana do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado todo dia 5 de junho e é o maior evento relacionado ao tema que existe. 💚 Esse ano (2019, pra você que chegou depois), com sede na China, o tema das discussões durante a semana que vai de 3 a 7 é “poluição do ar”.

Qual a importância disso?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 7 milhões de pessoas morrem todo ano vítimas de doenças relacionadas à poluição do ar. No ano passado, alguns estudos ligaram esse problema até a casos de diabetes. A poluição do ar afeta inclusive o crescimento das árvores em grandes cidades como São Paulo.

Em 2018 foi lançado o relatório “Poluição do Ar na Ásia e no Pacífico: Soluções Baseadas em Ciência” que estabelece 25 medidas com uma meta ousada: garantir ar limpo para 1 bilhão de pessoas até 2030. Dá uma olhada nelas (em inglês) aqui.

O que fazer a respeito?

Você deve ter percebido que a maioria das medidas é relacionada a indústrias, governos, e mudanças em larga escala. Mas não é por isso que nós vamos sentar e esperar que eles se mexam, né? Nós já falamos sobre poluição do ar aqui no blog e sobre como todos podemos ajudar a melhorar esse problema com pequenas mudanças. O que a gente pode fazer? (e dá pra começar agora!)

  1. Deixar o carro em casa e dar preferência ao transporte coletivo ou, quando possível, bicicleta, patinete e afins.
  2. O clássico desligar luz, computador e qualquer coisa alimentada pela energia elétrica quando não estiver usando (incluindo o carregador do celular que fica esquecido na tomada).
  3.  Consumir produtos locais é ótimo para reduzir as emissões de poluentes do transporte. Se ligar na hora de escolher geladeiras e refrigeradores de ar: muito da poluição doméstica vem de gases produzidos por esses aparelhos. Use com responsabilidade e confira a eficiência energética antes de comprar. Consumir produtos locais também é ótimo para reduzir as emissões de poluentes do transporte.
  4. Reduza (ou zere, se possível) o consumo de Isopor, e quando for necessário utiliza-lo faça o descarte correto, nós já falamos sobre isso aqui no Blog. O isopor é um dos maiores poluidores dos oceanos e quando descartado do jeito errado, se aventura e sai por aí indo parar em lagos, rios e mares, onde fica boiando e é engolido por animais.
  5. Além de tudo isso, vamos falar daquele assunto velho conhecido: precisamos gerar menos lixo, principalmente o plástico que não pode ser reciclado. E precisa ser uma ação global. Em março desse ano, a União Europeia aprovou uma lei para proibir até 2021 itens como talheres, pratos, canudos outros descartáveis. A queima de resíduos plásticos a céu aberto é uma das principais fontes de poluição do ar, liberando gases tóxicos responsáveis também pelo efeito estufa. Cerca de 40% de todo o lixo do mundo é queimado, segundo estudos.   Incinerar lixo não é a solução, e sim parar de produzir (e usar!) coisas que não podem ser recicladas, pra começar.
No Brasil ainda estamos engatinhando nessa mudança em termos de políticas públicas, inclusive com algumas falhas. Mas cabe a nós fazer o possível para mudar o cenário enquanto medidas maiores não são tomadas. Vamos? Continue lendo

O problema não é o plástico

O problema não é o plástico
Quando você pensa que não tem mais nada pra problematizar, a gente vem e PÁ. Problematiza a problematização do plástico. Por mais que se fale muito (e cada vez mais, que bom) na poluição plástica, esse não é o único problema ambiental que o planeta enfrenta. Já parou pra pensar que alguns substitutos ao plástico podem ter impacto ainda maior? Olha como a coisa é complicada: um estudo Dinamarquês comparou sacolas de vários tipos de plástico, papel e algodão, e a menor pegada ambiental é... das plásticas. É onde se gasta menos energia e emite menos CO². Eles analisaram materiais diferentes considerando as sacolas disponíveis na Dinamarca:  LDPE (Polietileno de baixa densidade), PP (Polipropileno), rPET (PET reciclado), Poliéster, Biopolímero, papel pardo e algodão. No fim das contas, quem ganhou foi a LDPE - aquele plástico mais firme de algumas sacolas de supermercado. Os caras ainda fizeram estimativas de quantas vezes uma sacola de cada material precisa ser reutilizada pra compensar o impacto da sua produção e chegar aos pés da famigerada sacolinha plástica: 37 vezes para as de polipropileno, 43 vezes para as de papel pardo (papel branco tem uma pegada muuuito maior devido ao processo de branqueamento), 7100 vezes para as de algodão e cerca de 20000 se o algodão for orgânico   Mas calma, não precisa entrar em pânico. Eles analisaram quesitos bem específicos nesse estudo - o lixo marinho, por exemplo, não foi considerado. Essa pesquisa teve foco na extração de material virgem, emissões de carbono durante fabricação e transporte, geração de resíduos durante a produção, entre outros. E daí, nesses quesitos, o plástico bate o algodão.  A conclusão? Reutilize tudo até desmanchar. E quando desmanchar, conserte. A orientação final do estudo é usar e reusar até não poder mais mesmo as sacolinhas de plástico.  Essa notícia serviu pra duas coisas: 1) dar tela azul na cabeça, e 2) fazer a gente lembrar que não dá pra entrar numa guerra cega contra o plástico e esquecer de outras coisas que também são problemáticas - como, por exemplo, o processo de produção de algumas coisas, como o algodão virgem, essa fibra sedenta Quer mais um exemplo bem próximo de problematização da problematização? A história dos canudinhos. Quando a capital do Rio de Janeiro aprovou a lei que impede os vendedores de servir bebidas com canudo de plástico, muita gente comemorou. Mas como tudo nesse mundo, tem o outro lado também. Como muito bem lembrado pela Ligia nesse texto aqui, o plástico é extremamente barato. O vendedor humilde do quiosque e o pequeno comerciante já saem perdendo nessa mudança. Enquanto os grandes restaurantes tem canudos diferentões, biodegradáveis e caros, o ambulante faz o que? Opta pelo copo de plástico, que é mais barato, mas ainda é um problema ambiental.    E da inclusão, alguém lembrou? Canudos de plástico são os mais adequados para PcD (pessoas com deficiência), como a Mariana trouxe nesse desabafo. Banir o canudinho é trazer um problema para as pessoas que precisam dele. E não adianta vir com soluções como “leva um na bolsa”, ou “deixa lá é só pedir”, porque isso não é inclusão. Inclusão é, como ela falou aqui, ser apenas mais um, sem ter que ficar pedindo ajuda.  O debate é longo, e surge aqui uma baita oportunidade pra empresas e pesquisadores investirem no desenvolvimento de versões biodegradáveis e realmente eficientes de canudos dobráveis. É preciso trabalhar, antes de qualquer coisa, a empatia, e daí surgem as soluções reais.  Como sempre, não estamos trazendo nenhuma solução mágica. Queremos ampliar a conversa. Vamos respirar fundo e admitir: o problema não é o plástico. Esse é um material que trouxe muitas soluções pra muitas coisas e facilita a vida quando usado da maneira correta. O problema é como o plástico é usado. Vamos parar de tratar como descartável algo que dura pra sempre? Continue lendo

Uma peça de roupa pode liberar milhares de microplásticos na lavagem

Uma peça de roupa pode liberar milhares de microplásticos na lavagem

Microplásticos. Uma palavra, um problemão. E você ainda vai ouvir falar muito nisso, porque eles estão em tudo - tudo mesmo, incluindo a água que bebemos, a água do mar, o sal marinho, as nossas roupas e até a sua cervejinha do fim de semana. 

Os famigerados microplásticos já contaminaram o gelo do Ártico. E não vão parar de contaminar tudo se a gente continuar despejando eles às toneladas, todos os dias, nos nossos mares. Os microplásticos são pedacinhos de plástico com cerca de 5 milímetros, mas já se fala sobre pedaços de 1 milímetro ou menos em estudos científicos. E ainda tem as primas dos microplásticos, as microfibras. São fibras têxteis com menos de 5 milímetros de comprimento que são liberadas pelos tecidos durante a lavagem.  

Todo ano TRILHÕES de microfibras são liberadas nas lavagens de roupas, segundo esse estudo da Ellen Macarthur FoundationNesse relatório fica bem claro: as microfibras presentes em materiais como poliéster, acrílico e nylon foram identificadas como grandes contribuintes pro problema dos microplásticos nos oceanos. Isso significa nada menos do que: a sua brusinha pode estar intoxicando o planeta.

Num estudo brasileiro, foram feitas lavagens com e sem detergente em peças de algodão, acrílico, poliéster e poliamida. Todas as peças liberaram fibras, e ainda mais nas lavagens com detergente. A conclusão foi que uma única peça de roupa pode desprender entre milhares e centenas de milhares de fibras. Num cenário de tratamento de esgoto ideal, a conta chegou mais de 700 toneladas de fibras sintéticas em escala mundial chegando aos mares. 

Enquanto não desenvolvem filtros que impeçam essas fibras de escaparem das máquinas de lavar, tem gente tentando minimizar o problema. Tipo os caras que criaram o Guppyfriend, um saquinho pra lavar as roupas dentro, que promete segurar boa parte das fibras. Tem também a Cora Ball que você joga na máquina junto com as roupas e captura um certo volume de microfibras.

Essas (e outras que tão aparecendo todo dia) são boas ideias pra ajudar a reduzir esse problema sim, mas não são soluções. A conclusão mais lógica pra resolver essa tragédia ambiental você já deve estar imaginando. Não dá mais pra consumir sintéticos como se não houvesse amanhã, porque do jeito que tá, é possível que não haja mesmo.

Então o que cada um de nós pode fazer é optar sempre que possível por peças de materiais naturais (como algodão, liocel, fibra de bambu, linho, modal), otimizar as lavagens das roupas na máquina  e (essa a gente sabe que é difícil, mas não custa tentar) lavar menos na máquina e mais à mão. Pra saber mais sobre toda a questão do plástico nos oceanos, nós indicamos a websérie Mares Limpos produzida pelo Menos 1 Lixo em parceria com a ONU Meio Ambiente. E pra uma dose bem didática e rápida de informação tem esse vídeo que fala justamente sobre as microfibras:

Nada como entender o problema pra conseguir agir da melhor maneira, né? Ah, e vale sempre lembrar: não precisa se preocupar com a liberação de microplásticos nos nossos tecidos PET! Explicamos direitinho nesse post como tá tudo sob controle por aqui.

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PET reciclado: como utilizamos na Insecta

PET reciclado: como utilizamos na Insecta

Já não é novidade que o planeta Terra sofre com as consequências da sobrecarga do uso de recursos naturais e plásticos, nocivos aos ecossistemas. Por isso, muita gente prioriza a produção de itens com o PET reciclado.

 

O efeito do plástico é tão sério que, hoje, existem leis banindo canudinhos e sacolas plásticas em Rio de Janeiro e São Paulo. Além disso, as pessoas começaram a pensar mais e questionar o uso desse material como descartável, provando que é possível considerar um mundo com menos lixo e com uma produção e consumo sustentáveis, a fim de ajudar o meio ambiente

 

Pensando em te ajudar a entender um pouco mais sobre o PET reciclado e como o utilizamos na nossa produção de calçados, tecidos e acessórios, a Insecta trouxe um conteúdo com algumas informações sobre o assunto. Confira!

Entenda o que é o PET reciclado

Antes de falarmos sobre a garrafa PET reciclada, vamos explicar o que é o PET: uma resina termoplástica derivada dos poliésteres e amplamente utilizada na indústria têxtil e como matéria-prima para a fabricação de embalagens diversas. 

 

No entanto, o plástico é responsável pelo alto nível de poluição dos oceanos, colocando em risco a sobrevivência de diversas espécies. De acordo com o relatório do grupo Ocean Conservancy, 8 milhões de toneladas de resíduos plásticos acabam indo parar no mar a cada ano.  Por isso, levamos a sério a conservação da vida na água e a conservação dos ecossistemas marinho

Como se dá o processo de reciclagem?

Devido à ação nociva do plástico, a reutilização acaba tendo um papel muito importante na redução desses resíduos na natureza. No processo de reciclagem, o PET é refundido e moldado várias vezes. Depois, a tampa, os lacres e os rótulos são removidos por serem feitos de polipropileno.

 

A partir daí, as garrafas são amassadas e levadas para companhias que realizam o trabalho de corte e retirada de qualquer impureza. Com isso, viram o PET reciclado e podem ser utilizadas em novos materiais, como outras garrafas e até roupas.

Qual é o papel das empresas no consumo de plástico?

Antes de mais nada, é preciso falar sobre a responsabilidade estendida da empresa. Isso significa que, quando fazemos e vendemos algo, isso é problema nosso para sempre. 

Quando um produto é comprado, vira responsabilidade do consumidor também, ou seja, uma  é responsabilidade compartilhada. Os nossos sapatos não vão parar em aterros sanitários se depender de nós (e isso inclui você e a Insecta).

No entanto, a gente sabe que essa prática não é tão comum. Apesar de grandes avanços na redução da utilização do plástico por empresas e marcas, o material ainda causa estragos por aí. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, o Brasil é o quarto maior produtor de lixo plástico do mundo. Um número assustador, mas que dá a dimensão do problema.

Como a Insecta reutiliza o plástico?

Por aqui, temos o projeto fechamento de ciclo de produção, em que você devolve um sapato usado e o transformamos em componentes para sapatos novos. Então, independentemente da composição do tecido (que pode ser 100% PET ou algodão e PET reciclado), ele vira recheio de palmilhas, sem aterro ou plástico indo parar onde não deve.

Vale lembrar que trabalhamos com materiais reaproveitados sempre que é possível. Damos vida nova a materiais que já existem e poderiam virar lixo. É o caso do processo de reciclagem do plástico que transformamos em tecido. Com isso, buscamos fomentar uma indústria inclusiva, sustentável e inovadora.

Para ter uma ideia, em quatro anos de empresa, cerca de 10.532 garrafas de plástico viraram sapatos, e muitos já voltaram para o fim do ciclo de produção, em vez de irem para o lixo. Com essa prática, tentamos levar uma consciência sustentável para a produção dos itens que vendemos, ajudando as cidades em que estamos inseridas a se tornarem mais resilientes e sustentáveis.

Insecta: por uma vida com menos plástico

Na Insecta, entendemos que não vamos curar o mundo, por mais que tenhamos muita vontade. Por isso, nosso objetivo é incentivar as pequenas ações, como a utilização do PET reciclado, para todo mundo saber que pode ajudar e, aos pouquinhos, as mudanças acontecem.

Além de tudo isso, vale lembrar que estamos sempre pesquisando e trabalhando para criar soluções melhores para o planeta Terra. Afinal, nada é definitivo e sempre pode melhorar. Se você também quer tentar levar uma vida com menos plástico, que tal conhecer algumas dicas para te ajudar no processo?






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O seu cristal pode ser um problema

O seu cristal pode ser um problema

Sabe aquele cristal de quartzo ou ametista que você tem aí pra atrair boas energias? Você por acaso sabe de onde essa pedra veio? É bem provável que não, porque não é moleza ter esse tipo de informação. E lamentamos informar, até os inofensivos cristais podem ser fruto de exploração de pessoas e danos ao meio ambiente. ):

Você já ouviu falar em toda a questão dos diamantes e de como a sua extração envolve crimes seríssimos contra pessoas, animais e o planeta, né?

Os cristais de menor valor (as chamadas “pedras semi-preciosas) também podem ser bem problemáticos, principalmente por conta dos garimpos clandestinos. É problema que não acaba mais: trabalho escravo, desmatamento, degradação ambiental, riscos à saúde dos trabalhadores e outros impactos que vão muito além, como a produção de lixo nos acampamentos, fogueiras, caça de animais silvestres e escavações feitas sem nenhum cuidado. Ainda tem o impacto social, que chega nas cidades próximas. Vai desde o aumento na demanda dos serviços locais até o aumento da violência e prostituição.

 

Garimpo ilegal de ametista em Sento Sé, Bahia (foto: Arisson Marinho)

Lá em 2011 aconteceu a Operação Senzala em Diamantina. Foram libertadas 31 pessoas que viviam em condições análogas à escravidão numa mina de cristal de quartzo. Estavam sem água potável nem instalações sanitárias, sem treinamento pra operar máquinas (o que aumenta o risco de acidentes) e trabalhando em jornadas exaustivas sem equipamentos de proteção individual (os famosos EPIs). Se quisessem botas, luvas, chapéus e material de higiene, isso era por conta de cada um. Outro problemão é em relação à saúde dos trabalhadores. Nas galerias subterrâneas, eles fazem perfurações nas rochas e usam explosivos pra abrir novos caminhos. Isso libera poeira e gases tóxicos que podem causar danos à saúde como a silicose, uma doença pulmonar crônica e incurável, causada pela exposição à sílica, muito comum nesses ambientes.

Garimpo ilegal de ametista em Sento Sé, Bahia (foto: Arisson Marinho)

Por isso, quando você vai comprar aquela pedra toda mística e energizada é muito importante exigir do comerciante que ele trabalhe com mineradoras de acordo com o comércio justo. Segundo o presidente do Sindijoias de Minas Gerais, os comerciantes só podem comprar pedras preciosas de mineradoras legalizadas ou de cooperativas de garimpeiros - sejam esses empresários daqui mesmo ou de fora do Brasil.  

Mas a realidade do contrabando e do garimpo clandestino ainda é muito comum. Comprar pedra lá fora pode ser cilada também. Muitos comerciantes da Índia, China, Tailândia e Japão enriquecem garimpos clandestinos levando pedras daqui para fora do país E aí se o papo é clandestinidade você já sabe, né? O consumidor final paga barato por um produto que deixou pra trás trabalhadores explorados, invasão de terras indígenas, violência e danos ao meio ambiente.

Até o garimpo legalizado precisa de etapas como o desmatamento da área antes de fazer a perfuração, então pense nos ecossistemas que podem ser degradados pra sempre se isso for feito sem planejamento. A exploração mineral ilegal, feita com equipamentos como escavadeiras hidráulicas, brocas e furadeiras, pode ainda trazer mercúrio à superfície. Ele contamina a água e entra rapidinho na cadeia alimentar, prejudicando desde os menores bichinhos até as pessoas que vivem perto. Trabalhos de garimpos ilegais soterram nascentes e acabam com a água de comunidades próximas, que são, muitas vezes, comunidades carentes que dependem desses rios para ter acesso à água e viver. Já o garimpo mecanizado (com máquinas), pode destruir margens de rios e acabar com ecossistemas locais.

Garimpo ilegal em Sento Sé, Bahia (foto: Arisson Marinho)

E aí, como fazer pra saber se estamos compactuando com isso tudo? Infelizmente, ainda não é fácil ter uma garantia da origem dos cristais em questão. Pra esse caso não temos uma resposta simples. A melhor saída é aquela mesma de sempre: dar preferência pra produção local, comprar de marcas menores e de quem vende pedras extraídas em garimpos próximos (onde é possível ter o contato mais direto com os responsáveis), exigir da sua marca ou loja preferida que ela corra atrás desse controle. Pensar, questionar, se informar e exigir que as empresas se atualizem. Assim como você pergunta quem fez suas roupas, saber de onde veio qualquer coisa é muito, muito importante para um consumo mais consciente e responsável.

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Estamos na lista B Corp Best for the World 2018! 🐞

Estamos na lista B Corp Best for the World 2018! 🐞

Todo ano sai a lista “B Corp Best for the World” (Melhor Empresa B para o Mundo), que é um reconhecimento às empresas que criam impactos positivos com o seus negócios. Nós saímos nessa lista! Conquistamos um lugar na categoria Meio Ambiente pelas nossas práticas no ano de 2017. 💚

A Certificação B a gente mostrou aqui, lembra? Recebemos esse selo porque somos uma empresa economicamente rentável que faz o possível pra que os negócios sejam usados como uma força para mudanças positivas. Ou seja, queremos ser melhores para o mundo e fazemos acontecer

O reconhecimento é feito pela ONG B Lab, que avalia empresas em seis categorias diferentes: Meio ambiente, Clientes, Trabalhadores, Comunidade, Governança e Pontuação Geral. Hoje são mais de 2.400 empresas com Certificação B no mundo. Nós estamos entre as 145 Empresas B da América Latina, e como já contamos, fomos a 1ª empresa de calçados a conseguir a certificação no Brasil, e a 2ª de moda, lá em 2016.

E por que conquistamos esse lugar especial? Porque como você provavelmente já tá sabendo, nos preocupamos com o planeta e fazemos o possível pra que a nossa produção e os nossos produtos reflitam isso na prática, na vida real. A avaliação de impacto B leva em conta o  desempenho ambiental das empresas nas instalações, materiais, emissões e uso de recursos e energia. Nós respondemos um questionário sobre a nossa cadeia de distribuição e transporte e o impacto ambiental de todo o nosso processo.

Também é importante que os produtos resolvam alguma questão ambiental - no nosso caso, usamos materiais reciclados, trabalhamos muito pra reduzir ao máximo nossa geração de resíduos e ainda fechamos o ciclo dos nossos produtos, transformando em novos sapatos ao invés de descartes. Estamos super felizes e queremos dividir isso com você. Assim, você pode ainda mais tranquilidade sabendo que quando compra um Insecta ele tem todo esse pensamento por trás, e é reconhecido. 💚

Quer conhecer outras empresas que, assim como a gente, têm práticas do bem? Clica pra saber: bthechange.com/bestfortheworld

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X vinnu_lennartc

Opssss

A gente tá trabalhando em algumas novidades e por isso a loja estará instável das 16h as 18h.

Logo, logo estaremos de volta, tá!