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#FeitoNoBrasil: Ülevus

#FeitoNoBrasil: Ülevus

Moda sem gênero - na prática - é o negócio da Ülevus, marca brasileira fruto da criatividade de Paola Penna e Larissa Rodrigues. A ideia de criar uma marca surgiu de uma necessidade e de uma certa indignação do casal. Cansadas de ver tantas marcas que impõem divisões de gênero, decidiram disponibilizar peças atemporais e democráticas para pessoas que, assim como elas, buscam por individualidade e liberdade.

Partindo dessa ideia de quebrar paradigmas, a Ülevus é guiada por outros valores importantes, como a produção justa e responsável. Todas as roupas são pensadas e feitas no Brasil, produzidas em ateliês de confiança com estrutura adequada para absorver a demanda da marca. Os tecidos são fornecidos prontos por tecelagens que trabalham com atacado, aproveitando a oferta do que já existe, ao invés de desenvolver materiais do zero.

   

E por falar em materiais, a preferência da marca é pelas malhas e pelos tecidos leves. As peças são soltas e confortáveis, feitas para que se adaptem facilmente a qualquer biotipo independente de gênero. O linho é uma fibra muito importante nas coleções da Ülevus, presente em calças, camisas, macacões, kimonos e outras peças bem atemporais. Democrática sim, mas de olho no público jovem. A Ülevus surge para esses consumidores como uma alternativa consciente ao fast fashion, que é normalmente a escolha mais recorrente dessa faixa. A produção responsável, em quantidades pequenas e bem pensadas, possibilita que os consumidores sejam criativosao invés de apenas se adequarem ao que já vem pronto das lojas. Com um estilo que mistura referências urbanas, minimalistas, contemporâneas e artsy, a gama de possibilidades sem limitações oferecida pela Ülevus é muito mais ampla.

Fique por dentro das novidades da Ülevus e conheça melhor a marca. Siga nas redes sociais e confira o site oficial aqui.

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#FeitoNoBrasil: Paleae Brasilis

#FeitoNoBrasil: Paleae Brasilis

Paleae Brasilis é latim pra “palha brasileira”, como você pode estar suspeitando. E esse é o nome da marca de design autoral que mistura moda e decoração criada nas areias do Rio de Janeiro pela estilista Ana Voss e o designer Brunno Jahara. Eles começaram não faz muito tempo, em 2016, mas já levaram as suas criações do solo brasileiro pra eventos como o Maison et Objet 2017 e a Semana de Design de Milão, também em 2017.

A ideia da dupla de designers era trabalhar esse material tipicamente tropical de uma maneira universal, levando a brasilidade além, de uma forma não caricata. É o tropical design termo que eles usam para definir o trabalho. A palha natural de fibra de arroz é a eleita pra criar chapéus, bolsas, alpargatas e itens de decoração como luminárias e cestos de frutas. O design dos objetos de decoração parte, na maioria, do formato do chapéu de palha - no cesto de frutas e na luminária a inspiração fica bem evidente. As tramas são feitas de forma artesanal, como manda o figurino quando o assunto é palha, e tudo é feito no Brasil.  

A palha, esse material natural, biodegradável, maleável e versátil, às vezes ganha estruturas de latão (no caso dos objetos de decoração) ou outras intervenções, como o bordado feito na collab com a estilista Isabela Capeto. É um jeito de mostrar o potencial desse ícone tropical de ser um objeto de desejo, muito além da função prática.  Pra saber mais sobre a marca e acompanhar os lançamentos (que são sempre em tiragens limitadas), segue lá no Instagram oficial.

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#FeitoNoBrasil: TUCUM

#FeitoNoBrasil: TUCUM

A Tucum não se considera uma marca, mas sim um negócio social que procura valorizar e divulgar o trabalho dos povos indígenas do Brasil. Os idealizadores da Tucum são três sócios que vem de áreas distintas, o que só ajuda a enriquecer o trabalho da empresa: o antropólogo Fernando Niemeyer, a empreendedora social Amanda Santana e o geógrafo Thiago Vedova.

Para a Tucum, o trabalho artesanal dos povos da floresta é um patrimônio a ser respeitado, valorizado e especialmente divulgado para as pessoas que não tem esse contato direto. Eles trabalham forte para trazer essa interação entre a vida urbana e os produtores artesanais. Um dos motivos da Tucum não se considerar uma marca de moda é que eles não produzem nenhuma peça como marca.

O que eles fazem é uma curadoria de produtos feitos por mais de 20 os povos indígenas, e também artesãos da borracha e cooperativas de ribeirinhos. Com esse olhar apurado, a Tucum consegue mostrar que o trabalho artesanal indígena pode ter ao mesmo tempo uma cara rústica e contemporânea. Os artesãos são habilidosos e combinam facilmente estéticas atuais com saberes ancestrais que são passados de geração pra geração.

Um dos objetivos da empresa é justamente mostrar como a arte desses povos não é estática, ao contrário do que muitas pessoas acreditam. Eles trazem suas vivências e estão sempre evoluindo e se adaptando de forma dinâmica ao que é atual. Referências modernas são agregadas a produtos feitos de maneira artesanal. Um exemplo são os cocares feitos de canudos plásticos em uma técnica tradicional. Os artesãos Kayapó substituem as penas por canudos reaproveitados e transformam um problema ambiental em arte, usando saberes tradicionais. Além de produtos de moda como acessórios e bolsas, eles também trabalham com objetos de arte e decoração feitos nesses mesmos moldes. 

E o nome da empresa, vem de onde? Como eles mesmos explicam no site, "Tucum é o nome de uma palmeira encontrada em todo o território brasileiro, cujas folhas, frutos e sementes são amplamente utilizados por diferentes populações tradicionais. Com a fibra extraída das folhas se faz uma linha forte e resistente, com a qual se tecem belas redes. Esta palmeira é nossa inspiração, tecendo redes entre pessoas". A geração de renda para as comunidades com quem eles firmam parcerias é uma das missões da empresa. Uma prática muito bacana da Tucum tem relação com a remuneração dos artesãos: são pagos antes e independentemente de seus produtos serem comercializados. Transparência e respeito a todos os elos da cadeia produtiva. <3 Pra saber mais sobre a Tucum vale a visita no site.

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#FeitoNoBrasil: Dresscoração

#FeitoNoBrasil: Dresscoração

Não tem como falar da Dresscoração sem apresentar, antes de qualquer coisa, a Loo Nascimento, responsável pela criação da marca. É do olhar atento e das pesquisas fruto de referências da ponte aérea Salvador-São Paulo, que surgem as peças coloridas e cheias de personalidade. Carregadas de significados e referências, misturam novidades e garimpos em um trabalho forte de resgate.

Loo e a irmã Luma plenas e cheias de cor

A Dresscoração nasceu como um blog pessoal da Loo, onde ela compilava inspirações, referências estéticas e apontamentos das suas pesquisas de tendências. Do blogspot o projeto migrou para o Facebook na forma de fanpage, e o olhar da Loo chamou atenção e bombou demais, fez muito sucesso.

Em 2012 ela resolveu transformar essas referências em produto e criou camisetas com frases estampadas. Essas frases remetiam aos temas pesquisados por ela e que são pilares da marca até hoje: autoafirmação, representatividade, empoderamento negro, exaltação da estética afro brasileira. Mais uma vez, sucesso. Hoje ela trabalha com garimpos de estampas e texturas em brechós, sempre procurando por peças brasileiras que tragam a herança africana nas cores ou nas formas.

A principal característica da marca é a explosão de cores, presente nas roupas com formas amplas e exuberantes, modelagens bem versáteis e muita personalidade. Outro ponto que reforça ainda mais o valor de cada peça produzida é a tiragem limitada graças ao trabalho com garimpo. As coleções são exclusivas e cuidadosamente pensadas, todas com matérias primas feitas no Brasil, mas sempre com o pé na herança africana.

O trabalho de pesquisa e resgate feito com todo amor por Loo foi batizado de Bráfrica. A palavra já diz tudo, assim como o visual da marca: é a exaltação da herança afro misturada ao que temos de melhor no Brasil. A ideia é mostrar como dá pra misturar referências e formas de expressão personalizadas, sem regras e sem modismos. Pra conhecer melhor a Dresscoração dá um pulo nas redes sociais (Facebook e Instagram) ou no site da marca.

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Como uma caneta pode fazer a gente repensar nossos hábitos

Como uma caneta pode fazer a gente repensar nossos hábitos

Quando o meio ambiente entra em pauta, ultimamente se fala muito sobre plástico. Mas isso não quer dizer que deixamos de pensar em poluição do ar, não. Essa palavrinha ~poluição~ parece até um pouco batida, de tanto que a gente ouve desde os tempos de escola, mas é um sério problema. E não é algo controlado. Só piora.

Em 2015, a Organização Mundial da Saúde divulgou um relatório que falava da urgência em reduzir as emissões de gases poluentes. Além de serem causadores de mudanças climáticas, são ligados a 7 milhões de mortes todos os anos. Em seguida, foi a vez do Banco Mundial publicar o seu relatório, em 2016. Segundo eles, a poluição atmosférica é o quarto fator de morte prematura no mundo. O ar contaminado causou a morte de 2,9 milhões de pessoas em 2013. As doenças causadas pela poluição ambiental são responsáveis por uma morte em cada dez todos os anos.  

Mas parece que só falar esse monte de número (incrivelmente) não causa tanto impacto como se tiver uma prova visual. Lá na Índia, onde nas grandes cidades o nível de poluição é assustador, um grupo de inovação desenvolveu uma caneta que usa tinta feita de fuligem.

Para fazer a Air-Ink, eles usam um dispositivo acoplado em escapamentos e chaminés para coletar as emissões. Toda a fuligem é tratada para remover metais pesados e poluentes cancerígenos, e em seguida vira ingrediente principal dessa tinta atóxica. A fabricação tem uma grande vantagem: eles não só tiram fuligem do ar, mas também deixam de emitir CO2 ou queimar combustíveis fósseis na produção dos ingredientes da tinta. Eles pegam um elemento que está literalmente flutuando por aí e aproveitam pra fazer algo que é útil, e ainda com essa pegada de conscientização.

O problema virando arte

de fuligem a tinta

Fazendo a tinta eles chegaram a uns números bem impactantes. Cada 45 minutos de emissão de poluentes podem virar 30ml de tinta, que equivale a uma caneta comum. Imagina quanta caneta sairia de um dia numa cidade grande? Quantas pessoas dariam conta de usar tudo isso? O recado que fica é esse. Só no Brasil, são 51.296.981 automóveis e 20.942.633 motocicletas, segundo uma pesquisa de 2016 do IBGE.  

Reduzir as emissões é necessário, tanto quanto parar de usar canudinho de plástico. São novos hábitos que a gente precisa - urgente! - adotar. Aqui na Insecta a gente também procura fazer o máximo possível. As nossas entregas do ecommerce são feitas de bicicleta na cidade de São Paulo, uma metrópole conhecida pelo alto índice de poluição atmosférica. O pessoal que trabalha por aqui também prioriza a bicicleta, sempre que possível, como transporte para ir até os escritórios.

E a gente quer te convidar pra fazer as suas próprias revoluções também. Pense em organizar ou usar carona, usar o transporte coletivo ou a bicicleta quando puder. Deixe o carro em casa durante a semana e quando for viajar, procure saber se tem mais alguém indo para o mesmo lugar que você para aproveitar ao máximo os lugares. Tem vários aplicativos de carona solidária pra te ajudar a se organizar (Bynd, Caronetas, Blablacar, Carona Direta e Meleva, só pra citar alguns) e ter menos carros indo pro mesmo lugar.

Editorial Monóxido

Do nosso editorial "Monóxido"

Pra se aprofundar mais nessas ideias e saber como se engajar, dá um pulo nesse post aqui, que a gente deu várias informações sobre as questões climáticas. Vamos repensar maneiras de fazer coisas e começar a questionar? Como no caso da tinta da caneta, às vezes a solução está (com o perdão do trocadilho) flutuando no ar.

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#FeitoNoBrasil: JOO

#FeitoNoBrasil: JOO

Por muito tempo as “peças de baixo” foram castigadas. Tinham que ficar escondidinhas sob outras camadas de roupa, sem graça e muitas vezes com pouco conforto. Mas felizmente hoje temos marcas como a JOO, que propõe trazer as peças íntimas para “cima”. Chega de ficar escondida. A marca brasileira de underwear dá um novo olhar a tops, hotpants e bodies, fazendo com que apareçam e sejam tão importantes quanto as outras roupas da produção.

Com um slogan de “Underclothes + Life”, fica bem claro que essa é muito mais do que uma marca de calcinhas e sutiãs. A JOO tem uma proposta de lifestyle cheio de empoderamento que vem junto com cada peça produzida. Sob o comando da estilista Jo Oenning, a marca procura uma abordagem diferente do corpo feminino.

O olhar é mais expressivo e valoriza as formas e contornos do corpo através de design. E é esse design o carro-chefe da JOO, que chama tanto atenção. Entre rendas, tules, bordados, transparências e tiras com recortes estratégicos, cada peça transmite essa atmosfera elegante, mas descontraída, com espaço para ser ao mesmo tempo uma mulher poderosa e divertida. Dessas que não tem medo de deixar o sutiã à mostra - e pelo contrário, coloca ele pra fora sim, porque é bonito e tem que aparecer.

#FeitoNoBrasil#feitonobrasil

De “peça de baixo” pra estrela da produção, os tops, bodies e hotpants da JOO já ganharam também acompanhamentos como saias e kaftans transparentes. Tudo pensado pra fechar um look completo e fazer bonito de conjuntinho mesmo. Todas as peças são feitas com materiais especiais e delicados, que valorizam o toque e possuem uma aparência leve. Daquelas que só de ver a foto a gente chega a sentir que é quase um carinho na pele, sabe? Entre as referências da marca a gente percebe que estão coisas simples da vida, com uma pegada minimalista, como detalhes da natureza, folhas, flores.

A arte tem um papel importante na comunicação da marca e é também transmitida nas peças. Mas, acima de tudo e antes de qualquer coisa, a JOO pensa no corpo feminino como base para criação. São as formas e contornos da mulher que inspiram as peças, carregadas de uma feminilidade contemporânea, diferente. As mulheres da JOO são aquele mix equilibrado entre delicadeza e força, sem ser clichê e sem pender para nenhum lado, pois o ser feminino é diferente para cada uma.

#feitonobrasil

Pra conhecer melhor todas as peças da JOO e de quebra ter um banho de inspiração, acompanha lá no Instagram. Tem também site página pra curtir e saber mais.

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#FeitoNoBrasil: NA.LOO

A moda carioca está passando por uma onda de renovação e a NA.LOO é uma representante dessa nova era. Agora a inspiração é muito mais urbana do que praiana, e nesse clima as estampas tropicais super coloridas dão espaço a uma estética minimalista, com cores neutras, sólidas e, como a NA.LOO autointitula as suas peças, “(quase) monocromáticas”.

A marca surgiu com a proposta de trabalhar esse minimalismo tropical, ou estilo minimal carioca. Do concreto cinza da cidade saem as ideias de formas retas e precisas, recortes geométricos e contornos arquitetônicos. Porém, ao mesmo tempo que a marca valoriza essa proposta urbana, faz uma ponte entre natureza e cidade em um mesmo cenário. Afinal, é assim o Rio de Janeiro, né? Da praia pro asfalto, com frescor e conforto sempre.

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Além das peças como vestidos, macacões, blusinhas e saias, entre outras, sempre com caimento leve e descontraído e muita pele a mostra, a marca também já experimentou trabalhar com acessórios. Na mesma pegada minimal estruturada, as joias com visual moderninho foram feitas com detalhes emborrachados, metais e resinas. A produção ética e o consumo consciente também são valores da marca. A NA.LOO se apoia no movimento #compredequemfaz, que valoriza marcas menores e fortalece a produção local. O preço justo e as condições dignas de trabalho para todos os envolvidos estão no DNA da marca e acompanham todas as peças, desde quando são idealizadas.

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Pra ficar por dentro e conhecer melhor o estilo minimal carioca da NA.LOO é só dar um pulo aqui, ó:

https://www.usenaloo.com/

https://www.facebook.com/usenaloo

https://www.instagram.com/usenaloo/

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#FeitoNoBrasil: NAAI

#FeitoNoBrasil: NAAI
As cariocas Aisha e Bruna, idealizadoras da marca NAAI, acreditam no slow fashion como uma maneira sustentável e consciente de entender a moda. Elas sabem que o mundo pede um novo modelo de consumo, e decidiram colocar em prática as suas ideias criando a marca que inspira atitudes mais conscientes. 13725093_1022193391182297_5322305081448681988_o 13698235_1022206631180973_3376911070090495473_o Fundada em 2013, a NAAI trabalha com coleções atemporais, ignorando tendências ou estações impostas pelo calendário comercial. O slow fashion se aplica em todas as etapas da produção: desde a idealização das peças, passando pela sua produção, feita toda no Brasil e com olhar atento das designers. Os materiais usados são naturais, o que dá uma pegada eco-friendly extra a cada peça feita. Outro diferencial da NAAI é o pensamento a longo prazo. Elas acreditam na memória afetiva da roupa e como ela acompanha a história da pessoa e suas vivências. Elas procuram resgatar com a NAAI a ideia de que as roupas podem passar por gerações, como costumava ser. Assim, toda coleção tem uma peça com garantia vitalícia. Elas garantem acompanhar junto com a dona da roupa toda a sua história, fazendo reparos quando necessário. 13692832_1022201981181438_2345330601693058772_o Ter uma peça da NAAI é pra vida toda. Ou até mais do que isso. Para saber mais sobre a marca, acesse o site e acompanhe pelo Facebook e Instagram.
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#FeitoNoBrasil: GLA Acessórios

#FeitoNoBrasil: GLA Acessórios
Acessórios e bijus maximalistas, autorais, que misturam elementos orgânicos com formas rígidas e mais parecem obras de arte com um ~quê de vintage. Isso resume muito bem a GLA, marca brasileira criada em 2015 por Frederico Piiu e Marcelo Jarosz. A estética única das peças da marca vem de um mix de referências muito rico: Piiu é designer de acessórios e tem no currículo marcas como Francesca Giobbi, Bobstore e Cris Barros. Jarosz é artista plástico, e empresta seu o olhar mais artsy e lúdico para o desenvolvimento das coleções. O resultado é uma série de peças com design exagerado, clima vintage e até algumas referências divertidas. Processed with VSCO with a8 preset Entre as principais fontes de inspiração da dupla na hora de criar estão as mulheres com personalidade forte. Segundo eles, essas musas podem ser reais ou personagens de ficção. Entre elas, nomes recorrentes são Solange Knowles, Róisín Murphy, Sônia Braga e Leandra Medine - a.k.a. Men Repeller, que por sinal já usou algumas peças da marca. Divas do cinema, em especial o italiano das décadas de 70 e 80 também tem tudo a ver com a estética que eles curtem e entram no hall de inspirações, junto com nomes da música, sempre nessa linha de mulheres poderosas. Eles trabalham com uma cartela rica de materiais: resina, contas de vidro, lantejoulas, strass, metais, moldes de silicone, acrílico e os famosos cristais Swarovski já foram transformados em acessórios. Processed with VSCO with a8 preset Outra coisa que chama atenção na GLA é que apenas 20% da produção é terceirizada. Tudo que pode é feito no ateliê, e mesmo assim, tudo passa pelas mãos dos designers. O fato dos acessórios serem feitos em tiragens limitadas facilita esse cuidado, e as peças são produzidas uma a uma, manualmente. E por falar em cuidado, a gente não pode deixar de reparar no tamanho dos brincos e pensar que essa peças devem também ser pesadas. É por isso que todos eles são de pressão: pensando na saúde e no conforto de quem vai usar.   Você pode acompanhar a GLA no Instagram da marca, e conferir mais informações no site!
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#FeitoNoBrasil: Maria Nuvem/Santa Expedita

#FeitoNoBrasil: Maria Nuvem/Santa Expedita
Duas marcas em uma ou uma marca em duas. É assim que a Maria Nuvem e Santa Expedita trabalham. Nathalia Lessa começou a produzir vestidos e camisas e foi assim que nasceu a Maria Nuvem. Isso foi no final da faculdade de psicologia, em 2013, na qual Nathalia se formou, mas acabou deixando a profissão de lado para se dedicar à marca. De Minas Gerais, Renata Rosa veio estudar teatro em São Paulo e, durante a faculdade, começou a fazer roupas de forma despretensiosa. Dois anos foram necessários para Renata amadurecer a ideia e fundar oficialmente a Santa Expedita. Apesar da paixão, Renata deixou o teatro mas reconhece que ele é muito importante e reflete em seu trabalho: “Considero a faculdade de teatro imprescindível para a pessoa que fui me tornando ao longo do tempo, pela forma com que o teatro ensina a olhar o mundo, de uma maneira mais aberta e livre”. Amigas e donas de marcas com produtos e conceitos semelhantes, Renata e Nathalia decidiram unir forças e começaram a trabalhar juntas há quase dois anos. Em feiras e eventos, e até mesmo no e-commerce da marca, é como Maria Nuvem/Santa Expedita que elas se apresentam. A união também facilitou a administração e toda a parte burocrática que se tem ao empreender uma marca. Mas elas assumem o apego: “mantemos os dois nomes por não querermos abrir mão de nenhuma das duas marcas”. santa-e-nuvem-feito-no-brasil-3 O mood da Maria Nuvem/Santa Expedita é feminino e despretensioso. Peças leves e soltas, produzidas quase sempre em tecido plano de viscose, são o mote da marca. As estampas também aparecem em meio aos básicos preto, branco e cinza. É por estar ligada em tendências (vide a pantacourt e os cropped tops), mas sem deixar se levar e perder a essência, que a marca tem feito tanto sucesso. As peças são produzidas em São Paulo em uma pequena confecção e as meninas dão preferência para tecidos brasileiros, para tentar criar um produto 100% nacional sempre que possível. “Priorizamos que nossos produtos sejam 100% brasileiros , produzidos a mão e com muito amor. Na contra mão de tendências e da produção massiva, defendemos produtos mais duráveis, produzimos em pequena escala e com estampas limitadas”, conta Nathalia. santa-e-nuvem-feito-no-brasil-1 Continue lendo
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