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Fashion Revolution: Sapatos feitos por pessoas ♥

Fashion Revolution: Sapatos feitos por pessoas ♥

O Fashion Revolution Day é aquela data pra falar de transparência, ética e sustentabilidade na cadeia produtiva da moda. Por aqui, a gente tem isso em mente todos os dias. Nós temos um compromisso com a transparência e queremos que você saiba que o produto que está comprando foi feito por pessoas trabalhando de forma digna. Trabalhamos somente com fábricas que contratam de forma regular e remuneram de maneira justa. Além disso, fazemos auditorias periódicas e temos responsáveis pra ter certeza de que está tudo certo por lá.

Nossos sapatos são feitos de forma autoral, com um processo de desenvolvimento cheio de pesquisa. Nossa equipe de produto cria todas as estampas e modelos. Desse jeito, tudo que é feito tem a ver com os valores e as bandeiras que a Insecta defende.

Todos esses resíduos e restinhos de tecido serão triturados e vão virar recheio de palmilhas novinhas e confortáveis 💚

Então, quando você comprar um sapato (ou qualquer outro produto) da Insecta, pode ter certeza de que foram feitos de forma ética, responsável e transparente - e se você tiver qualquer dúvida pode nos perguntar nas redes sociais no hello@insectashoes.com Pra saber mais sobre o Fashion Revolution, vale a leitura desse post aqui no blogE pra conhecer o resultado do trabalho desse time incrível, é só voar pro site Continue lendo

Você sabia que são mais de 30 processos pra fazer um sapato?

Você sabia que são mais de 30 processos pra fazer um sapato?

Por que transparência importa?

Quando a gente vê um sapato pronto, novinho e cheiroso, nem imagina todas as mãos e processos que ele precisou passar. Só que nem todo mundo sabe disso, porque nem todo mundo conhece uma fábrica de sapatos, né? Por isso que a gente resolveu levar todo mundo pra conhecer a nossa fábrica.

 

A cadeia de produção dos sapatos é longa, cheia de processos, pessoas e detalhes. Cada fábrica tem o seu jeito de trabalhar, o seu maquinário e o seu foco. O nosso é na produção mais artesanal, feita com processos mais manuais que valorizam os saberes dos profissionais. Temos pessoas que entendem de fazer sapatos além de apenas operar máquinas. Queremos um produto feito com cuidado e queremos cuidar de quem faz os nossos produtos. Então, a partir de hoje, quando você olhar pro seu Scarabeus, vai saber que tudo isso aconteceu até ele chegar na loja todo cheirosinho:

  • Corte à mão das peças que compõem o sapato: gáspea, laterais, traseiro, lingueta, forros, contrafortes, couraças e avesso
  • Chanfrar couraças e contrafortes
  • Preparar e Costurar: peças do cabedal e do forro
  • Unir forro ao cabedal
  • Colar couraça e contraforte no cabedal
  • Conformar contraforte
  • Perfurar o cabedal
  • Colocar ilhoses
  • Fixar palmilha na fôrma
  • Pregar altura na fôrma
  • Passar cola na palmilha e no cabedal para montar
  • Montar o cabedal à mão
  • Rebater a planta
  • Rebater o traseiro
  • Cortar a sola
  • Lixar a sola
  • Passar cola na sola e na vira
  • Colar a vira na sola
  • Lixar o contorno da sola
  • Passar cola na sola
  • Passar cola no cabedal
  • Secar o adesivo nas duas superfícies
  • Reativar o adesivo nas duas superfícies
  • Colar a sola no cabedal
  • Prensar a sola no cabedal
  • Desenformar o calçado
  • Limpar e revisar o calçado
  • Colocar atacador
  • Colocar bucha
  • Colocar vareta
  • Encaixotar

UFA! Isso que não falamos dos tecidos, palmilhas e solados, que são produzidos cada um em uma fábrica especializada. São mais de 30 processos que envolvem cerca de 20 pessoas operando ao todo 19 máquinas. Não é pouca coisa. E dependendo do modelo, pode variar. As Argias são mais trabalhosas por terem várias partes, e ainda tem todo o cuidado para que o velcro não encoste na sua pele quando você estiver usando.

Como a nossa especialidade é pensar sapatos e estampas, deixamos a produção pra quem entende disso. Trabalhamos com fábricas terceirizadas, que são nossas parceiras nessa empreitada de fazer sapatos o mais sustentáveis quanto possível.

E como garantir que todas essas pessoas estão trabalhando de forma correta, com remuneração, férias, condições de trabalho e todos os direitos em dia? Fazemos auditorias periódicas e temos responsáveis sempre em contato com as fábricas pra ter certeza de que está tudo certo por lá.

E por que estamos te contando tudo isso? Bom, em primeiro lugar porque temos um compromisso com a transparência e queremos que você conheça a fundo o produto que está comprando. E achamos que todas as marcas deveriam fazer isso (produzir como manda o figurino & dividir as informações).

Esse é um dos objetivos principais do Fashion Revolution, que hoje chega ao seu quinto ano. Há 5 anos ocorreu a tragédia no edifício Rana Plaza, momento que deixou ainda mais urgente a necessidade de uma revolução na moda.  Aqui nós contamos mais sobre esse movimento e você pode acompanhar o que está rolando durante essa semana nas redes sociais. Mas mais importante de tudo é levar essa ideia pra todos os dias. Vamos revolucionar a cadeia da moda juntos?

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Fashion Revolution: por que a moda precisa de uma revolução urgente

Fashion Revolution: por que a moda precisa de uma revolução urgente
Quando a gente para pra pensar em todas as etapas e pessoas envolvidas na história de uma peça, percebe a importância de saber exatamente como e por quem foram feitas as nossas roupas. E essa é questão que define o movimento Fashion Revolution: Quem fez minhas roupas? Para quem não conhece, é uma campanha global que pede transparência, ética e sustentabilidade na cadeia produtiva da moda. O Fashion Revolution nasceu em 2013 após a tragédia do desabamento do edifício Rana Plaza, em Bangladesh, que deixou 1.133 pessoas mortas e 2.500 feridas. O edifício era cheio de sweatshops (fabriquetas e facções de costura que produzem principalmente para marcas de fast-fashion) e o acontecimento ajudou a trazer à tona questões que até então eram jogadas pra baixo do tapete. Entre elas, a situação de boa parte dos trabalhadores da indústria têxtil, que enfrentam jornadas em condições desumanas para ganhar poucos centavos por peça produzida.27-single-defaultNós já falamos sobre os impactos negativos do fast-fashion aqui e também como cada peça, por mais simples que pareça, tem por trás uma cadeia produtiva cheia de pessoas e processos. Exigir que essa cadeia seja limpa, ética e consciente depende de nós, como consumidores. Por aqui, como marca, a gente dá o exemplo. A nossa produção é toda feita em Sapiranga, pertinho de Porto Alegre, e passa por todas essas pessoas e processos. Nós também apoiamos as marcas locais, feitas no Brasil de forma ética e ecologicamente responsável. Queremos que cada vez mais marcas tenham essa preocupação. Todo mundo sai ganhando. WMYC_black_2 O dia 24 de abril relembra a tragédia do Rana Plaza e é a data oficial do Fashion Revolution Day. Acontecem vários eventos no mundo todo - com cada vez mais cidades se envolvendo a ponto de se transformar em Fashion Revolution Week. Neste ano, entre os dias 24 e 30 de abril mais de 90 países entrarão nessa. Pra quem se interessou e quer participar, é só dar um pulo no site ou na fanpage do movimento pra ficar por dentro do que vai ter perto. Além disso, você pode ajudar a fazer barulho nas redes sociais postando fotos com a etiqueta da roupa virada pra fora, e perguntar para as marcas: #QuemFezMinhasRoupas? Como o próprio movimento diz: seja curioso, descubra, se envolva.
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Como a transparência pode ajudar a transformar a indústria da moda?

Como a transparência pode ajudar a transformar a indústria da moda?
Quando pensamos sobre o processo de produção das nossas roupas, calçados e acessórios, nem sempre conseguimos entender como esse processo está conectado com outras pessoas e com o planeta. Não entendemos muito sobre cadeia de produção e como ela gera impactos socioambientais extremamente relevantes e nocivos. Cadeia de produção não é um dos assuntos mais legais do mundo, nós sabemos, mas cada vez mais precisamos falar sobre isso. Até pouco tempo atrás, costumávamos acreditar que o efeito de uma compra em nossa vida estava exclusivamente ligado à fatura do nosso cartão de crédito e não dizia respeito a mais ninguém. Não entendíamos que um calçado de couro poderia representar desmatamento, gerando instabilidade climática, ocasionando secas e, por fim, falta d’água na torneira da nossa casa. Esse pensamento vem mudando a partir do momento que ativistas conectam nossas escolhas de consumo desde à escravidão moderna, até o aumento dos preços de alimentos básicos como o feijão; fatores que impactam diretamente na nossa vida cotidiana. Assim, fica cada vez mais difícil não pensar nossas escolhas para além da compra e ignorar nosso papel no mundo globalizado no qual vivemos. Em um TEDx recente, o jornalista e representante da ONG de jornalismo investigativo Repórter Brasil, que expõe diversos casos de escravidão moderna, Leonardo Sakamoto, nos lembra que “estamos todos conectados ao trabalho escravo contemporâneo”, na moda e além. Existe até uma maneira de calcular quantos escravos trabalham para você e, de maneira grosseira, a conta mostra que quanto mais coisas você tem, mais pessoas trabalhando de maneira desumana estão envolvidas em sua vida. O primeiro passo para começar a pensar em soluções para o problema dos impactos da produção globalizada atual, que vão de trabalho escravo a questões ambientais, já está dado: a exposição dos fatos. Cada vez mais, ONGs, ativistas, jornalistas vêm escancarando os problemas socioambientais das cadeias de produção das coisas que compramos – do que comemos ao que vestimos, e até mesmo da casa onde moramos. Com a Internet, ficou mais fácil trazer os fatos à tona e leva-los ao conhecimento de mais e mais pessoas. Mas depois que essas informações chegam a nós, a dúvida que fica é: o que fazer com elas? Uma das soluções nas quais podemos ser ativos não só como consumidores, mas acima de tudo como cidadãos é pressionar empresas e governos para uma cadeia de produção mais transparente e leis mais justas e punições mais severas. Alguns movimentos já estão pressionando por maior transparência, principalmente na moda. A ONG inglesa Fashion Revolution lançou no começo do ano o Fashion Transparency Index, um relatório que analisa, por meio de diferentes índices quesitos empresariais de produção como “política e compromisso”, “rastreamento e rastreabilidade”, “auditorias e reparação”, e “governança”. A motivação da criação do relatório parte do princípio que “é impossível para as empresas garantir que os direitos humanos sejam respeitados e que as práticas ambientais são sólidas sem saber onde seus produtos são feitos e sob quais condições”. A Made-By, outra organização sem fins lucrativos cujo objetivo é tornar a indústria da moda mais ética e sustentável, lançou o Mode Tracker, uma ferramenta de rastreamento transparente e holística da cadeia de produção de marcas e varejistas. A ferramenta vem para auxiliar a melhora de desempenho das empresas e também tornar os resultados públicos. Em março desse ano, 4 marcas abriram seus relatórios para acompanhamento: G-Star Raw, Ted Baker , Haikure e VIVOBAREFOOT. No Brasil, a Repórter Brasil conta com o Moda Livre, um aplicativo que aposta na transparência das marcas e no conhecimento que elas têm da própria cadeia de produção para classifica-las com alta, média ou baixa avalição. O app está disponível para Android e IOS. Você consegue acompanhar as avaliações de várias marcas como C&A, Colcci, Ellus, Herchcovitch, Lupo, Marisa e muito mais. Uma cadeia de produção mais transparente só é possível se, de fato, as marcas se esforçarem para rastrear todos os seus processos. A transparência é um ponto chave para encontrar e solucionar os problemas socioambientais das grandes empresas hoje. É claro que, num mundo ideal, quanto mais perto e menos fragmentada a cadeia de produção, mais chances de ser sustentável e justa ela é. Mas no mundo hoje, pressionar por transparência e soluções que promovam a sustentabilidade em todos os aspectos da palavra é um grande passo para transformação da moda (e da produção de todos os bens de consumo). Continue lendo

Chegou A Fashion Revolution Week: Conheça e Participe

Chegou A Fashion Revolution Week: Conheça e Participe
A iniciativa global Fashion Revolution chega ao seu terceiro ano e dessa vez arma uma semana inteira de eventos, do dia 17 ao dia 24/04, em diversas cidades do mundo. No Brasil, o evento acontece em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Caxias do Sul, Porto Alegre, Campinas , Salvador, Niterói, São José dos Campos... e a lista não para. Sempre em abril, Carry Sommers, a fundadora do projeto, explicou ao Huffington Post UK porque decidiu estender para uma semana completa: “Esse ano, o Fashion Revolution Day cairia em um domingo, então decidimos fazer uma semana inteira de eventos. Cada dia da semana terá um foco diferente, alguns exemplos: Vamos Ser Transparentes: Olhando para como as marcas estão se saindo quando o assunto é transparência na cadeia de produção; Como Ser Um Revolucionário da Moda, com o lançamento da campanha #haulternative e com o foco em melhores maneiras de comprar, vestir e descartar roupas; É Tempo Para Uma Revolução da Moda, com o foco em questões de política”. Para quem não conhece, o Fashion Revolution é uma iniciativa que começou em Londres, em 2014, depois de Carry Sommers ler em todos os jornais a notícia trágica do desabamento do Rana Plaza, prédio responsável por abrigar diversas oficinas de costura, em Dhaka, Bangladesh. Orsola de Castro, co-fundadora da Esthetica, e a jornalista Lucy Siegle engrossaram o coro e ajudaram a popularizar a campanha. whomademy-bg2 Segundo Sommers, no ano passado, o Fashion Revolution atingiu mais de 8 bilhões de pessoas nas redes sociais e esse ano a promessa é alcançar ainda mais pessoas. Mas, a grande questão acaba seno: além da Internet, é possível ver o impacto do Fashion Revolution na indústria da moda? Sommers acredita que, cada vez mais, as marcas estão sendo pressionadas pelo público, por meio de iniciativas como o Fashion Revolution, a serem transparentes. Ela também acredita na necessidade de marcas além do fast-fashion, como grandes conglomerados de luxo, começarem a entrar no jogo. “Muitas marcas não conseguem falar onde suas roupas foram feitas porque elas realmente não sabem onde as roupas foram feitas”, explica ela sobre o tamanho do problema. Entretanto, para além das ruas, diversos encontros contaram com a presença do Fashion Revolution: “Participamos em grandes eventos da União Europeia, G7, ONU e COP21. Nós co-organizamos eventos no Parlamento Europeu, House Of Commons, House of Lords”, conta durante a entrevista. O Fashion Revolution não está se limitando a atingir só os cidadãos consumidores, Sommers parece entender a complexidade do sistema quando diz “o escopo deste também deve ser estendido para cobrir toda a cadeia de vestuário, têxtil e moda: de fazendeiros a artesãos e trabalhadores até o consumidor final”. 9.-FRD_campaign_actions_horizontal1 Apesar do movimento ser comandado de Londres, as iniciativas acontecem de forma descentralizada. A organização do Fashion Revolution é independente em cada país e é simples ser um voluntário. Para quem quiser participar das diversas rodas de conversa, debates e oficinas que acontecem durante a Fashion Revolution Week acompanhe a página do Fashion Revolution Brasil (ou do seu país) pelo Facebook. Continue lendo
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