Calce Uma Causa

Tortilhas crocantes de milho (assado)

Tortilhas crocantes de milho (assado)
Muito popular no México, as tortilhas de milho crocantes com formato triangular, são uma ótima opção para acompanhar patês e pastas. Elas ficam irresistíveis com guacamole (receita no e-book da Insecta Shoes). É praticamente impossível não comer tudo de uma vez só hahaha. Hoje é praticamente impossível encontrar tortilhas de milho nos supermercados sem serem produzidas com milho transgênico ou com sabores e aromas artificiais. Por este motivo faço em casa, assim tenho total controle dos ingredientes que uso e da forma de preparo.   // Você vai precisar de: Farinha de trigo branca orgânica - 1/2 xícara (75 g) Farinha de milho fina não transgênica (fubá)  - 1/2 xícara (75 g) Água morna - 100 ml Azeite de oliva - 1 colher de sopa (15 ml) Páprica doce - 1 colher de chá (5 g) Sal - 1/2 colher de chá (3 g) Pimenta do reino moída - a gosto (opcional)   // Como fazer: 1- Preaqueça o forno a 180ºC. 2- Em um recipiente misture as farinhas, a páprica doce, o sal e a pimenta. 3- Adicione o azeite e a água, misture bem até obter uma bola de massa lisa e homogênea. Se ficar muito úmida, adicione um pouco mais de farinha de trigo até não grudar mais. Se ficar muito seca, adicione um pouco mais de água. 4- Enfarinhe uma superfície lisa e abra a massa bem fina e uniforme com um rolo de macarrão. Quanto mais fina a massa ficar, mais crocante as tortilhas ficam. Corte em triângulos do tamanho que preferir. 5- Unte duas fôrmas grandes com óleo e disponha as tortilhas lado a lado. 6- Leve ao forno preaquecido por cerca de 15 minutos, ou até as tortilhas ficarem douradas. Lembre-se que esse tempo pode variar de acordo com a espessura das tortilhas e do modelo de seu forno. 7- Retire do forno e espere esfriar. Consuma logo em seguida ou guarde em um pote hermético para não amolecer. Tortilhas crocantes de milho com guacamole Rendimento: 4 porções
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Mini broa de milho (sem glúten)

Mini broa de milho (sem glúten)
Na internet é possível encontrar uma infinidade de receitas diferentes de broa de milho, fica até difícil escolher qual fazer. Na dúvida procurei pelo passo a passo da receita tradicional, mas não me animei muito em fazê-la. Isso porque demora um monte para ficar pronta, a massa precisa descansar 2 horas para fermentar. Não contente com isso procurei por receitas bem mais rápidas com fermento químico, e não com o fermento biológico. Além disso, optei por fazer uma broa sem glúten, troquei a farinha de trigo pelo polvilho doce. Obviamente o resultado não fica igual, mas fica tão gostosa quanto as outras. Os demais ingredientes que usei foram o açúcar mascavo claro, óleo vegetal, água, fermento e sementes de erva doce. Este último ingrediente é opcional, mas dá um toque especial no sabor, sugiro utilizar. broa-de-milho-sem-gluten Por ter um sabor mais neutro, fica ótima acompanhada de geleia de fruta, pasta de amendoim ou melado. Eu consumi com geleia de cupuaçu e acompanhada de uma xícara de café. Uma ótima opção para o café da manhã ou da tarde. Uma dica, elas são bem mais gostosas quando consumidas quentinhas, recém tiradas do forno. No dia seguinte ficam um pouco secas, mas ainda assim estarão gostosas.   Você vai precisar de… Fubá - 2 xícaras Polvilho doce - 1 xícara Água - 1 xícara Açúcar mascavo claro - ½ xícara Óleo vegetal - ⅓ xícara (usei de girassol) Fermento químico em pó - 1 colher de sopa Sementes de erva doce - 1 colher de chá (opcional)   Como fazer… 1- Preaqueça o forno a 200 ºC. 2- Em uma tigela peneire o açúcar mascavo, a farinha de milho e o polvilho doce. Descarte as possíveis “pedrinhas” do açúcar que irão ficar na peneira. 3- Adicione as sementes de erva doce, o óleo vegetal e a água. Misture tudo até ficar homogêneo. 4- Acrescente o fermento por último e misture delicadamente até incorporar na massa. 5- Molde as mini broas, utilizei cerca de duas colheres de sopa de massa para cada uma. 6- Unte uma fôrma com um pouco de óleo e disponha as broas deixando um espaço entre elas porque irão crescer. Polvilhe um pouco de fubá (opcional). 7- Leve ao forno preaquecido por cerca de 30 minutos, ou até ficarem douradas e firmes. 8- Retire do forno e sirva ainda quentinhas. Guarde o que sobrar num pote hermético. mini-broa Continue lendo

Asma, Alergias e Veganismo – Entenda a conexão e como esta filosofia pode te ajudar!

Asma, Alergias e Veganismo – Entenda a conexão e como esta filosofia pode te ajudar!

Asma é uma doença já bem conhecida de muitos, mas para quem não sabe, trata-se de um distúrbio respiratório caracterizado por espasmos e inchaço das vias bronquiais, juntamente com a excreção de muco viscoso, que dificulta o processo da respiração.

Uma doença bastante infeliz, virou há tempos um problema mundial. No Brasil a coisa é feia, atingindo cerca de 10% da população, sendo que deste numero 60% são crianças. Nos Estados Unidos, a asma afeta aproximadamente 7% da população, enquanto no Canadá estamos ao redor de 8%. Levando em consideração o tamanho destes países e suas respectivas populações, o número é no minimo assustador!

Asthma

A asma pode ser causada por:

- Alto nível de estresse no sistema imunológico, através de fatores como poluição química e alimentar;

- Introdução prematura de alimentos sólidos às crianças; 

- Aditivos alimentares;

- Maior incidência de obesidade;

- Produtos geneticamente modificados;

- Exposição a mofo, fungos, pó e pelos de animais.

Porém, a asma também pode ser resultado, ou muitas vezes confundida, com alergias alimentares (algo ignorado por muita gente). Sei disso por experiência própria, através de conhecidos que foram ou levaram seus filhos ao médico, que muitas vezes prescreve antibiótico (sendo que há estudos dando evidências de que o uso contínuo de antibióticos pode dobrar as chances de se desenvolver a doença) e não faz qualquer menção aos hábitos alimentares, sendo que alergias e as respostas imunológicas já são comprovadamente envolvidas com este mal.

Medicines

Já se sabe também que aspirina e drogas da classe anti-inflamatórios não esteróides (AINE), entre elas o Ibuprofeno (presente no Advil, além de muitos outros remédios para dor, febre e anti-inflamatórios) podem causar tais reações alérgicas. Temos também os infelizes corantes artificais como Tartrazina (embora determinado pela Anvisa que deve ser mencionada especificamente, podem também dar as caras como Corante Amarelo, Amarelo 5 ou Yellow 5) que afetam o quadro asmático. Produtos de cor amarela e laranja que sejam altamente processados, tem alto risco de conter Tartrazina então se informe, ou melhor: saia correndo ao avistá-los, já que alimento processado é inimigo devido a inúmeros fatores!

Os conservantes são também comuns vilões presentes em alimentos processados que,  definitivamente, não ajudam quadros alérgicos e asmáticos. Fiquem atentos ao avistarem: sulfito, benzoato e dióxido de enxofre! Outro vilão: glutamato monossódico!

Para se cuidar da asma, a primeira recomendação é fazer um teste em laboratório que identifique possíveis alergias e que te mostre um resultado bem específico. Caso não tenha condições de fazer o teste, pode também fazer a dieta da eliminação, ou seja, eliminar os alimentos que possam causar reações alérgicas. Elimine por duas semanas cada item, ou seja, não tire da dieta mais de um de cada vez, caso contrário, não vai saber qual deles é o real vilão.

Os alimentos que mais causam reações alérgicas, e consequentes sintomas de asma são: leite, ovos, peixe, mariscos, chocolates, além de amendoim, cítricos, trigo e os tais corantes artificiais. 

Eggs

Além disso, é importante prestar atenção à produção de suco gástrico, já que baixa quantidade também é altamente ligada a incidência de alergias, uma vez que o intestino recebe moléculas mal digeridas.

 

- E como uma dieta vegana pode ajudar?

Primeiramente, a dieta vegana já elimina diversos alergênicos mencionados logo de cara!

Há estudos que comprovam melhora de diversas variáveis como capacidade pulmonar, volume expiratório forçado e capacidade física. Além disso, o veganismo também reduz a ocorrência de doenças infecciosas e inflamatórias!

A dieta vegana garante também um consumo bem maior de vegetais e frutas, portanto, aumentando consideravelmente a ingestão de substâncias antioxidantes (beta-caroteno, vitamina A, C e E, assim como o mineral selênio), que auxiliam na proteção contra redução das funções pulmonares, além de terem papel importante no desenvolvimento de mecanismos de defesa (sistema imunológico).

Antioxidantes

-  INVISTA NOS ANTIOXIDANTES

Outro fator importante é a ausência de ácido araquidônico (proveniente de alimentos com origem animal). A partir de uma série de reações, o ácido araquidônico gera a prostaglandina PGH2 que, por sua vez, gera cinco prostanóides que são implicados na asma. Estes prostanóides estimulam respostas vasoconstritoras da circulação brônquica e intensificam a secreção de muco (já identificado como possível mal causado pelo leite para quem tem asma). Além disso, a partir do ácido araquidônico são também gerados os leucotrienos, que são responsáveis pela aparição dos sintomas de alergia presentes na asma e tem força constritora pelo menos mil vezes mais potente do que histamina!

E para concluir, com a dieta vegana ainda há o custo zero com medicamentos! É claro que se trata de uma mudança grande, e como tudo que é natural e saudável, requer paciência e perseverança, mas vai te trazer uma solução com a qual poderá contar a longo prazo, sem efeitos colaterais e toma-se as rédeas da própria saúde!

Veganismo + boas fontes de Ômega 3 (como sementes de chia, linhaça alem de outras) + bastante água = respire melhor!

Healthy

E o planeta ainda agradece!

Como este espaço trata de Nutrição Holística, não posso deixar de mencionar que alem do físico, precisamos cuidar também do emocional. De acordo com a Louise Hay (sim, sou mega fã dela), asma em adultos é sinal de sensação de sufocamento e repressão emocional. Em crianças, pode ser reflexo de medo da vida e falta de alegria.

Viva a saúde!

 

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