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Molho de Tomate com Borogodó!

Molho de Tomate com Borogodó!

Massa é aquela comida fácil, rápida e que aquece a alma. Mas fazer o seu próprio molho dá aquela preguiça porque tem que cozinhar por muito tempo e dá trabalho demais tirar a pele e as sementes...

Assar o tomate para fazer o molho faz toda a diferença e da um borogodó para um simples molho de tomate! Essa receita é bem fácil e você pode ajustar para o seu gosto.

- 12 tomates maduros

- 6 dentes de alho

- Manjericão fresco

- Azeite

Eu quis fazer um molho bem rústico e não tirei a pele nem a semente, mas se preferir um molho mais fino você pode tirar.

Pique os tomates em 4, esmaguei os alhos, espalhei os galhos de manjericão, temperei com sal e azeite. Levei o ao forno pré aquecido a 180 graus por 2 horas. Se gostar do molho bem pedaçudo é só tirar os galhos, as cascas do alho e dar uma amassada com o garfo. Eu usei o liquidificador ou mixer para fazer um purê. Acerte o tempero a gosto e pode incrementar com outros ingredientes. Dicas: Ele pode ser congelado por até 3 meses e usado para fazer outra receitas ;) Os 2 melhores tipos de tomate para fazer molho são o italiano e o carmem, mas pode usar o que tiver na sua geladeira mesmo. 3 dicas para fazer a Massa Perfeita:

  1. Litro de água para cada 100g de massa crua
  2. Água salgada igual ao mar!
  3. Siga o tempo de cozimento da embalagem da massa para ter o ponto perfeito

Siga o tempo de cozimento da embalagem da massa para ter o ponto perfeito

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Onde estão as proteínas na dieta vegetariana?

Onde estão as proteínas na dieta vegetariana?

Esse post foi originalmente ao ar no dia 1 de Novembro, o Dia Mundial Vegano, ou Dia Mundial do Veganismo. Mas as informações que a gente trouxe valem para o ano todo, o tempo todo. Segundo o portal Vista-se, a data foi criada em 1994 por Louise Wallis, presidente da Vegan Society da Inglaterra, comemorando o aniversário de 50 anos da instituição.

Sim, desde 1944 os veganos já se organizavam em prol do ativismo pelos animais, e provavelmente desde 1944 uma pergunta não quer calar: e-as-proteínas? Se você ainda não é e está pensando em veganizar, ou tem interesse em uma alimentação sem crueldade e quer saber mais a respeito, trazemos verdades: uma alimentação sem ingredientes de origem animal não é sinônimo de falta de nutrientes. Listamos os alimentos com maior teor proteico* pra você lembrar de ter sempre em casa (e pra responder a perguntinha mais ouvida por vegetarianos e veganos desse mundão).

 

Cereais 

Chia 16,5g

Quinoa crua 4,4g

Arroz Integral cozido 2,6g

 

Verduras  

Espinafre 2,9g

Brócolis cozido 2,1g

Couve-Flor 1,9g

 

Leguminosas  

Grão de Bico 8,8g

Ervilha em Vagem 7,5g

Tofu 6,6g

 

Oleaginosas  

Amendoim grão cru 27,2g

Amendoim torrado salgado 22,4g

Amêndoas torradas 18,6g

 

*Valores para cada 100g de alimento.

Lembramos que não somos nutricionistas, assim como 99% das pessoas que perguntam sobre as proteínas da sua dieta. Pra que você tenha a melhor alimentação para as suas necessidades específicas, independente de ser ou não vegana, não deixe de consultar um profissional qualificado. E aproveita pra descobrir receitas maravilhosas aqui no blog!

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Como posso ajudar mais os animais?

Como posso ajudar mais os animais?

Às vezes a gente quer muito fazer a diferença, mas não sabe bem por onde começar. Se identificou? Pois é, hoje o papo é sobre como podemos ajudar mais os animais, no dia a dia mesmo, pondo em prática microrrevoluções. Já teve um post aqui mesmo com 10 dicas de mudanças que você pode fazer pra ter uma vida mais verde (confere lá que tá bem bom).

Agora queremos quer dar mais uma força pra quem quer ser uma pessoa mais do bem a partir de agora e se engajar mais na proteção animal. Antes de qualquer coisa, a pior coisa é pensar que não vai conseguir fazer tudo e acabar fazendo nada. Olha como você pode fazer a diferença de vários jeitos, dependendo do quanto você pode se envolver:

# pergunte (e se pergunte) de onde veio sua comida Curiosidade abre um tanto de portas, e esse é o primeiro passo pra uma vida mais consciente. Quando você começa a pensar melhor nas escolhas que faz é um caminho sem volta - ainda bem! Tirar os animais do seu prato é uma maneira instantânea de fazer algo por eles. Se informe, saiba como são feitas as coisas que você consome. Pense se é mesmo isso que você quer patrocinar, e se a resposta for não, saiba que existe outro caminho.

# adote, apadrinhe ou seja voluntário em alguma ONG Como a gente já falou por aqui, proteger os animais é muito mais fácil do que você imagina. Qualquer um pode ser um protetor dos animais fazendo o que está ao seu alcance, sabia? Alguns denunciam maus-tratos, outros resgatam bichos da rua, levam no veterinário, dão lar temporário ou adotam. Se você não tem como levar um bichinho pra casa, mesmo que por um tempo, pense em fazer voluntariado! Sempre tem alguma ONG precisando de ajuda e você pode fazer isso com doações em dinheiro, ração, carona, divulgação, ou até ajudando a levar os cães pra passear. E se você está pensando em aumentar a família, não pense duas vezes, adote!

# cobre do poder público Cada vez mais a gente vê que pressão popular faz diferença. Então assinar abaixo-assinado, participar de passeata, protesto, até usar hashtag e compartilhar post funciona, sim. Não tenha medo de cobrar e exigir. Se informe: saiba quem são os políticos que podem te ajudar (e os que você deve ficar de olho). A Repórter Brasil, dos mesmos responsáveis pelo aplicativo Moda Livre, lançou faz pouco tempo o Ruralômetro. É uma ferramenta que ajuda a medir o impacto socioambiental dos projetos que os parlamentares votam ou propõem. Bora ficar no pé deles!

# colabore com algum santuário O trabalho dos ativistas nos santuários é o famoso trabalho de formiguinha. Eles recolhem animais que nem sempre tem são fáceis de cuidar - como por exemplo cavalos, vacas e bois, para dar a chance de uma vida digna. Os santuários sempre estão precisando de apoio financeiro pra cobrir despesas veterinárias, comida ou voluntários para cuidar dos animais. Se você está pensando em botar a mão na massa nesse ano e quer entrar a fundo na proteção animal, considere ajudar um santuário.

# opte por produtos sem crueldade Sem animais nos pratos ou crueldade nas roupas. Ou em qualquer outro ítem, né? A gente tem muita sorte de hoje em dia ter tanta gente interessada em pesquisar produtos veganos e incomodar os SACs das empresas pra que elas sejam mais transparentes. Por conta disso as empresas estão começando a se ligar nesse público (olha aí o que a gente falou da pressão que faz diferença!). Não tem por que continuar usando cosméticos, produtos de limpeza e outras coisas de empresas envolvidas em testes com animais. Sempre que existir a opção cruelty free, escolha essa. E isso vale também para roupas - a gente tem boas dicas aqui pra você ter um guarda-roupas mais amigo dos animais.

# não visite atrações turísticas que exploram animais A viagem dos sonhos vai ser esse ano? Estamos aceitando convites Só não esquece de pesquisar muito bem tudo que você vai fazer antes de chegar lá. Falamos aqui mesmo sobre zoológicos e atrações que usam animais, como passeios em elefantes, camelos, cavalos ou as ilhas dos porcos (hoje já são várias), que são vendidas como paraísos para os bichinhos e até parecem inofensivas, mas escondem crueldade e nenhum compromisso com a preservação da vida selvagem e respeito aos animais. Se você quer pesquisar o roteiro e garantir que sua visita gere benefícios aos animais, confira sites de proteção animal e de ONGs com dicas de lugares para visitar. Mas se você não quer ter esse trabalho, deixe de fora o turismo com animais, assim você não estará contribuindo com a exploração.

# fale com as pessoas 📣 A melhor coisa que você pode fazer é ser uma boa influência. Se você já se convenceu que temos que ajudar os animais, conversar com amigos, colegas e família é o próximo passo. Mostre como é fácil dando o exemplo. Leve lanches veganos pra galera provar e mostre como é gostoso. Seja uma pessoa compreensiva e entenda que cada um tem o seu tempo.

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Biscoito vegano de maracujá

Biscoito vegano de maracujá
Esses biscoitos são perfeitos para o lanchinho da tarde ou para carregar na bolsa e comer em qualquer lugar quando a fome bater. Além de saborosos, são super práticos, você só vai precisar misturar todos os ingredientes, modelar e assar. Simples assim! Em poucos minutos sua casa estará perfumada com um aroma irresistível saindo do forno. Eles ficam bem leves e aerados por conta do bicarbonato de sódio. Além de sequinhos e crocantes, com sabor levemente amanteigado por causa do óleo de coco. Eles não são daqueles biscoitos super doces e enjoativos, bem pelo contrário, são azedinhos por conta do maracujá. Uma delícia!   // Você vai precisar de: Farinha de trigo integral - 1 xícara - (145 g) Farinha de aveia - 1 xícara - (120 g) Açúcar demerara - 1/2 xícara - (110 g) Suco integral de maracujá - 1/2 xícara (125 ml) Óleo de coco derretido - 1/4 xícara - (60 ml) Bicarbonato de sódio - 1 colher (chá) - (5 g)   // Como fazer: 1- Preaqueça o forno a 180 ºC. 2- Coloque todos os ingredientes em um recipiente e misture até obter uma massa homogênea. É normal ficar um pouco grudenta. 3- Modele os biscoitos com as mãos formando bolinhas, use uma colher de sopa para medir a quantidade de massa para cada um. Se necessário, unte as mãos com óleo para facilitar esta etapa. 4- Disponha sobre duas assadeiras grandes untadas com óleo. Deixe pelo menos 3 cm de espaço entre as bolinhas, elas irão crescer bastante quando assar. 5- Leve ao forno preaquecido por cerca de 30 minutos. Vire os biscoitos com cuidado na metade do tempo para assar do outro lado. 6- Retire do forno e espere esfriar. Não se preocupe se os biscoitos estiverem úmidos e macios ao saírem do forno. Ao esfriar ficarão crocantes. 7- Transfira para um frasco de vidro bem fechado e armazene em temperatura ambiente, dura cerca de 5 dias. Biscoito de maracujá Rendimento: 25 biscoitos
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Cebola caramelizada

Cebola caramelizada
Quando assada ou refogada, a cebola perde completamente seu ardor, dando espaço para um sabor adocicado incrível. Ela vai muito bem em brusquettas, hambúrgueres veganos, como de shijemi e lentilha, risotos, massas e até tortas. Deixando as preparações ainda mais saborosas e com um toque adocicado incomparável. O preparo é muito simples, basta cortar e refogar as cebolas por alguns minutos em fogo médio. Para deixar mais caramelizada e saborosa usei vinho branco seco vegano, mas você pode muito bem substituir pela mesma quantidade de água com 2 colheres de sopa de açúcar mascavo. E para dar outra camada de sabor, você pode adicionar alecrim ou tomilho, fresco ou seco a gosto.   // Você vai precisar de: Cebola - 5 médias (615 g) Azeite de oliva - 2 colheres de sopa (30 ml) Vinho branco seco vegano - 1/4 xícara (60 ml) Pimenta do reino moída - a gosto (opcional) Sal - 1 colher de chá (5 g)   // Como fazer: 1- Descasque a cebola e corte em meias-luas finas. 2- Aqueça o azeite numa panela grande em fogo médio. 3- Adicione a cebola, a pimenta do reino e o sal. Misture bem e refogue por cerca de 30 minuto, ou até caramelizar. Quando a cebola começar a dourar e grudar no fundo da panela, adicione o vinho branco e mexa com frequência para não queimar. 4- Desligue o fogo e sirva ainda quente. Ou se preferir, espere amornar e guarde em um pote hermético na geladeira. Pode ser servido gelado também. Dica: Não adianta aumentar o fogo para acelerar o processo, se você fazer isso as cebolas irão fritar e não caramelizar. Além de correr o risco de queimar com facilidade. Cebola caramelizada Rendimento: 1 ¼ xícara
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Tortilhas crocantes de milho (assado)

Tortilhas crocantes de milho (assado)
Muito popular no México, as tortilhas de milho crocantes com formato triangular, são uma ótima opção para acompanhar patês e pastas. Elas ficam irresistíveis com guacamole (receita no e-book da Insecta Shoes). É praticamente impossível não comer tudo de uma vez só hahaha. Hoje é praticamente impossível encontrar tortilhas de milho nos supermercados sem serem produzidas com milho transgênico ou com sabores e aromas artificiais. Por este motivo faço em casa, assim tenho total controle dos ingredientes que uso e da forma de preparo.   // Você vai precisar de: Farinha de trigo branca orgânica - 1/2 xícara (75 g) Farinha de milho fina não transgênica (fubá)  - 1/2 xícara (75 g) Água morna - 100 ml Azeite de oliva - 1 colher de sopa (15 ml) Páprica doce - 1 colher de chá (5 g) Sal - 1/2 colher de chá (3 g) Pimenta do reino moída - a gosto (opcional)   // Como fazer: 1- Preaqueça o forno a 180ºC. 2- Em um recipiente misture as farinhas, a páprica doce, o sal e a pimenta. 3- Adicione o azeite e a água, misture bem até obter uma bola de massa lisa e homogênea. Se ficar muito úmida, adicione um pouco mais de farinha de trigo até não grudar mais. Se ficar muito seca, adicione um pouco mais de água. 4- Enfarinhe uma superfície lisa e abra a massa bem fina e uniforme com um rolo de macarrão. Quanto mais fina a massa ficar, mais crocante as tortilhas ficam. Corte em triângulos do tamanho que preferir. 5- Unte duas fôrmas grandes com óleo e disponha as tortilhas lado a lado. 6- Leve ao forno preaquecido por cerca de 15 minutos, ou até as tortilhas ficarem douradas. Lembre-se que esse tempo pode variar de acordo com a espessura das tortilhas e do modelo de seu forno. 7- Retire do forno e espere esfriar. Consuma logo em seguida ou guarde em um pote hermético para não amolecer. Tortilhas crocantes de milho com guacamole Rendimento: 4 porções
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Penne ao molho de avocado

Penne ao molho de avocado
Preparar a própria refeição na correria da semana não é nada fácil. Por sorte, existem receitas simples e rápidas que salvam qualquer um nessa situação. O penne ao molho de avocado é um belo exemplo, com poucos ingredientes em mãos e com poucas etapas de preparo você consegue fazer uma refeição saborosa e saudável gastando pouco tempo e dinheiro. Essa receita é perfeita para quem mora sozinho ou só cozinha para si, o rendimento é de uma porção, que pode ser servida tanto no almoço quanto no jantar. Se for fazer para mais pessoas, é só ir multiplicando a quantidade de ingredientes, simples assim. O ingrediente principal do molho, que dá cremosidade e um toque amanteigado é o avocado. Para quem não conhece, ele é um fruto da mesma família do abacate. Porém é menor, tem menos água e calorias. O período de safra é de fevereiro a abril, procure consumir nesta época, seu sabor é bem melhor além de ser mais barato. Se não encontrar, você pode substituir pela mesma quantidade de abacate, neste caso procure não adicionar água ao molho, uma vez que o abacate já possui bastante.   // Você vai precisar: > para a massa: Penne integral (ou outra massa curta de grano duro) - 1 xícara Água - 1 1/2 xícara (375 ml) Sal – 1/2 colher de chá (3 g)   > para o molho: Avocado - 1 pequeno (120 g) Água - 4 colheres de sopa (60 ml) Vinagre de maçã - 2 colheres de chá (10 ml) Manjericão - 6 folhas grande Gergelim preto - a gosto (opcional) Sal – 1/4 colher de chá   // Como fazer: 1- Comece preparando a massa. Leve ao fogo médio uma panela com a água e o sal até levantar fervura. 2- Acrescente o penne e cozinhe até ficar al dente. 3- Enquanto o macarrão cozinha, prepare o molho. Descasque, descaroce e pique grosseiramente o avocado. 4- Coloque no liquidificador e adicione a água, o vinagre, o manjericão e o sal. Bata bem até obter uma mistura homogênea. Se necessário, adicione um pouco mais de água para ajudar a hélice a triturar os ingredientes. 5- Escorra o macarrão e despeje o molho sobre. Misture bem e sirva logo em seguida, ainda quente, decorado com gergelim preto. Rendimento: 1 porção Penne ao molho de avocado e manjericão
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Nhoque vegano de banana-da-terra

Nhoque vegano de banana-da-terra
O clássico nhoque assume forma tropical nesta receita, no lugar das batatas foram utilizadas bananas-da-terra, uma forma bem diferente de consumir essa fruta e de variar o sabor do nhoque. Você pode servi-lo da mesma forma que o tradicional, como prato principal ou acompanhamento. Fica melhor ainda quando servido com um bom molho de tomate e/ou com parmesão vegano de castanha. Se não encontrar banana-da-terra, você pode substituí-la por banana prata. Essas são as mais indicadas para cozinhar ou assar por serem mais consistentes. Além de serem menos doces, perfeitas para pratos como nhoque ou moqueca.   // Você vai precisar de:  Banana-da-terra madura - 3 grandes (900 g) Fécula de batata - 2 colheres de sopa (10 g) Azeite de oliva - 1 colher de sopa (15 ml) + o suficiente para dourar Sal - ½ colher de sal (3 g) Cúrcuma - ¼ colher de chá   // Como fazer:  1- Preaqueça o forno a 180º C. 2- Coloque as bananas com casca em uma assadeira e leve ao forno preaquecido por cerca de 10 minutos. 3- Retire do forno e faça um corte no sentido do comprimento. Retire a polpa e descarte as cascas. 4- Coloque no processador ou liquidificador e adicione o azeite de oliva, o sal e a cúrcuma. Bata bem até obter um purê homogêneo. 5- Transfira para uma panela e adicione a fécula de batata. Misture bem até dissolver. Se preferir, dilua em um pouco de água antes de adicionar. 6- Leve ao fogo médio e mexa sem parar. Cozinhe por cerca de 5 minutos, ou até a mistura começar a desgrudar do fundo e das laterais da panela. Retire do fogo e deixe esfriar. 7- Vire a massa sobre uma superfície limpa e lisa. Faça um rolo de aproximadamente 1,5 cm de diâmetro. Corte em pedaços de aproximadamente 2 cm. 8- Aqueça um fio de azeite numa panela ou frigideira antiaderente. Adicione os nhoques em pequenas porções e deixe aquecer ligeiramente, mexendo com cuidado para não desmancharem e grudarem. Repita este processo até dourar todos. 9- Sirva ainda quente com molho de tomate e/ou parmesão de castanha. Rendimento: 2 porções Nhoque de banana-da-terra_2   Continue lendo

Mini broa de milho (sem glúten)

Mini broa de milho (sem glúten)
Na internet é possível encontrar uma infinidade de receitas diferentes de broa de milho, fica até difícil escolher qual fazer. Na dúvida procurei pelo passo a passo da receita tradicional, mas não me animei muito em fazê-la. Isso porque demora um monte para ficar pronta, a massa precisa descansar 2 horas para fermentar. Não contente com isso procurei por receitas bem mais rápidas com fermento químico, e não com o fermento biológico. Além disso, optei por fazer uma broa sem glúten, troquei a farinha de trigo pelo polvilho doce. Obviamente o resultado não fica igual, mas fica tão gostosa quanto as outras. Os demais ingredientes que usei foram o açúcar mascavo claro, óleo vegetal, água, fermento e sementes de erva doce. Este último ingrediente é opcional, mas dá um toque especial no sabor, sugiro utilizar. broa-de-milho-sem-gluten Por ter um sabor mais neutro, fica ótima acompanhada de geleia de fruta, pasta de amendoim ou melado. Eu consumi com geleia de cupuaçu e acompanhada de uma xícara de café. Uma ótima opção para o café da manhã ou da tarde. Uma dica, elas são bem mais gostosas quando consumidas quentinhas, recém tiradas do forno. No dia seguinte ficam um pouco secas, mas ainda assim estarão gostosas.   Você vai precisar de… Fubá - 2 xícaras Polvilho doce - 1 xícara Água - 1 xícara Açúcar mascavo claro - ½ xícara Óleo vegetal - ⅓ xícara (usei de girassol) Fermento químico em pó - 1 colher de sopa Sementes de erva doce - 1 colher de chá (opcional)   Como fazer… 1- Preaqueça o forno a 200 ºC. 2- Em uma tigela peneire o açúcar mascavo, a farinha de milho e o polvilho doce. Descarte as possíveis “pedrinhas” do açúcar que irão ficar na peneira. 3- Adicione as sementes de erva doce, o óleo vegetal e a água. Misture tudo até ficar homogêneo. 4- Acrescente o fermento por último e misture delicadamente até incorporar na massa. 5- Molde as mini broas, utilizei cerca de duas colheres de sopa de massa para cada uma. 6- Unte uma fôrma com um pouco de óleo e disponha as broas deixando um espaço entre elas porque irão crescer. Polvilhe um pouco de fubá (opcional). 7- Leve ao forno preaquecido por cerca de 30 minutos, ou até ficarem douradas e firmes. 8- Retire do forno e sirva ainda quentinhas. Guarde o que sobrar num pote hermético. mini-broa Continue lendo

Donut Vegano de Manteiga de Amendoim

Donut Vegano de Manteiga de Amendoim
Delicioso e livre de crueldade: aprenda a preparar donuts veganos! Eles são fáceis de fazer, porque são assados em vez de fritos. Olha só:   Rende em média 12 donuts 400g de farinha de trigo integral (de preferencia orgânica) 250g de açúcar demerara 30ml de óleo de arroz ou girassol 1 colher de chá de sal marinho 1 colher de sopa de vinagre de maça 1 colher de chá de bicarbonato de sódio 400ml de água mineral 3 colheres de sopa de manteiga de amendoim 1/2 de xícara de água mineral 14961562_1133452720083837_1608094779_n - MODO DE PREPARO: Pré aqueça o forno a 180°C. Em um recipiente grande coloque a farinha, o açúcar, óleo, o sal e o vinagre. Em outro recipiente menor coloque a manteiga de amendoim com 1/2 de xícara de agua e misture até dissolver e a manteiga de amendoim se tornar um creme liso. Adicione essa mistura ao outros ingredientes no recipiente grande, juntamente com os 400ml de água e com a ajuda de um fouet (batedor de arame) mexa até a massa ficar lisa e homogênea. Por último coloque o bicarbonato de bata novamente apenas para misturar. Unte a forma dos donuts com óleo para evitar que grude. Com uma pequena concha ou colher coloque a massa em cada um deles sem completar o espaço até em cima, lembrando que eles vão crescer. Com um lambe lambe limpe o centro para que eles obtenham um formato perfeito. Coloque para assar por em média 25/ 35 min. Para a cobertura derreta em banha maria 400g de chocolate meio amargo e separe em um recipiente amendoim torrado e partido para enfeitar. Depois de retirar os donuts do forno, aguarde que eles esfriem por completo antes de desenforma-los. Banhe um por um no chocolate e salpique amendoim por cima. 14971321_1133452716750504_654989443_n Apenas delicioso!   Continue lendo
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