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Quando a natureza encontra o fone de ouvido

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Quando a natureza encontra o fone de ouvido
A natureza inspira artistas desde a pré história, mas hoje as suas cores e formas chamam mais atenção ainda no meio do cinza das grandes cidades. Pra gente que tá acostumado com o ritmo frenético da vida moderna, parar pra “contemplar” o verde pode ser uma experiência e tanto. E (ufa) tem muita banda legal por aí dando valor pra esses momentos! Reunimos aqui discos que tem como inspiração a natureza:   A Praia (Cícero) Cícero é carioca, mas nunca curtiu ir a praia. Bom, isso é o que ele pensava antes de se mudar pra São Paulo: “Vivendo no meio dos prédios, do concreto e das buzinas, percebi que a praia muda a personalidade das pessoas”. Foi aí que ele teve a ideia de levar o mar pra quem tá longe dele: escreveu um disco com letras e melodias ensolaradas e leves, onde tentou criar esse estado de espírito de estar na praia. E deu certo: dá quase pra sentir a areia entre os dedos.   Maravilhas da Vida Moderna (Dingo Bells) A Dingo Bells se isolou em um sítio em Viamão, região metropolitana de Porto Alegre, pra dar vida às 11 faixas de “Maravilhas da Vida Moderna”. No ~isolamento astral~ os caras aproveitaram pra captar sonoridades que transmitissem a aura do lugar. Em “Anéis de Saturno”, por exemplo, é possível ouvir o que acontece de noite na floresta. O resultado ficou genial: esse é um daqueles discos agradáveis, pop, excelentes pra ouvir numa viagem de carro.   Vista Pro Mar (Silva) “Eu não nasci do mar, mas sou daqui. Já mergulhei pra não sair, quem é de preamar se encontra aqui”: é assim que Silva abre o seu último disco, Vista pro Mar. Ele que é de Vitória, uma ilha, sempre teve o mar como inspiração pra suas músicas. Mas foi na viagem entre Miami, San Francisco e Lisboa que ele sentiu uma maior necessidade de escrever sobre o tema. O reflexo dessa paixão dele pelo azul permeia o disco inteiro, mas músicas como “Maré’, “Entardecer” e “Janeiro” deixam mais óbvia a homenagem.   Acabou Chorare (Novos Baianos) Não há como falar de Acabou Chorare sem mencionar o Sítio de Jacarepaguá. Os Novos Baianos se refugiaram durante quatro anos no retiro que serviu de lar, estúdio e campo de futebol. O disco nada mais é do que o fruto de uma experiência coletiva e livre junto à natureza, que ousou transformar loucura coletiva em poesia e, sobretudo, misturar samba com rock pela primeira vez na história da música brasileira. É um clássico atemporal que fala muito sobre como o verde pode unir as pessoas.   Into The Wild (Eddie Vedder) Pra quem não conhece, “Na Natureza Selvagem” é um filme que conta a história de Christopher McCandless: o cara largou tudo aos 22 anos pra viver junto à natureza. O longa é uma crítica ao capitalismo e ao estilo de vida moderno e tem trilha sonora feita pelo Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam. A soundtrack ficou super famosa e acrescenta muito ao filme. Dá até vontade largar tudo também e ir morar no meio do mato.   Movimento Manguebeat Aqui não temos uma banda que se inspirou na natureza, mas um movimento da contra-cultura brasileira que utilizou um ecossistema como “mascote”. Em 1991, nasce em Recife o manguebeat: que pretendia misturar maracatu com rock, hip-hop e música eletrônica. O que os líderes do movimento queriam era formar uma cena musical tão rica e diversificada quanto os manguezais. Bandas como Mundo Livre S/A e Chico Science & Nação Zumbi fizeram o gênero ficar conhecido Brasil à fora e ser uma referência até hoje.  

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