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Meca é Love: 7 motivos para ir ao festival

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Meca é Love: 7 motivos para ir ao festival
O maior menor festival do Brasil tá de volta! E pela primeira vez em Porto Alegre. Pra quem não tá por dentro, o MecaFestival desse ano vai rolar nesse sábado, no Butiá, em Itapuã. Já passou aqui no Casulo do Besouro (Lima e Silva, 1519) pra garantir o teu ingresso? Estamos abertos das 14h até as 20h. Não vai perder essa chance de participar desse festival que vai reunir muitas good vibes, música boa e natureza. Tem coisa melhor? Saca só o line up e o que esperar de cada um dos shows:   1- Lumen Craft A noite começa com Lumen Craft. O projeto audiovisual paulista une tecnologia ao humano. Formada por um cineasta, um engenheiro e um produtor de som, a banda utiliza instrumentos digitais pra reproduzir sons convencionais. Adicione isso a uma cenografia interativa que eles utilizam no palco e só vai dar pra concluir uma coisa: esse show é de fazer qualquer cérebro bugar. 2 - Miami Horror Altas doses de sintetizadores, teclados alucinantes, vocais ensolarados e uma forte ligação com a dance music do final dos anos 1970. Prepare-se pra absorver todas essas referências incríveis no show do headliner Miami Horror nesse sábado :) Com 2 álbuns no currículo, a banda de Melbourne, na Austrália, volta ao Brasil depois de 5 anos para divulgar o seu último disco “All Possible Futures” - que conta com participações especial de nomes de peso da música alternativa como a Kimbra e o Neon Indian. Vai carregando as baterias pra curtir esse show energético incrível: 3 - Oh Wonder Outra banda que promete aquecer corpos e corações é a Oh Wonder. A dupla britânica formada por Josephine Vander Gucht e Anthony West faz um indie pop leve e gostoso que costuma agradar até quem não curte muito o estilo. Pra ter uma noção do nível de aceitação do Oh Wonder, no ano passado eles foram a segunda banda mais citada em blogs, lotaram a maioria das casas de shows pelas quais passaram e emplacaram todas as músicas do seu primeiro álbum no #1 do Hype Machine. Olha só a harmonia entre os vocais da dupla: 4 - Jerry Paper “Uma entidade de onze dimensões que eventualmente ocupa o corpo 3D de Lucas”: é assim que Jerry Paper, nome artístico do excêntrico Lucas Nathan, se apresenta. Mas, acima de tudo, Lucas é um workaholic! Nos últimos 2 anos ele gravou 7 discos, criou um videogame pra acompanhar o lançamento de um deles e ainda achou tempo para produzir um documentário de mentira sobre a sua vida: Se você se lembrou do Mac DeMarco e seu documentário maluco “Pepperoni Playboy”, qualquer semelhança não é mera coincidência! A sonoridade de Jerry Paper lembra um pouco o disco “Rock And Roll Night Club” do canadense. Uma mistura de vaporwave, computação gráfica dos anos 1990, robes de seda e synth pop é o mínimo que podemos esperar do show do americano. O resto é surpresa. 5 - Database Lucio Morais e Yuri Chix são o Database. A dupla formada por um paulista e um recifense já recebeu elogios de Jaz-Z, foi remixada por Fatboy Slim e lançou EPs pelo selo francês Kitusné (o mesmo de Two Door Cinema Club, Phoenix, La Roux, Klaxons). Além disso, os caras acabam de divulgar o disco “Vivid Exposition” com participação de nomes como Savoir Adore, Patrick Baker, French Horn Rebellion e Aldo The Band. A primeira live desse disco vai rolar no Meca. Então, não perde, porque até figurino especial eles prepararam: 6 - Lia Paris Se nós temos certeza de 1 coisa sobre esse Meca é que o show da Lia Paris vai ser super performático. Isso porque antes de ser render a música, a paulista estudou moda e trabalhou uma temporada como trapezista e pirografa no circo! Foi só em 2015 que a cantora lançou o seu primeiro disco. Produzido pelo Carlos Miranda, o álbum conta com participações especiais do Samuel Rosa (Skank), Marcelo Jeneci, Alexandre Kassin, Adriano Cintra (CSS) e até mesmo Pupillo (Nação Zumbi). De som, o disco é autobiográfico e utiliza influências que vão do pop dos anos 1950 até o indie eletrônico atual. Um spoiler: 7 - Jaloo Jaloo é um dos nomes mais incríveis da cena tecnobrega brasileira. O paraense ganhou esse apelido depois que suas versões de hits como “Back To Black”, da Amy Winehouse” e “I Feel Love”, da Donna Summer, bombaram no Youtube. 4 anos depois de viralizar, ele lançou seu primeiro disco pela Skol Music. #1 é um daqueles álbuns pra dar play, dançar, chorar, rir e no fim sair com a alma lavada. A gente não espera menos do show! “Ah, vem pra cá, balançar, se acabar. Sente o som, tudo é bom”:

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