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Glândulas Adrenais x Estresse (que atire a primeira pedra quem não precisar de uma forcinha)

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Glândulas Adrenais x Estresse (que atire a primeira pedra quem não precisar de uma forcinha)
As glândulas adrenais ou supra-renais começaram a ter destaque na minha vida ultimamente e percebi que diversas pessoas ao meu redor também mostram sinais de que poderiam se beneficiar da informação, já que o maior vilão destas glândulas se chama estresse, ou seja, quem não sofre desse mal nos dias de hoje considere-se transcendental! Portanto, vamos falar um pouquinho sobre isso, especialmente porque um dos tratamentos mais recomendados envolve suplementos a base de glândulas adrenais de animais. Isso mesmo: vacas, porcos e ovelhas. Mas os veganos que não se aflijam pois como sempre, temos alternativas! As glândulas adrenais ou supra-renais ficam sentadas em cima dos rins e consistem de um córtex (parte externa) e a medula (parte interna). Elas funcionam em conjunto com o hipotálamo e com a glândula pituitária. Quando rola o estresse, o hipotálamo envia sinal para a glândula pituitária, que por sua vez avisa a adrenal para liberar os hormônios para que nosso corpo possa rapidamente reagir ao estresse. Processed with VSCOcam with f2 presetProcessed with VSCOcam with f2 preset O córtex regula hormônios como aldosterona, cortisol, além dos hormônios sexuais. Aldosterona é importante para regular o equilíbrio de água, sódio e pressão sanguínea no corpo. O cortisol ajuda o corpo a lidar com estresse a longo prazo e os hormônios sexuais liberam estrogênio. Já a medula libera adrenalina (ou epinefrina) e noradrenalina (ou norepinefrina) que preparam o corpo para lidar com estresse a curto prazo (regulando batimentos cardíacos, níveis de glucose, taxa metabólica, além da dilatação das vias respiratórias juntamente com redirecionamento sanguíneo). É bastante comum estar com as adrenais perturbadas devido aos estresses dos tempos modernos, além do alto consumo de cafeína, açúcar e nicotina. Isso tudo também acaba afetando as funções do nosso sistema digestivo e podem seriamente impactar nosso metabolismo. O estresse ativa a síndrome da “fuga ou luta” que acaba fazendo com que o hormônio adrenocortical seja liberado em nossa corrente sanguínea, e esta flutuação nos níveis hormonais acaba causando exaustão das glândulas. Quando super estimuladas pelo estresse a maior prazo, elas começam a enfraquecer e o ciclo hormonal do corticóide fica desregulado, liberando cortisol em maiores níveis e frequência ao longo do dia.  Depois de um tempo acabam ficando com estoque insuficiente e a produção de aldosterona, testosterona, adrenalina etc são também afetadas nos levando a sentir fadiga, perda de foco, insônia, desconfortos intestinais, irritabilidade, depressão, TPM, irregularidades menstruais, além de ganho de peso (sim, estresse engorda de verdade). Alguns outros sinais de que as adrenais pedem socorro: - Dificuldade em lidar com estresse; - Olhos sensíveis a luz forte; - Acorda super desenergizado (a) mas a noite fica com a corda toda; - Desejo por sal além do normal; - Arrepiar e suar frio com frequência; - Se assustar com facilidade mediante barulhos repentinos; - Aperto na garganta que pode doer quando rola estresse; - A pressão sanguínea tende a oscilar e cair com mais frequência; - Alterações emocionais mais frequentes com acessos de choro, que acabam resultando em exaustão; - Dificuldade de relaxar e ser muito perfeccionista; - Suor em excesso (especialmente nos pés e nas mãos); - Dores / tensão mais fortes e frequentes no pescoço, cabeça e ombros; - Fertilidade (o estresse libera cortisol que é feito de componentes em comum com progesterona: como magnésio, zinco e B6. O corpo desvia estes nutrientes já que esta cuidando das prioridades e estresse = emergência). Processed with VSCOcam with f2 preset Quando levamos nossas adrenais / supra-renais à loucura, na maior parte das vezes não nos damos conta. Achamos normal a sensação de cansaço constante e por mais que possamos não nos dar conta, nos conformamos porque muitas vezes nem lembramos mais como era a vida antes disso e a lista de justificativas esta sempre a postos. Realmente trabalhar o estresse é essencial, mas há maneiras de darmos um empurrãozinho com nutrição e suplementos. Na medicina tradicional, muitas vezes apenas reconhecem que as adrenais estão mesmo com problema quando a coisa fica feia como, por exemplo, quando aparece a doença de Addison (insuficiência adrenal primaria). Mas já existem exames que podem detectar a disfunção, medindo níveis de cortisol no sangue. Se você leu este texto e sentiu alguma semelhança com a sua situação atual, porque não tentar ajudar um pouco mais estas glândulas tão importantes através da nutrição? Algumas dicas: - Estabeleça horários regulares para suas refeições; - Reduza o açúcar (cuidado inclusive com as frutas - opte pelas que possuem menor índice glicêmico e dê preferência aos vegetais e legumes); - Reduza o consumo de cafeína (que estimula as adrenais a liberarem adrenalina e cortisol, exatamente como ocorre em reação ao estresse); - Beba bastante água; - Alimentos como algas, fermentados e vitamina B, além de vitamina C, potássio, vitamina E e colina ajudam além de se certificar de que está consumindo boa qualidade de proteína (conforme falamos em post anterior) aliados a dieta rica em vegetais/legumes orgânicos; - Evite alimentos processados com hormônios e preservativos, corantes artificiais e químicos; - Reduza o consumo de álcool. Processed with VSCOcam with f2 preset Suplemento: Como mencionei no início, na maioria dos casos a recomendação envolve suplementos à base de glândulas animais. Este conceito parece ter surgido no Egito e Grécia antiga que já utilizavam terapia glandular seguindo a premissa de que “como cura como”. Para nosso alívio, existem alternativas como por exemplo os cogumelos Cordyceps Sinensis. Processed with VSCOcam with f2 preset De acordo com a medicina chinesa, esta planta medicinal auxilia no aumento de energia, reduzindo a fadiga, dando uma incrementada no vigor, além de diversas outras propriedades como ação imunoestimulante, antioxidante, antitumoral, anti-inflamatória, antiviral, antitússica e afrodisíaca. Também auxiliando casos de doenças cardíacas, obesidade, asma, depressão, doenças do fígado, fertilidade, doenças renais, diarreia, diabetes, gripe, resfriado, catarro, tosse, câncer, colesterol, impotência e pressão alta. Pode ser consumido como chá, assim como em forma de cápsulas através dos inúmeros suplementos disponíveis no mercado como forma alternativa de dar uma forcinha para as adrenais. Cuidado apenas para não tomar depois das 4 da tarde (afinal a energia extra pode impactar seu sono) e não é recomendado para quem esta grávida, amamentando, que possuam doenças da próstata e tomam remédios imunossupressores ou que fazem reposição hormonal.   Se cuidar para equilibrar o estresse (meditação cai bem) e, se der, este apoio extra: a vitalidade, energia, o bom sono e a paz voltarão a fazer parte da sua vida! Viva a saúde!

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