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feliz Ilha de páscoa!

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feliz Ilha de páscoa!
Nossa querida Bruna Schuch tirou uns dias despretensiosos de férias, zarpou num aviãozinho e foi parar na Ilha de Páscoa.  Ela nos deu o privilégio de compartilhar essa experiência particular, nesse post onde nos conta um pouco das tradições e exotismos do lugar, assim como as reflexões e mudanças de vida que essa viagem proporcionou. Olha só que mágico:
A Ilha de Páscoa sempre foi um sonho distante. Realmente distante. É o pedaço de terra mais isolado do planeta (fica a 3.700 km do continente sul americano), está localizada lá no meio do Oceano Pacífico, e geralmente, requer um pouco de tempo e de economia para conseguir chegar até lá. complexo Tahai e cidade l† atrasNa ilha, tudo é praticamente único. Um pequeno aeroporto. Um posto de gasolina. Uma companhia de bombeiros. Uma agência de correios. Há somente uma pequena cidade, Hanga Roa, e uma rua “principal”. E esse sentimento de singularidade é constante durante todo o tempo que se passa na ilha. Praia de AnakenaAlguns dizem que a história da ilha é uma analogia direta à situação ambiental que atualmente se vê (e se prevê) para o Planeta Terra: uma autodestruição por conta do esgotamento dos recursos. Devido a uma série de características, o local tem recursos naturais bastante limitados (até agora não entendi bem de onde vem a água doce consumida por lá). Dizem que por causa da pira do povo em construir cada vez mais Moais, tudo (ou o pouco que tinha) foi severamente devastado e a civilização quase dizimada. Com a fome, os clãs entraram em conflito e rolou até um canibalismo. Foi com o estabelecimento da cerimônia do Homem Pássaro que a galera se reestabeleceu e atualmente luta para se conservar e se fortalecer. O desafio atual é explorar a ilha através do turismo, sem danificá-la. vulc∆o Ranu Kao 03Mas como fortalecer uma cultura isolada e fragilizada quando holandeses chegam “descobrindo” e dando nome cristão para sua terra, escoceses te usam como fazenda para criação de ovelhas, ingleses roubam teus Moais na cara dura e milhares de turistas vão embora deixando toneladas de lixo pra trás? Moais no vulc∆o Ranu Raraku (2)Apesar de todas essas interferências, o patrimônio Rapa Nui resiste - tanto material quanto culturalmente. Nosso guia local conta que povo polinésio viajou pelo Pacífico pela necessidade de viajar, e não para colonizar terras ou povos. Que seus ancestrais começaram a construir os Moais para homenagear seus familiares, e não para entidades religiosas. Que dentro de uma pequena ilha, criou sua própria engenharia, fez de simples rochas vulcânicaes enormes esculturas. E esse patrimônio é admirado por séculos e por milhares de pessoas. independencia Rapa NuiEnquanto os Moais olham para o oceano, nós vamos para ilha para olhar para dentro dela. Para tentar entender suas origens, seus rituais, seu desenvolvimento. Para apreciar suas remotas paisagens e sentir sua singular energia tectônica. Para aprender que o conhecimento e o respeito pelo que se é pode ser ainda mais importante e poderoso do que a ambição pelo ser diferente.

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