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Em uma sociedade onde a opressão é regra, gostar de si mesma é um ato político

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Em uma sociedade onde a opressão é regra, gostar de si mesma é um ato político
Hoje, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, não vamos fazer textão. Mas queremos te convidar a fazer uma reflexão, que esperamos que perdure por todos os dias do ano. Queremos conversar sobre a importância do amor próprio e como aprender a se gostar é libertador e empoderador. Para ir mais a fundo nesse assunto, conversamos com mulheres incríveis e elas nos contaram como romper com os padrões estéticos impostos pela sociedade as fez mais seguras, realizadas e poderosas.
A Carol é do interior de São Paulo, formada em artes e apaixonada por esse lado mais artsy da vida. Gosta de tatuar, pois esse hobby permite conhecer pessoas e histórias. Outra paixão é a fotografia analógica, porque como ela nos disse, cada foto é uma surpresa e isso é apaixonante. A Carol é do interior de São Paulo, formada em artes e apaixonada por esse lado mais artsy da vida. Gosta de tatuar, pois esse hobby permite conhecer pessoas e histórias. Outra paixão é a fotografia analógica, porque como ela nos disse, cada foto é uma surpresa e isso é apaixonante.
Também falamos com a Camis, que veio do interior do RS e hoje vive em São Paulo, onde é baixista da banda Quarteta - uma banda só de mulheres que aborda com suas músicas temas feministas de forma bem direta, como "Bucetinha My Choice". Também falamos com a Camis, que veio do interior do RS e hoje vive em São Paulo, onde é baixista da banda Quarteta - uma banda só de mulheres que aborda com suas músicas temas feministas de forma bem direta, como "Bucetinha My Choice".
E por falar em feminismo, para a Heloísa, de 22 anos, esse foi um caminho natural na vida. Ela se considera feminista desde os 16, e muitas das suas referências vêm de dentro de casa: foi criada por cinco tias, além da mãe. Ela também nos contou que muito da sua força vem dos cabelos. Aceitá-los e falar sobre eles é uma forma de afirmar a sua identidade e construir a auto estima. E por falar em feminismo, para a Heloísa, de 22 anos, esse foi um caminho natural na vida. Ela se considera feminista desde os 16, e muitas das suas referências vêm de dentro de casa: foi criada por cinco tias, além da mãe. Ela também nos contou que muito da sua força vem dos cabelos. Aceitá-los e falar sobre eles é uma forma de afirmar a sua identidade e construir a auto estima.
Movida por cultura e criatividade, a Gabriela, formada em Estudos da Cultura e Idioma Árabe, nos disse que aprendeu muito com esse povo e tenta levar aspectos da sua pluralidade para o dia a dia. Na sua vida profissional, busca sempre ter empatia, olhar para o outro e compreensão. Movida por cultura e criatividade, a Gabriela, formada em Estudos da Cultura e Idioma Árabe, nos disse que aprendeu muito com esse povo e tenta levar aspectos da sua pluralidade para o dia a dia. Na sua vida profissional, busca sempre ter empatia, olhar para o outro e compreensão.
Outra mulher incrível com quem falamos é a Magô, mulher trans, taurina com ascendente em câncer e militante transfeminista. Ela reservou um tempo para falar conosco enquanto se dedica à sua dissertação de Mestrado em Cultura, Saúde e Educação pela USP e valeu cada minuto.  Outra mulher incrível com quem falamos é a Magô, mulher trans, taurina com ascendente em câncer e militante transfeminista. Ela reservou um tempo para falar conosco enquanto se dedica à sua dissertação de Mestrado em Cultura, Saúde e Educação pela USP e valeu cada minuto.
Foram depoimentos emocionantes e libertadores. O resultado da conversa com essas mulheres você pode conferir agora:

 

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