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7 vinis que todo amigo secreto gostaria de ganhar

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7 vinis que todo amigo secreto gostaria de ganhar

Final de ano é sinônimo de amigo secreto. Você até pode tentar fugir do ritual natalino da família, mas de uma forma ou outra ele vai chegar em você: seja na ~firma~ ou pelos amigos. E não tem nada mais agoniante neste mundinho do que não saber o que dar de presente nessas ocasiões.

Então, aqui vão 7 motivos pra você dar um clássico da MPB pro seu amigo e 7 histórias pra contar quando presenteá-lo:

E, ah, todos esses discos estão disponíveis na Insecta Shoes,  de Porto Alegre :)

 

1 - A Tábua de Esmeralda, Jorge Ben

Nenhum outro violão, em nenhum outro disco, soa nem soará como Jorge Ben em “A Tábua de Esmeralda”. Não adianta nem tentar. O carioca inventou uma batida própria pra tentar transformar as regras da alquimia - crença que o inspirou a fazer o LP - em acordes. E não foi que ele conseguiu!? Como ele chegou lá? Só ouvindo o disco pra tentar desvendar esse enigma.

Diga pro seu amigo ouvir: “Os Alquimistas Estão Chegando Os Alquimistas”, “Menina Mulher da Pele Preta” e “Minha Teimosia, Uma Arma pra te Conquistar”.

A Tábua de Esmeralda

 

2 - Gal Costa, Gal Costa (1969)

Falar que todo mundo que curte MPB deveria ter pelo menos um disco de Gal Costa na estante chega até a soar redundante. A baiana é uma das figuras mais icônicas do movimento e uma das únicas que passou pelo regime militar sem precisar se exilar em outro país.

“Gal Costa” é o primeiro disco solo da cantora e carrega referências de Janis Joplin, James Brown e Jimi Hendrix. Pra completar, o álbum foi composto por Caetano Veloso, Erasmo e Roberto Carlos, Jorge Ben, Gilberto Gil e Tom Zé. Bom, se isso não te convenceu a correr pra toca e levar esse disco…

Diga pro seu amigo ouvir: “Se Você Pensa”, “Divino, Maravilhoso” e “Baby”.

gal

 

3 - Secos & Molhados, Secos & Molhados (1973)

Sabia que essa capa foi eleita a mais legal da música popular brasileira? Tem quem discorde e diga que o título foi marmelada, mas o fato é que os caras da Secos & Molhados tiveram que ficar uma madrugada inteira sentados em tijolos - e sem poder comer nada que estava na mesa - pra ter ela como resultado. Além da capa histórica, esse LP contém APENAS as músicas mais famosas do trio, que são um retrato da Ditadura Militar falando sobre a liberdade de expressão, o racismo e as guerras.

Diga pro seu amigo ouvir:   "Sangue Latino", "O Vira", "Assim Assado" e "Rosa de Hiroshima".

secos e molhados

 

4 - Novos Baianos, Acabou Chorare (1972)

Não há como falar de Acabou Chorare sem lembrar do Sítio de Jacarepaguá. Os Novos Baianos se refugiaram durante quatro anos no retiro que serviu de lar, estúdio e campo de futebol. O disco nada mais é do que o fruto de uma experiência coletiva e livre, que ousou transformar loucura coletiva em poesia e, sobretudo, misturar samba com rock pela primeira vez na história da música brasileira.

Resumindo: é um clássico atemporal e solar que todo mundo deveria ter na estante :)

Diga pro seu amigo ouvir: “Brasil Pandeiro”, “A Menina Dança”, “Mistério do Planeta” e “Besta é Tu”.

acabou chorare

 

5 - Chico Buarque, 1978 (1978)

"Feijoada Completa": assim que esse álbum, um dos maiores clássicos de Chico Buarque, ficou conhecido depois da sua primeira faixa fazer tanto sucesso. Aqui você encontra músicas que eram inéditas até a década 70, regravações de canções que foram censuradas pelo regime militar e até uma faixa em castelhano. É poesia pura, política e cantada.

Diga pro seu amigo ouvir:  “Cálice”, “Feijoada Completa” e “Apesar de Você”.

Chico

 

6 - Marisa Monte, Mais (1991)

Beija eu, beija eu, me beija! Quem nunca se pegou cantando essa música que atire a primeira pedra. E ela faz parte de “Mais”, segundo disco da carreira de Marisa Monte. Além de trazer super hits, covers de Caetano Veloso, Pixinguinha e Cartola, o disco marcou uma nova fase mais pop na carreira da cantora - que pra muitos é a melhor da carreira dela. Leva eu, leva eu, leva eu...

Diga pro seu amigo ouvir:  “Beija Eu”, “De Noite Na Cama” e “Ainda Lembro”

Marisa Monte

 

7 - Elis, Essa Mulher (1979)

“Essa Mulher”, de 1979, é o décimo sexto álbum de Elis Regina e prova que nunca é tarde pra mudar. O disco é de transformações, de faixas mais suaves e de referências do jazz americano da década de 50 <3

Foi nesse álbum que Elis deu adeus ao corte de cabelo “joãozinho” e as apresentações teatrais, que ficaram muito SUPER conhecidas no seu trabalho na década de 1970, pra adotar uma postura mais suave e feminina e incrivelmente ainda mais política.

Elis, Essa Mulher

Diga pro seu amigo ouvir:  “O Bêbado e o Equilibrista”, “Essa Mulher”

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