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6 Passos Para Garantir Boas Refeições Aos Veggies Viajantes

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6 Passos Para Garantir Boas Refeições Aos Veggies Viajantes
Pensar em um guia vegetariano para viajantes não é uma tarefa tão simples. Isso porque pessoas são muito diferentes – não é porque elas compartilham dos mesmos ideais que elas necessariamente cabem no mesmo pacote. Entretanto, existem boas dicas que podem ser colocadas em prática para facilitar a hora da refeição de um ovo-lacto vegetariano, vegetariano e vegano* em outros países de maneira unânime e é sobre elas que vamos falar agora.   Primeiro Passo: Garantindo Sua Refeição No Avião Ao comprar sua passagem você pode escolher sua refeição. No site da companhia aérea existe uma área que lhe permite personalizar sua comida conforme sua preferência ou necessidade: há opções ovo-lacto vegetarianas, vegetarianas, sem glúten e sem lactose por exemplo. Comece a viagem com o pé direito e de bom humor, sem precisar passar fome porque as opções são só “frango ou pasta”.  Programe sua refeição e você vai ver que a programação é a melhor amiga de um veggie viajante.   Segundo Passo: Faça Sua Pesquisa Antes Da Viagem Não há motivos para sair pela cidade às cegas quando temos a Internet ao nosso alcance para conhecermos os lugares mesmo há quilômetros de distância. Use o Trip Advisor para mapear os restaurantes mais interessantes perto da onde você vai ficar ou pela cidade inteira caso ela for pequena. Os comentários, de viajantes do mundo todo, vão te contar sobre os lugares que reservam as melhores opções sem carne ou sem nada de origem animal. Consulte listas de sites especializados. No Modefica já falamos sobre locais veggiefriendly em Paris, em Medellín, em Santiago, na Califórnia e em Nova Iorque... Você vai encontrar detalhes dos locais visitados e vai saber se vale a pena colocar ele na sua lista e até mesmo desviar da sua rota só para comer aquele doce super bem cotado. Nesse processo, você encontrará várias dicas boas, desde lugares totalmente veganos que adaptam os pratos locais com ingredientes livres de crueldade, até restaurantes famosos que contam com opções veggiefriendly no cardápio. Depois, é só fazer uma lista no Fousquare e salvar todos os locais nela – assim você terá todos os restaurantes pesquisados em mãos, para acessar a hora que quiser e saber qual está mais perto de você.   Terceiro Passo: Aprenda Algumas Palavras Para não passar aperto em qualquer viagem é importante aprender algumas palavras essenciais como “água”, “por favor”, “obrigada”, “ajuda”, “sim”, “não” na língua local. Para as pessoas vegetarianas as palavras “ovo”, “leite”, “vegetariano”  e até a construção “não posso comer” também precisam fazer parte do vocabulário básico. Assim como conhecer os certificados veganos e crueltyfree nos produtos. No mercado (afinal, quem não adora uma visita ao mercado para entender os costumes e se sentir um verdadeiro cidadão local?) tenha em mãos também o aplicativo do Google Translator. Viu algum ingrediente suspeito na lista de ingredientes de algum produto? Está na Islândia e não faz a menor ideia do que a palavra “matarlím” significa? É só usar o app.   Quarto Passo: Esteja Aberto A Novos Sabores Normalmente, vegetarianos e até mesmo ovo-lacto vegetarianos estão sempre dispostos a experimentar sabores novos. E essa disposição é imprescindível para se jogar na culinária local livre de crueldade. Na Colômbia, por exemplo, a Cazuela de Frijoles é um prato típico que mistura ingredientes como feijão, banana, batata palha e abacate (a versão não vegetariana conta também com a carne do porco ou do frango). Para muita gente, comer feijão com banana e abacate pode parecer inaceitável, mas para eles é completamente normal e uma delícia. A dica é: experimente e evolua o paladar para além do que você considera normal. A culinária global é uma das experiências mais ricas que podemos ter no nosso “currículo” pessoal. Vai lá e come! E claro, faça um seguro viagem para garantir auxílio caso alguma coisa que você coma faça realmente mal ao seu organismo. Pode acontecer então seja uma pessoa preparada.   Quinto Passo: Seja Uma Pessoa Educada E Paciente Aos poucos, todos os lugares estão se adaptando com a ascensão da culinária livre de ingredientes de origem animal, mas isso ainda é novidade para muita gente e, principalmente em cidades que não são grandes centros urbanos, como São Paulo, Nova Iorque, Paris, Berlim, Lisboa, etc, a chance é que você tenha dificuldade em ter seu desejo compreendido quando pede uma pizza sem queijo ou uma salada Cesar sem frango. Respire, compreenda, e seja uma pessoa educada e simpática com quem está te atendendo. Essa pessoa é a única que pode te ajudar a conseguir uma boa refeição que não consta no cardápio. Se você está sozinha ou com alguém que te entenda, e perceber que não há boa vontade por parte da casa, levante tranquilamente e procure outro restaurante. Recorra ao Foursquare (onde você já tem sua lista de locais a serem visitados, certo?), e ache um local que vá conseguir te alimentar bem.   Sexto Passo: A Marmita Pode Ser Sua Melhor Amiga Falamos de restaurantes e mercados, mas não falamos sobre um passeio longo onde a única comida disponível provavelmente não é veggiefriendly. Quando um passeio a um lugar remoto for o rolê do dia, faça um lanche ou marmita fria (tipo salada de quinoa) e leve com você junto com alguns petiscos que você mais gosta. Assim, você não passa fome hora nenhuma. Resumidamente, a dica é sair de casa (e do hotel) o mais preparado possível. Alguns perrengues são inevitáveis, mas vários deles você pode evitar com um pouco de planejamento. Sim, depois de muitos apuros aprendemos que planejamento é a alma do negócio! Então planeje para não passar aperto e esteja preparado caso você passe aperto. Isso dito, boa viagem!   *Notas do vocabulário: Ovo-lacto vegetariano: pessoa  que não come nenhum tipo de carne dos animais seja a carne do peixe, da vaca, do frango, do porco, etc. Pratos aptos para ovo-lacto vegetarianos normalmente contém ovo e/ou derivados do leite. Vegetariano: erroneamente usado com o mesmo significado de ovo-lacto vegetariano, o termo foi criado para designar pessoas que não comem nenhum ingrediente de origem animal. Além das carnes de animais, pratos vegetarianos não deveriam conter nenhum ingrediente de origem animal como ovo, leite, queijo, gelatina, etc. Entretanto, é importante ficar atento porque a maioria dos lugares usam o termo vegetariano para pratos com leite e ovo (e até presunto e peixe!), enquanto outros permanecem fiel à nomenclatura original. Sempre confirme os ingredientes com o garçom quando você ler o termo “vegetariano” no cardápio. Vegano: Originalmente, vegano foi um termo criado para designar pessoas que são vegetarianas e também não consomem produtos testados em animais, não usam produtos de couro, etc. Hoje, com o afrouxamento do significado de “vegetarianismo”, o termo passou a significar também uma alimentação vegetariana estrita. Se você ver o termo “vegano” no cardápio ou o certificado “vegano” em algum produto, você pode ficar tranquilo que ali não tem nenhum ingrediente de origem animal. Veggiefriendly: Local apto à receber vegetarianos e fazer pratos amigáveis a eles, sejam eles ovo-lactos ou não.

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